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Tempo de educar – 2

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No artigo de ontem referi-me a uma reunião da qual participei na semana que passou para discutir o futuro. Depois de longas discussões todos foram unânimes em compreender que a educação é o único caminho pela qual poderemos politizar a alienada sociedade brasileira refém de fugas como o futebol, as telenovelas, a cerveja e os emoticons das redes sociais. Gradualmente deixamos de ser uma nação pra nos transformarmos numa grande tribo sem noção. Essa é uma dura conclusão!


A educação vigente trabalhou fortemente na escola fundamental e média pra criar a divisão de castas na sociedade brasileira, do tipo “nós e eles”. “Eles” são os do mal. “Nós” somos os do bem. Uma divisão maliciosa apropriada pra camuflar propósitos ideológicos de uma esquerda desnorteada que tenta construir e manter um projeto de poder no país. Nas universidades, é muito pior. Professores formados por outros professores contaminados por ideologias gastam o dinheiro dos nossos impostos ou das mensalidades ensinando que o trabalho é um fardo pesado, e que quem emprega é no mínimo bandido. Pura ideologia. Mas prega o socialismo como salvador. No fim do mês o salário na conta. No fim do curso, jovens desnorteados saem pra enfrentar um mercado de trabalho exigente e moderno.

A sociedade brasileira terá que começar a se interessar pela educação, concordaram todos os presentes na reunião. Desde examinar os livros dos filhos adotados pela escola, e avaliar o seu conteúdo político. Quem educa os filhos são os pais. A escola não educa, ensina o que lhe cabe ensinar. Nas universidades, de onde saem os profissionais que deverão ocupar postos de trabalho no mercado, as instituições como os conselhos profissionais da medicina, das engenharias, da contabilidade, da economia, da administração, para citar só alguns, devem urgentemente interferir por pressão social nos currículos ultrapassados e políticos de cursos que ensinam os jovens a olhar pro passado.

Só a educação conseguirá melhorar os péssimos serviços públicos do país. Só a educação criará cidadãos capazes de serem bons políticos no futuro. Só a educação será capaz de reduzir a mortalidade de pessoas, a mortalidade pela insegurança. E só a educação será capaz de construir bons empresários.

Esta é a pátria educadora que educará pro futuro, no dia em que o país sair da crise e precisar de cidadãos capazes de tocar a vida desta nação que suporta tantos desaforos. O assunto continua na quarta-feira.

 

 

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A hora da colheita

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Francisney Liberato

Francisney Liberato

Aquele que espera pelo que plantou nunca se decepcionará. Ainda que demore, o tempo certo para que todas as coisas se cumpram, não se atrasa.

 

Qual seria o momento ideal para uma colheita? Se você é um agricultor e planta o milho, quanto tempo é necessário para colhê-lo? O momento certo da colheita traz outros fatores indispensáveis para o sucesso do plantio.

 

Segundo especialistas do ramo, antes de começarmos a pensar na colheita, é relevante que se planeje o plantio. Você precisa analisar o solo adequado para se plantar o milho, avaliar se o solo precisa de correções para que a plantação seja bem-sucedida.

 

É importante deixar o espaçamento adequado para o plantio. A depender do tipo do milho, alguns podem necessitar de mais espaços, já outros tipos, não; saber escolher bem as sementes; cuidar para que as pragas não invadam e destruam a sua plantação; suprir com irrigação necessária; colocar a temperatura apropriada. O milho precisa de muita iluminação da luz solar. Guardadas as variações das espécies dos milhos, a colheita pode acontecer em cerca de três meses ou levar até dez meses.

 

Então, qual é o tempo necessário para colheita do milho? Conforme acima dito entre três e doze meses. De todo modo, o milho precisa de tempo, entre a sua preparação até chegar o momento da colheita.

 

Já temos debatidos em outros textos sobre o plantio e sempre dei ênfase, na lição de quem planta, colhe; quem não planta, não colhe. Quem planta banana, colherá banana. Quem planta melancia, colherá melancia. Não tem como ser diferente disso, é a lógica do plantio e da colheita.

 

Além dos fatores já mencionados, é importante frisarmos de que todo plantio depende de tempo para a sua maturidade.

Na nossa vida comportamental, muitos não plantam nada, e pretendem colher; outros plantam errado e desejam colher o certo. Além do mais, é necessário tempo para que o fruto esteja maduro. Ninguém em sã consciência planta a semente hoje e espera que o fruto nasça amanhã

Qual é o momento da colheita? Depende, pois assim como o milho, que existem de vários tipos e espécies, e cada qual com o seu tempo de maturidade, nós, como seres humanos não somos diferentes disso, pois, cada indivíduo tem a sua particularidade e o seu tempo para se tornar maduro. Contudo, infelizmente, alguns nunca conseguirão obter a maturidade e gozar da colheita correta.

 

Levando em consideração a criatura ímpar que é o ser humano, a variação de cada um, o solo em que ele está vivendo, o ambiente, os cuidados que têm com a sua plantação, o zelo para que a plantação dê resultados satisfatórios, é difícil o dizer o tempo exato da colheita.

 

O momento da colheita não sabemos quando será. Porém, de um cenário eu tenho certeza, quem planta, colhe, pode ser que a colheita demore um pouco, além do seu esperado, porém, no momento exato, você colherá os frutos desejados.

 

*Francisney Liberato Batista Siqueira é Auditor Público Externo do Tribunal de Contas de Mato Grosso, Chefe de gabinete de Conselheiro do TCE-MT, Palestrante Nacional, Professor, Coach, Mentor, Advogado e Contador, Autor dos Livros “Mude sua vida em 50 dias”, “Como falar em público com eficiência” e “A arte de ser feliz”.

 

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