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Tempestade Sam ganha força e deve se tornar furacão nesta sexta-feira, nos EUA

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Tempestade tropical Sam se forma no Atlântico
NASA / Unsplash

Tempestade tropical Sam se forma no Atlântico

tempestade tropical Sam, que se formou quinta-feira no Oceano Atlântico, se intensificou e deve se transformar em furacões neste fim de semana, antes de se aproximar das ilhas do norte do Caribe na semana que vem. Meteorologistas pediram vigilância à costa leste dos Estados Unidos, Bermudas e Bahamas.

O Centro de Furacões explica que as tempestades se transformam em furacões quando os ventos atingem pelo menos 119 km/h. “A previsão é que Sam se torne um furacão amanhã de manhã e pode se tornar um grande furacão no sábado.”

Previsões do Weather.com mostram que o Sam deve sair da Costa Leste no final de semana e pode seguir para o norte e nordeste, em vez de oeste, em direção aos EUA.

No entanto, o Sam também pode emular o furacão Larry, que ocorreu no início deste mês, e provocar ondas de tamanho atípico ao longo da costa leste.

O ano de 2021 já registrou seis furacões e três grandes furacões (de categoria 3 ou mais forte): Grace, Ida e Larry. A previsão da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica é que a temporada tenha de sete a 10 furacões.

Fonte: IG Mundo

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Chanceler diz que busca resolver pendências em acordo Mercosul-UE

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O Itamaraty está trabalhando para resolver as pendências que impedem a formalização do acordo de livre-comércio entre o Mercosul e a União Europeia, disse hoje (26) o ministro das Relações Exteriores, Carlos França. Segundo ele, a ampliação de acordos comerciais é uma prioridade do governo.

O chanceler fez a declaração no lançamento da agenda legislativa da Frente Parlamentar do Comércio Internacional e Investimentos (FrenComex), no Palácio do Itamaraty. Assinado em 2019, o acordo Mercosul–UE precisa ser aprovado pelos parlamentos dos países dos dois blocos para entrar em vigor. No entanto, questões ambientais e climáticas têm travado as votações.

“Os desafios são complexos, mas a diplomacia brasileira está e permanecerá atenta”, disse França. Segundo o ministro, o Oriente Médio e os países do sul e do leste asiático são prioridades do Brasil na busca de acordos comerciais.

O ministro das Relações Exteriores defendeu a modernização do Estado brasileiro por meio do ingresso do país na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e pela agenda de privatizações. Na avaliação dele, existe espaço para que o Brasil diversifique as exportações, sem deixar de lado as commodities (bens primários com cotação internacional).

“Há espaço para diversificação da pauta exportadora sem negligenciar nossa estratégia de exportação de commodities, ampliando exportação de serviços e bens industrializados”, comentou.

Agressividade

O ministro da Economia, Paulo Guedes, também esteve presente ao evento e defendeu que o Brasil seja mais agressivo nas negociações comerciais, como a redução da tarifa externa comum do Mercosul e o afrouxamento das regras que permitem a cada país do bloco negociar individualmente acordos tarifários bilaterais.

“Parabenizo [o chanceler Carlos] França por avançar na agenda de tornar o Itamaraty mais agressivo. Ele é o good guy [sujeito bom], eu sou o bad guy [sujeito mau]. Acho que o Itamaraty devia ter muito mais agressividade. Nos Estados Unidos, os embaixadores são quase homens de negócio”, disse Guedes. Ele pediu mais aproximação entre os Ministérios da Economia e das Relações Exteriores.

Eixos

Ao lançar a agenda da FrenComex pelos próximos dois anos, o presidente da frente parlamentar, deputado federal Evair de Melo (PP-ES), disse que o Brasil está fortalecendo suas relações comerciais e que o país sairá “maior do que entrou” da Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática (COP-26). O encontro ocorrerá de 1º a 12 de novembro, em Glasgow, na Escócia.

Em nota, a FrenComex informou que a agenda da frente parlamentar pelos próximos dois anos tem cinco eixos: facilitação do ambiente de negócios para o investidor estrangeiro, negociação e assinatura de acordos comerciais, melhoria da infraestrutura logística para exportação, simplificação e desburocratização das operações de comércio exterior e políticas de fomento à exportação.

Edição: Aline Leal

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