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Técnicos do Ministério da Saúde realizam pesquisa em diversos bairros de Cuiabá e Várzea Grande

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Técnicos de laboratórios contratados pelo Ministério da Saúde realizam, até o dia 10 de outubro, nos municípios de Cuiabá e Várzea Grande, a segunda fase da pesquisa de prevalência de infecção por Covid-19. Os profissionais devem percorrer 21 bairros e coletar material biológico da população com o objetivo de mensurar a quantidade de pessoas que já tiveram contato com o coronavírus.

A equipe de pesquisadores estará em Cuiabá e visitará os bairros Jardim Fortaleza, Pedra 90, Alvorada, Lixeira, Jardim Nossa Senhora Aparecida, Dom Aquino, Cophamil, Jardim Universitário, Campo Velho e Bandeirantes.

A equipe também estará em Várzea Grande, nos bairros Cristo Rei, Residencial Flor do Ipê, Residencial Aurilia Curvo, Jardim União, Princesa do Sol, Helio Ponce, Maringá II, Jardim Costa Verde, Jardim Imperador, Jardim Eldorado e Construmate.

Além de Cuiabá e Várzea Grande, os profissionais realizarão visitas na zona rural de Santo Antônio de Leverger.

As visitas ocorrem de segunda a domingo, de dia e também à noite. Durante as visitas, as equipes do laboratório estarão devidamente uniformizadas e identificadas. Serão realizadas perguntas sobre renda, raça/cor, escolaridade, idade e estado civil. O objetivo também é entender a situação sociodemográfica da população.

Este é um estudo transversal que vai medir a prevalência dos anticorpos IGG da Covid-19 na população por meio da análise sorológica. Para isso, serão coletadas duas amostras de sangue, uma para analisar o IGG e outra para compor o biobanco da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). 

“É importante destacar que a população deve cooperar e autorizar a entrada dos profissionais identificados com crachá para fazer a coleta de sangue, para dessa forma sabermos a porcentagem da população que já está com imunidade para Covid-19”, reforça a articuladora da pesquisa no Estado, Samia Nadaf.

Sobre a pesquisa

A Pesquisa de Prevalência de Infecção por Covid-19 no Brasil (PrevCov) é realizada pelo Ministério da Saúde e a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) em diversos estados brasileiros. O Estado auxiliará na divulgação da ação e na articulação, se necessário, junto aos municípios. 

Em Mato Grosso, o Governo Federal selecionou os municípios de Cuiabá, Santo Antônio do Leverger e Várzea Grande para participarem do estudo.

Esta é a segunda fase do estudo. Na primeira fase, o Ministério da Saúde ligou para as pessoas residentes dos municípios selecionados para agendar e realizar a coleta. Nesta segunda etapa, a equipe vai até a casa das pessoas selecionadas cujo agendamento não foi realizado porque não foi possível fazer contato telefônico. A expectativa é de que esta última etapa do estudo seja concluída até o dia 30 de setembro totalizando 1.233 casas visitadas e 4.193 coletadas realizadas em Mato Grosso.

A pesquisa tem a autorização da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep) e do Comitê de Ética de Pesquisa da Opas Washington. O estudo é promovido por meio do comitê de governança composto pelo Ministério da Saúde, Opas, Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e Fiocruz.

Fonte: GOV MT

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Empaer testa capim kurumi como alternativa para produtores de leite

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Conhecido pelo valor nutritivo, o capim kurumi é a nova aposta da Empresa Mato-grossense de Pesquisa Assistência e Extensão Rural (Empaer) e vem sendo testado junto a produtores de leite da agricultura familiar de Juara, Terra Nova do Norte e Nova Bandeirantes. A equipe técnica segue na produção de mudas e avaliação do potencial nutritivo da cultivar, que pretende junto com o capiaçu ser uma das alternativas de baixo custo e auxiliar os produtores, principalmente durante o longo período de estiagem.

O técnico da Empaer em Terra Nova do Norte, Rodrigo Cezar Ribeiro, explica que quanto maior a produção de leite, maior a demanda energética e proteica. Independente das estações do ano, a alimentação dos animais devem ser uma constante e no caso do período de entressafra, quando a chuva diminui é quando o pasto e o cocho necessitam de uma redobrada atenção.

Ele destaca que as mudas de BRS Kurumi foram fornecidas o ano passado pela Embrapa Agrossilvipastoril de Sinop, multiplicadas e plantadas no sitio Nonoai do senhor João Luis da Rosa, na comunidade Quinta Agrovila.  Na propriedade, em uma área de 1 hectare, a cultivar foi desenvolvida conforme planejado e no dia 20 de novembro será realizado o primeiro pastejo e a avaliação do potencial produtivo do Kurumi com a produção das matrizes leiteiras que irão consumir o pasto.

Rodrigo frisa que insumos para produção da ração como a soja e o milho tiveram um grande aumento nos últimos anos. “Na teoria, o capim produz 20% de proteína bruta e, por este motivo, está sendo plantado na propriedade com a intenção de reduzir custos de produção, principalmente com a alimentação”, destaca.

Ainda em Terra Nova do Norte, 100 produtores já receberam as mudas de kurumi, mas a meta é chegar a 160, o mesmo público atendido nos últimos dois anos com capiaçu.

Trabalho semelhante dos técnicos da Empaer em Nova Bandeirantes, Luma Regina Maldaner e Eder José Barreiros, que vêm atendendo produtores dos Projetos de Assentamento de Japuranã e Japuranomann junto ao Programa REM.

Luma Maldaner destaca que as mudas foram trazidas do escritório regional de Juara através de um produtor. “Em Nova Bandeirantes, nós trabalhamos em parceria com a Secretaria de Agricultura, Meio Ambiente e Saneamento. Elas foram plantadas em uma área de 1 hectare no viveiro municipal e serão doadas posteriormente aos produtores da cidade”.

De acordo com Luma, o objetivo é buscar novas alternativas que sejam de baixo custo. O próximo passo será gradear a área para o plantio. “Temos bons exemplos de produtores dos estados de Goiás e da região sul país que o kurumi é uma boa alternativa por ser de pastejo. Em contrapartida, com o capiaçu de silagem. Duas boas alternativas para o produtor da agricultura familiar”.

Mudas sendo mutiplicadas para serem distribuidas e plantadas                              Foto: Empaer 

Fonte: GOV MT

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