Saúde

Taxa de transmissão da Covid-19 no Brasil cai para 1,02, aponta Imperial College

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O índice representa uma queda em relação à semana passada, quando o Rt registrado foi de 1,30  — o maior desde maio — mas ainda é considerado alto.
Foto: Pixabay/Ilustrativa

O índice representa uma queda em relação à semana passada, quando o Rt registrado foi de 1,30 — o maior desde maio — mas ainda é considerado alto

A taxa de transmissão (Rt) do  novo coronavírus (Sars-CoV-) no Brasil caiu para 1,02, mostra monitoramento do Imperial College de Londres, no Reino Unido. A atualização da estimativa foi divulgada nesta terça-feira (1) e considera dados coletados até a segunda-feira (30).

Isso significa que, segundo a estimativa da universidade britânica, que tem 95% de exatidão, cada 100 pessoas contaminadas transmitem a doença para outras 102. 

De acordo com o Imperial College de Londres, pela margem de erro das estatísticas, essa taxa pode ser maior (Rt de até 1,11) ou menor (Rt de 0,94). Nesses cenários, cada 100 pessoas com o vírus infectariam outras 111 ou 94, respectivamente.

O índice representa uma queda em relação à semana passada, quando o Rt registrado foi de 1,30, o maior desde maio, mas ainda é considerado alto.

A taxa de transmissão é uma das principais referências para acompanhar a evolução epidêmica do Sars-CoV-2 no Brasil. Quando está abaixo de um, indica tendência de estabilização.

As maiores taxas de transmissão da semana foram registradas na Sérvia (Rt 1,58) e Dinamarca (Rt 1,49). O índice também é alto no Japão (Rt 1,40), Alemanha (Rt 1,38), Turquia, Palestina e Noruega (Rt 1,37), entre outros. Os EUA não foram incluídos na análise do relatório.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Cidade do Rio pode ter adiamento na campanha de imunização contra a Covid-19

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Farmacêutico enche uma seringa para preparar uma dose da vacina
Patrick T. Fallon/Divulgação

Farmacêutico enche uma seringa para preparar uma dose da vacina

A cidade do Rio de Janeiro pode ter o adiamento do início de sua campanha de imunização contra a Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2) após o governo anunciar o atraso na importação de doses da vacina de Oxford da Índia . Apesar dessa possibilidade, o prefeito Eduardo Paes (DEM) já garantiu que a cidade está pronta para começar a campanha.

“O que a gente espera é que não haja atrasos, mas aí eu confesso que não tenho nenhuma posição oficial do Ministério da Saúde. O importante é que as pessoas entendam que a Prefeitura está pronta, a estrutura está pronta, os pontos estão definidos, tudo aquilo que foi necessário já foi feito para assim que chegar a vacina a gente aplique na população”, afirmou Paes.

O prefeito citou as vacinas CoronaVac, desenvolvida pelo Instituto Butantan em e pelo laboratório chinês Sinovac Biotech, e a vacina de Oxford, feita em parceria com a biofarmacêutica AstraZeneca, e voltou a dizer que seguirá o Plano Nacional de Imunização (PNI).

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No entanto, na sexta-feira (16), o presidente Jair Bolsonaro falou que o avião que sairia do Brasil para buscar a vacina na Índia teve sua saída atrasada em até três dias . Serão 2 milhões de doses adquiridas do laboratório indiano Serum.

A indefinição sobre a chegada das doses alterou, inclusive, o anúncio do planejamento da campanha município, que estava marcada para este domingo (17).

“Você tem duas excepcionais vacinas, a Fiocruz AstraZeneca e a Coronavac Butantan, que vão ser disponibilizadas pelo Ministério da Saúde. A princípio amanhã (domingo) nós iremos anunciar como vai funcionar o plano de imunização. Se tiver alguma posição do Ministério da Saúde, a gente continua anunciando amanhã, se não, a gente adia até o momento que a gente souber ‘olha, vai chegar dia 20? Pode usar dia 20? Então começamos dia 21, 22, o dia que for”, declarou o prefeito em entrevista.

Fonte: IG SAÚDE

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