Novo Coronavírus

Taxa de ocupação está em 62% para UTI; 77% dos pacientes estão recuperados da Covid-19

Entre casos confirmados, suspeitos e descartados para a Covid-19, há 247 internações em UTIs públicas e 283 em enfermarias públicas. A taxa de ocupação está em 62% para UTIs adulto e em 33% para enfermarias adulto.

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) notificou, até a tarde desta sexta-feira (28.08), 90.135 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, sendo registrados 2.739 óbitos em decorrência do coronavírus no Estado.

Foram notificadas 1.750 novas confirmações de casos de coronavírus no Estado. Dos 90.135 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, 17.674 estão em monitoramento e 69.722 estão recuperados.

Entre casos confirmados, suspeitos e descartados para a Covid-19, há 247 internações em UTIs públicas e 283 em enfermarias públicas. Isto é, a taxa de ocupação está em 62% para UTIs adulto e em 33% para enfermarias adulto.

Dentre os dez municípios com maior número de casos de Covid-19, estão: Cuiabá (18.154), Várzea Grande (6.924), Rondonópolis (6.344), Lucas do Rio Verde (4.484), Sorriso (4.405), Tangará da Serra (3.877), Sinop (3.557), Primavera do Leste (2.745), Nova Mutum (1.895) e Campo Novo do Parecis (1.868).

A lista detalhada com todas as cidades que já registraram casos da Covid-19 em Mato Grosso pode ser acessada por meio do Painel Interativo da Covid-19, disponível neste link.

O documento ainda aponta que um total de 76.719 amostras já foram avaliadas pelo Laboratório Central do Estado (Lacen-MT) e que, atualmente, restam 852 amostras em análise laboratorial.

Cenário nacional

Na última quinta-feira (27), o Governo Federal confirmou o total de 3.761.391 casos da Covid-19 no Brasil e 118.649 óbitos oriundos da doença. No levantamento do dia anterior, o país contabilizava 117.665 óbitos e 3.717.156 casos confirmados de pessoas infectadas pelo coronavírus.

Até o fechamento deste material, o Ministério da Saúde não divulgou os dados atualizados de sexta-feira (28).

Recomendações

Atualmente, não existe vacina para prevenir a infecção pelo novo coronavírus. A melhor maneira de prevenir a infecção é evitar ser exposto ao vírus. Os sites da SES e do Ministério da Saúde dispõem de informações oficiais acerca do novo coronavírus. A orientação é de que não sejam divulgadas informações inverídicas, pois as notícias falsas causam pânico e atrapalham a condução dos trabalhos pelos serviços de saúde.

O Ministério da Saúde orienta os cuidados básicos para reduzir o risco geral de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o novo coronavírus. Entre as medidas estão:

– Lavar as mãos frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos. Se não houver água e sabão, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool;

– Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas;

– Evitar contato próximo com pessoas doentes;

– Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo;

– Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência.

Fonte: GOV MT

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Saúde

Governo inclui Unidades Básicas de Saúde em programa de concessões

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O governo federal incluiu a política de fomento ao setor de atenção primária à saúde no seu programa de concessões e privatizações, o Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) da Presidência da República. O objetivo é possibilitar a realização de estudos e a avaliação de parcerias com a iniciativa privada para “a construção, a modernização e a operação de Unidades Básicas de Saúde dos estados, do Distrito Federal e dos municípios”.

O Decreto nº 10.530/2020, assinado pelo presidente Jair Bolsonaro, foi publicado hoje (27) no Diário Oficial da União . A partir desses estudos serão estruturados projetos-pilotos, em seleção estabelecida pela Secretaria Especial do PPI, do Ministério da Economia.

Os estudos do PPI são elaborados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). 

Em comunicado, a secretária Especial do PPI, Martha Seillier, explicou que a medida visa ampliar as parcerias no setor de saúde. “Sabemos do desafio de levar mais infraestrutura e serviços de qualidade a diversos municípios do Brasil e acreditamos que o modelo de PPPs [parcerias público-privadas] será chave para alcançarmos os resultados que a população tanto merece”, destacou.

Edição: Fernando Fraga

Fonte: EBC Saúde

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