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Suspeito de matar vendedora a facadas na região metropolitana do RJ é preso

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Ana Caroline, 29 anos, era vendedora
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Ana Caroline, 29 anos, era vendedora


Policiais da Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNSGI) prenderam, nesta quarta-feira, Marcos Vinicius Lemos Batista, de 42 anos. Ele é suspeito matar a facadas a vendedora Ana Caroline Pereira Lopes Felício, de 29 anos, na madrugada desta terça-feira, dia 8, no bairro Vista Alegre, em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio. A filha dela, de 5 anos, e os pais de Ana Caroline, de 63 e 65 anos, ficaram feridos no ataque.

Havia um mandado de prisão temporária contra Marcos Vinicius. Ele não quis prestar depoimento à polícia. Nesta quinta-feira, dia 10, ele passará pela audiência de custódia.

De acordo com agentes do 7º BPM (Alcântara) que estiveram no local, informações de testemunhas indicam que houve uma briga familiar na residência onde ocorreu o crime, localizada na Avenida Bispo Dom João da Mata. Testemunhas relataram que o crime foi presenciado por outras duas filhas de Ana Caroline, de 9 e 3 anos, que não se feriram.

Tio de Ana Caroline, Vicente Lopes de Carvalho, de 54 anos, classificou o crime como “uma covardia”. Ele esteve na casa da familía e disse que os cômodos estão com marcas de sangue. Vicente contou ainda que não sabe se a sobrinha vinha recebendo ameaças:

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“Estou baqueado até agora. Tem uma criancinha de 5 anos que ele tentou matar. Só queremos que ele seja preso. Foi um banho de sangue. Ele acabou com uma família”.


Segundo ele, os idosos estavam dormindo quando foram atacados:

“Meu cunhado me disse que quando acordou ele (o suspeito) já estava em cima dele”, relatou.

Foi Vicente que socorreu os feridos, após o cunhado ir até sua casa, que é próxima da residência onde vive a família de Ana.

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Estados Unidos descartam lockdown; OMS alerta para novos surtos

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A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou hoje (29) que a variante Ômicron do novo coronavírus impõe alto risco de novos surtos de infecção.

A OMS advertiu as 194 nações afiliadas de que a possibilidade de um novo surto pode ter consequências severas, mas ressaltou que nenhuma morte foi registrada até o momento em decorrência da nova variante.

Também hoje, o presidente norte-americano, Joe Biden, afirmou em discurso na Casa Branca que a nova variante é motivo de preocupação, mas não de pânico. Segundo Biden, a variante chegará em solo americano cedo ou tarde; portanto, a melhor abordagem no momento é a vacinação.

Na próxima quinta-feira (2), a Casa Branca, sede do governo dos Estados Unidos, divulgará uma nova estratégia para lidar com a pandemia e suas variantes durante o inverno. Joe Biden adiantou que o plano não incluirá novas ações restritivas à circulação de pessoas ou contenção de aglomerações. “Se as pessoas estiverem vacinadas e usarem máscaras, não há necessidade de novo lockdown [confinamento]”, afirmou.

O presidente ressaltou, entretanto, que ainda demorará algumas semanas até a comprovação da eficácia dos imunizantes disponíveis contra a Ômicron.

O especialista em saúde Anthony Fauci, conselheiro do governo nas ações contra a pandemia, disse que que o país “obviamente está em alerta vermelho”. “É inevitável que se espalhe amplamente”, afirmou em entrevista a uma rede de televisão neste sábado (27), de acordo com a agência internacional de notícias Reuters.

Segundo projeções de órgãos de saúde internacionais, o número de casos da variante Ômicron deve ultrapassar 10 mil nesta semana, em comparação aos 300 registros feitos na semana passada, informou o professor Salim Abdool Karim, infectologista que trabalha no combate à pandemia no governo sul-africano.

Ontem (28), o presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, denunciou em redes sociais o que chamou de abordagem “injustificada e anticientífica” em relação país. Para Ramaphosa, o fechamento de fronteiras e a proibição de voos de países da África Austral fere profundamente economias que dependem do turismo, além de serem “uma espécie de punição pela capacidade científica de detectar novas variantes”.

O presidente da África do Sul fez um apelo para que autoridades internacionais não estabeleçam restrições de voo para a região.

*Com informações da Reuters

Edição: Nádia Franco

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