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SUA SAÚDE HOJE: 10 de julho Dia Mundial da Saúde Ocular. Prevenção evitaria 75% dos problemas

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Por Edmundo Pacheco | Portal Mato Grosso

A Organização Mundial da Saúde (OMS) nos lembra que 75% dos casos de deficiência visual poderiam ser evitados com prevenção ou tratamento, se todas as pessoas tivessem consciência das centenas de doenças existentes. Falar sobre doenças pode parecer uma coisa até desagradável, mas conhecê-las é fundamental para se ter um diagnóstico correto, um tratamento eficaz e menos custo, além de se evitar sofrimentos desnecessários.

E hoje, 10 de julho, A OMS marcou o Dia Mundial da Saúde Ocular, visando lembrar os diferentes problemas que podem afetar a saúde dos olhos, falar sobre as doenças, formas de prevenção e tratamentos. E o fundamental em tudo isso é o diagnóstico precoce que permite evitar a perda de visão em muitos casos.

Conheça aqui algumas das doenças oftalmológicas mais comuns:

Ambliopia: também conhecida como “olho preguiçoso”, afeta geralmente crianças e é uma diminuição da visão em razão de um desenvolvimento visual anormal.

Astigmatismo: é um problema comum na formação da córnea, pode ser corrigido com óculos na maioria dos casos

Blefarite: é uma inflamação das pálpebras, não usar lentes de contato sujas e ajuda a evitar.

Catarata: a doença desenvolve-se ao longo de muitos anos e gera embaçamento da visão. Na catarata o cristalino do olho torna-se opaco. O tratamento é cirúrgico.

Ceratocone: é uma alteração na córnea que pode provocar a diminuição ou perda da visão. Os pacientes devem consultar-se com o médico para saber qual o tratamento mais adequado.

Conjuntivite: é uma inflamação da conjuntiva, uma membrana que recobre as pálpebras e os olhos.

Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI): é uma doença degenerativa da retina que provoca uma perda progressiva da visão central. Ela afeta a mácula, região central da retina, que é responsável pela visão central, usada na leitura, na identificação de detalhes e cores. É a causa mais comum de perda de visão em pessoas acima de 55 anos. Estima-se que 3 milhões de pessoas no Brasil  tenham DMRI.

Estrabismo: Distúrbio em que os olhos não olham exatamente na mesma direção ao mesmo tempo. Pacientes devem consultar o médico para saber o tratamento adequado.

Glaucoma: doença silenciosa, não causa dor nem incômodo. É um aumento da pressão interna do olho que pode levar a perda visual irreversível.

Hipermetropia: é quando os olhos apresentam medidas menores que as usuais. A pessoa terá dificuldade para enxergar de perto e o uso de óculos é  geralmente indicado.

Miopia: geralmente acontece quando os olhos são mais alongados que o normal, a pessoa tem dificuldades para ver de longe e o uso de óculos é indicado.

Presbiopia ou vista cansada: aparece a partir dos 40.É a perda de elasticidade do  o cristalino, que é o que permite aos olhos ajustar o foco da visão. O uso de óculos é indicado.

Pterígio: é o espessamento da conjuntiva, de forma triangular, que se estende do ângulo interno do olho na direção da córnea. Apesar de ser um problema benigno e não infeccioso, se ele cobrir a pupila pode causar cegueira.. Recomenda-se o uso de óculos escuros e o tratamento é cirúrgico.

Retinopatia diabética: é uma doenças decorrente da Diabetes que causa lesões na mácula, o centro da retina. Controlar o Diabetes é uma medida para evitar a doença e o tratamento tem bons resultados quando iniciado precocemente. O diagnóstico precoce e acompanhamento médico são essenciais.

Síndrome do olho seco: é uma disfunção lacrimal que provoca incômodo. O tratamento costuma ser feito com colírios especiais e o acompanhamento médico é fundamental.

Terçol: é uma doença comum, causada pelo entupimento das glândulas ao redor das pálpebras.

Uveíte: é a inflamação da úvea, parte média do olho onde está a íris.

E lembre-se sempre: A consulta ao oftalmologista deve ser feita desde a infância. A visita precoce ao médico pode corrigir problemas simples de refração, como a miopia a hipermetropia e o astigmatismo.  Com a adequada correção evita-se desgastes, principalmente das crianças em fase escolar.

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80 mil pessoas sofrem amputações todos os anos por problemas de circulação sanguínea e diabetes

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Por Edmundo Pacheco | Portal Mato Grosso

Hoje, 15 de agosto é o Dia V, instituído pela Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV) como o Dia da Consciência Vascular, e também o Dia do Cirurgião Vascular. O objetivo é chamar a atenção da sociedade para os problemas da circulação sanguínea, visando diminuir o número de complicações e mortes por doenças vasculares.

 

HÁ UM ANO AQUI

 

As doenças vasculares estão entre as 10 doenças que mais matam no mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) e só no Brasil, cerca de 80 mil pessoas sofrem amputação das pernas todos os anos por causa de problemas de circulação sanguínea. Pelo menos 75% destas amputações por algum tipo de problema arterial poderia ter sido evitado se diagnosticada e tratado a tempo. O problema é que essas doenças não apresentam sintomas e isso leva as pessoas a uma falsa sensação de saúde, até ser tarde demais.

Para ajudar na conscientização, a SBACV lançou um guia rápido, que explica, o que e como prevenir as principais doenças vasculares:

ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL – Segunda causa de morte mundial, também chamado de derrame, ocorre quando há o entupimento ou rompimento de um vaso que leva sangue ao cérebro.

Prevenção: é preciso evitar os fatores de risco para a doença que são: hipertensão, diabetes e obesidade.

PÉ DIABÉTICO – A diabetes má controlada causa, ao longo do tempo, alterações no sistema nervoso e a pessoa pode perder a sensibilidade dos pés. Ao ter alguma ferida nos pés, ela não sente e essa ferida também não cicatriza. Uma das características do pé diabético é o ressecamento. Se não tratado pode gerar a amputação do membro.

Prevenção: controlar o diabetes com alimentação e exercícios e fazer constantemente exames de sangue para medir a glicemia, além do exame dos pés diariamente em busca de feridas e machucados, caso diabético.

TROMBOSE VENOSA PROFUNDA – Doença causada pela coagulação do sangue no interior das veias – vasos sanguíneos que levam o sangue de volta ao coração. As veias mais comumente acometidas são as dos membros inferiores (cerca de 90% dos casos). Os sintomas mais comuns são o inchaço e a dor. De acordo com a literatura científica, a doença atinge entre 44 a 145 pessoas a cada 100 mil.

Prevenção: evitar os fatores de risco que são tabagismo, permanecer sentado, deitado (acamado) ou em pé por muito tempo, saber ser tem hipercoagulabilidade genética, realizar cirurgias de grande porte, gravidez, estar com câncer ou em tratamento, ter insuficiência cardíaca, entre outros. Exercícios, medicamentos e uso de meias elásticas podem auxiliar na prevenção.

ANEURISMA DE AORTA – É a dilatação anormal da parede da aorta, maior artéria do corpo e responsável por transportar sangue rico em oxigênio para todo o organismo. Ao se romper pode causar a morte. As estimativas apontam que o problema acomete 5% dos homens e 1% das mulheres acima de 55 anos.

Prevenção: não há prevenção, é preciso verificar seus fatores de risco e realizar exames de diagnóstico, pois a doença é assintomática. Entre os fatores de risco estão: idade superior a 65 anos, tabagismo, hipertensão, aterosclerose (acúmulo de gordura e outras substâncias no vaso) e histórico familiar.

ANEURISMA PERIFÉRICO – É a dilatação anormal da parede de artérias periféricas, como a femoral, a da virilha, a carótida, a do pescoço e a dos braços. É mais difícil de romper, mas pode gerar um coágulo e impedir a passagem de sangue, comprimir um nervo ou uma veia próxima, causando dor, formigamento e inchaço.

Prevenção: assim como o aneurisma de aorta, não há prevenção. É preciso realizar exames de diagnóstico. Costuma ser descoberto em exames de checkup ou na investigação de outras doenças. Por isso é importante um exame clínico detalhado.

DOENÇA ARTERIAL OBSTRUTIVA PERIFÉRICA (DAOP) – Se caracteriza pela dificuldade de passagem do sangue devido a placas de gordura, cálcio e pela própria degeneração da parede do vaso ao longo dos anos. De acordo com o Center of Disease control and prevention, dos Estados Unidos, 50% dos pacientes com DAOP são assintomáticos. Um dos sintomas é a dor na batata da perna ao caminhar (claudicação intermitente).

Prevenção: não fumar, já que o tabagismo aumenta em quatro vezes o risco para a doença, evitar comidas gordurosas e praticar atividade física.

 

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