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“Studio 90” marca a volta ao palco do Coro Experimental MT

Espetáculo será apresentado no Teatro Zulmira Canavarros na próxima terça-feira

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Uma boate fictícia em Cuiabá, em meio à efervescência dos anos 90, é o centro da trama do novo espetáculo do Coro Experimental MT, que será apresentado no Teatro Zulmira Canavarros, na próxima terça-feira (dia 30). Após enfrentar um longo período de restrições por conta da pandemia de Covid-19, o CEMT volta ao palco renovado e com muita disposição para compartilhar com o público o bom gosto musical, a originalidade e a irreverência que são características do grupo desde sua criação em 2017.

O músico Jefferson Neves, que responde pela direção artística do CEMT junto com Tuanny Godoi, conta que a ideia de ambientar o novo espetáculo na década de 1990 surgiu como um contraponto ao clima de apreensão e desesperança que acompanhou a população brasileira em 2020 e boa parte de 2021.

“Embora não tão distante, os anos 90 são icônicos, principalmente para a geração que nasceu na década anterior e viveu as mudanças do final do século 20. Essa transformação aconteceu nos campos político, com a redemocratização do Brasil; tecnológico, com a introdução de novas tecnologias no bojo da internet; e cultural, sobretudo na música”, comenta Neves, que, por ter nascido em 1983, viveu intensamente a década de 90.

A música vibrante e iconoclasta de novos ídolos, como Madonna, Britney Spears, Nirvana e Red Hot Chilli Peppers vem embalada no visual ousado e sedutor dos videoclipes. E o cenário musical brasileiro acompanha a tendência internacional, ainda que mantenha suas especificidades: é o tempo do axé music, das baladas românticas de Lulu Santos e outros astros, e do surgimento de grupos como Fat Family.

Tudo isso será evocado por meio de arranjos elaborados por Jefferson Neves para as vozes dos integrantes do CEMT.  Mais uma vez, o grupo de aproximadamente 40 pessoas não se limita a cantar e tem outros talentos colocados à prova, como a interpretação dos personagens que darão vida à trama idealizada por Neves e Tuanny. A boate Studio 90 é o cenário para a apresentação de diversos números musicais, sendo que a maioria ficará a cargo do CEMT e alguns serão interpretados por solistas do grupo.

“Quisemos resgatar o clima de uma boate dos anos 90, com seus frequentadores e suas coreografias. É um local de encontros, desencontros, amizades, intrigas e muito humor”, conta Neves. Na verdade, a intenção inicial era gravar todo o espetáculo a ser exibido online, porém a empolgação do grupo com as músicas escolhidas foi tanta que houve a decisão de apresentar neste final de ano uma prévia do que virá em 2022.  A vontade de estar perto do público que acompanha o CEMT desde sua estreia em 2017 também foi um fator decisivo para a mudança de planos assim como o relaxamento das medidas restritivas associadas à pandemia de Covid-19.

“Quem conhece o trabalho do CEMT sabe que a gente gosta de inovar, de surpreender, sempre com a preocupação de promover o canto coral, que é a paixão que une Jefferson e eu, e todos os cantores que já estiveram conosco nesses quatro anos de muita luta, já que hoje somos um coro 100% independente”, ressalta Tuanny.

O espetáculo “Studio 90” será apresentado no Teatro Zulmira Canavarros, na próxima terça-feira (dia 30/11), às 20h, e é recomendado para pessoas acima de 14 anos. A venda de ingressos antecipados está sendo feita por meio da plataforma do Das Music Lab:  https://www.sympla.com.br/show—studio-90__1421805

Serviço:

O que: “Studio 90” com o Coro Experimental MT

Onde: Teatro Zulmira Canavarros (Assembleia Legislativa de Mato Grosso)

Quando: 30 de novembro de 2021 (terça-feira), às 20h

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Livro Geoparque Chapada dos Guimarães fomenta desenvolvimento sustentável e turismo

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O livro Geoparque Chapada dos Guimarães – uma viagem pela história do planeta, lançado esta semana, relata os processos geológicos que formaram as rochas que são vistas nas belas paisagens, compondo os paredões e cachoeiras da região e permanecem preservadas há milhões de anos. A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) é apoiadora do projeto.

A obra, dividida em 10 capítulos, divulga estudos realizados por pesquisadores da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), do Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT), e de outras instituições com a história geológica do Parque Nacional a partir da exploração de registros paleontológicos do período Paleozoico e Mesozoico.

O projeto surgiu como uma iniciativa de popularizar o conhecimento produzido por geólogos, geógrafos, turismólogos, entre outros profissionais, levando informação de forma sistematizada para comunidades locais, estudantes, pesquisadores e profissionais para desta forma fomentar o desenvolvimento sustentável por meio do geoturismo e ações pedagógicas.

Geossítios

Um convenio firmado entre Sema, UFMT e Fundação Uniselva deu início ao Projeto Geoparque Chapada dos Guimarães, que consistiu no inventário dos geossítios e especificação da conservação da geodiversidade em locais de alta relevância. Esse projeto está sendo desenvolvido pela Faculdade de Engenharia da UFMT, campus Várzea Grande.

O inventário demonstrou que a área possui geossítios com relevância científica, com elevado potencial para uso turístico ou educacional. “Porém, alguns dos geossítios necessitam de medidas de gestão que possam garantir a sua integridade, uma vez que apresentam risco de degradação. Os critérios relacionados ao potencial de uso educacional e turístico foram mais homogêneos, em geral, com uma nota elevada”, explicou a secretaria adjunta de Licenciamento Ambiental e Recursos Hídricos, Lilian Ferreira.

“O livro é um passeio pelas riquezas da região demonstrando toda a geodiversidade, abordando temáticas geológicas, arqueológicas, flora, fauna, história, gastronomia, pontua Lilian. “servirá como base para o levantamento das potencialidades turísticas da região, e para criação de políticas públicas na área do turismo, unindo conservação e valorização do patrimônio natural da região”.

Publicação

O professor Caiubi Kuhn, um dos organizadores do livro, destacou que o projeto foi desenvolvido por instituições muito importantes para o Estado. “Esse trabalho conjunto entre professores, pesquisadores e estudantes tornou possível o projeto Geoparque”.

A publicação do conteúdo foi viabilizada por meio do apoio da Federação Brasileira de Geólogos (Febrageo), da Associação Profissional dos Geólogos do Estado de Mato Grosso (Agemat) e da Associação de Geólogos de Cuiabá (Geoclube), com patrocínio do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea) e do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea-MT).

Workshop Geoparque Chapada dos Guimarães

O lançamento do livro, que ocorreu na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, fez parte do III Workshop Geoparque Chapada dos Guimarães, realizado pela UFMT com objetivo de divulgar a riqueza histórica e ambiental do Parque Nacional de Chapada dos Guimarães, e o potencial turístico da localidade.

Entre os temas abordados nos cursos, minicursos e palestras, estão turismo e natureza, dinossauros no Brasil, geodiversidade e geoturismo no Centro-Oeste e no Parque de Chapada dos Guimarães. Os painéis mostram o potencial da localidade de se tornar um Geoparque Global da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), de importância internacional.

Fonte: GOV MT

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