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Sputnik: Governadores estudam concentrar primeiras doses em poucas cidades

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Sputnik: Governadores estudam concentrar primeiras doses em poucas cidades
Divulgação/Sputnik Vaccine

Sputnik: Governadores estudam concentrar primeiras doses em poucas cidades

O governador do Piauí, Wellington Dias (PT), afirmou neste sábado que os governadores do Nordeste estudam aplicar as primeiras doses da vacina Sputnik V — aprovada na sexta-feira, com condicionantes, pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) — em uma cidade de cada Estado. A ideia é reproduzir um experimento realizado na cidade de Serrana (SP), pelo Instituto Butantan, para avaliar a eficácia da CoronaVac.

A proposta foi discutida em uma reunião realizada na manhã deste sábado. Wellington Dias é o coordenador para vacinação do Fórum Nacional de Governadores, além do presidente do Consórcio Nordeste, que reúne governantes da região.

“A ideia que a gente discutiu hoje é de, provavelmente, escolher cidades. Piauí, por esse 1%, duas doses, vai receber 64 mil doses. Vamos escolher uma cidade que tenha mais ou menos 32 mil pessoas para vacinar. Vamos aplicar a primeira e a segunda dose, como foi feito em Serrana, acompanhado pelo Butanta. E assim, cada um dos Estados. É mais ou menos essa a ideia”, explicou em Dias, ao participar de transmissão do grupo de advogados Prerrogativas.

Na sexta-feira, a Anvisa autorizou a importação excepcional e temporária de doses da Sputnik V feita pelos estados da Bahia, Maranhão, Sergipe, Ceará, Pernambuco e Piauí, além da vacina indiana Covaxin. A decisão vale apenas para lotes específicos de imunizantes trazidos de fora e não configura autorização de uso emergencial pela agência.

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Segundo a Anvisa, poderão ser importadas inicialmente 4 milhões de doses da Covaxin e outras 928 mil da Sputnik V. Após o uso das doses autorizadas, a agência vai analisar os dados de monitoramento do uso da vacina para poder avaliar os próximos quantitativos a serem importados.

O cálculo, informou a agência, foi feito da seguinte forma: no caso da Covaxin, o uso será restrito a 1% da população brasileira, considerando as duas doses. E, em relação à Sputnik, será referente a 1% da população de cada um dos seis estados solicitantes.

Estudo bem-sucedido

A cidade de Serrana, no interior de São Paulo, foi escolhida para o estudo conduzido pelo Instituto Butantan, no qual apostou numa campanha de vacinação em massa contra a Covid-19. O município com 45 mil habitantes tinha um alto índice de contágio, que pôde ser controlado após 75% da população ser imunizada. De acordo com os dados da pesquisa, logo depois do fim da vacinação, o índice de mortes caiu 95%.

Um experimento semelhante está sendo realizado na cidade de Botucatu, também em São Paulo, mas com a vacina da AstraZeneca. O comitê científico da cidade do Rio também avalia fazer o mesmo na Ilha de Paquetá.

Fonte: IG SAÚDE

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Dois aviões com vacinas da Pfizer chegam ao aeroporto de Campinas

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Vacina da Pfizer: Brasil recebe 1º lote do imunizante com 4 meses de 'atraso'
Reprodução: BBC News Brasil

Vacina da Pfizer: Brasil recebe 1º lote do imunizante com 4 meses de ‘atraso’


Dois aviões com doses da vacina da Pfizer/BioNTech contra a covid-19 chegaram ao aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), nesta quinta-feira (5). O primeiro voo, que trouxe o 38° lote, com 781.560 doses do imunizante, aterrissou por volta das 18h30.


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Já o voo com o 39° lote, com 1.053.000 doses, aterrissou próximo das 20h30.Com esses lotes, a farmacêutica entregou quase 34 milhões de doses ao governo brasileiro. Das 17,6 milhões de doses que estavam previstas para entrega entre 3 e 22 de agosto, ficam faltando 13,69 milhões.

Pelo cronograma previsto para este mês, a Pfizer passou de uma média de entrega de 1 milhão de doses por semana, para 1 ou 2 milhões de doses por dia. Até então, somente aviões cargueiros transportavam as vacinas dos Estados Unidos para o Brasil, mas com o aumento do número de doses entregues a partir de agosto até o final do ano, aeronaves da Latam também entraram no novo cronograma logístico.


Entre o final de agosto e setembro, há a previsão da chegada de quase 52,4 milhões de doses – que fazem parte do primeiro acordo firmado no dia 19 de março e que contempla a disponibilização de 100 milhões de vacinas até o final do terceiro trimestre de 2021.O segundo contrato, assinado em 14 de maio, prevê a entrega de outras 100 milhões de doses entre outubro e dezembro. Ao longo do ano, a farmacêutica fornecerá um total de 200 milhões de doses de vacina ao Brasil.

Fonte: IG SAÚDE

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