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SP: secretário de Osasco, suspeito de assédio, é exonerado da prefeitura

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A cena teria sido presenciada por uma testemunha que estava no local
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A cena teria sido presenciada por uma testemunha que estava no local

A prefeitura de Osasco, na Grande São Paulo, exonerou , nesta quarta-feira (03), o secretário municipal de Cultura, Márcio Bitencourt, denunciado pela Promotoria de Justiça da cidade por assédio sexual contra uma assessora . As informações são do portal UOL .

“O seu desligamento se dá a pedido, a fim de manter a lisura e maior transparência na a puração dos fatos . A Prefeitura esclarece que não compactua e repudia atos que provoquem constrangimentos aos servidores”, diz trecho de um comunicado emitido pela prefeitura.

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De acordo com o promotor do caso, Daniel Magalhães Albuquerque Silva, no dia 26 de janeiro, o secretário convocou a vítima para uma reunião de trabalho em sua sala, no entanto, em determinado momento, passou a tratar de assuntos pessoais e íntimos. Ele ainda tentou beijar a mulher à força. A prática teria sido presenciada por uma testemunha que estava fora da sala.

O Ministério Público está investigando o caso, que está em segredo de Justiça .

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‘Queiroga com certeza será reconvocado à CPI’, diz Omar Aziz

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 'Queiroga com certeza será reconvocado à CPI', diz Omar Aziz
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‘Queiroga com certeza será reconvocado à CPI’, diz Omar Aziz

O senador e presidente da CPI da Covid , Omar Aziz (PSD-AM), se posicionou sobre o depoimento do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, como a “grande decepção” da comissão até o momento. Em relação as falas pouco objetivas, Aziz reiterou que Queiroga “com certeza” será reconvocado. As falas foram reproduzidas em uma entrevista no YouTube para o canal do historiador Marco Antônio Villa.

O motivo que levou o presidente da comissão em buscar uma nova audiência para ouvir Queiroga é a constante contradição entre as diretrizes do Ministério da Saúde e as políticas públicas do governo Bolsonaro .

Queiroga declarou inúmeras vezes que não se pronunciaria em seu depoimento pois não havia um protocolo de tratamento para a covid-19 elaborado pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec).

Renan Calheiros declarou no último sábado (08) que a estratégia adotada pelo cardiologista comandante do Ministério da Saúde de não responder objetivamente as perguntas é uma outra maneira de “não falar a verdade”.

Aziz ratificou o posicionamento de Calheiros ao declarar que “a gente perguntava se ele era a favor da cloroquina – e ele não citava a palavra cloroquina, falava em ‘fármacos’ -, ele jogava para a Conitec”.


O presidente da CPI argumentou que o posicionamento de Queiroga visa “não magoar o chefe” e que as contradições existentes dão base para que o ministro seja reconcado”.

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