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SP reajusta de R$ 4,40 para R$ 4,83 o vale-transporte para metrô e trens da CPTM

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Metrô de São Paulo
Cris Castello Branco

Valores pagos por meio de bilhetes ou em dinheiro vai continuar o mesmo

O governo do estado de São Paulo reajustou de R$ 4,40 para R$ 4,83 o valor da tarifa do vale-transporte  para trens do metrô e da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) pago pelos empregadores aos seus funcionários. A decisão foi publicada na edição deste sábado do Diário Oficial.

De acordo com o ofício, a nova cobrança começará a valer a partir do próximo sábado (23). O valor da tarifa do Cartão BOM , Bilhete Único comum ou paga em dinheiro por meio da compra de bilhetes nas bilheterias das estações continuará em R$ 4,40.

Com o reajuste, o valor fica igual ao cobrado desde 1º de janeiro 2020 pela SPTrans nos ônibus municipais da cidade de São Paulo.

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Tanto governo do estado quanto prefeitura não reajustaram o preço da passagem comum de metrô, CPTM e ônibus urbanos municipais neste ano.

Essa não será a primeira mudança sentida no transporte público em 2021. A partir do dia 1º de fevereiro, a gratuidade da passagem para usuários entre entre 60 e 64 anos que utilizam o transporte municipal deverá deixar de valer . Apenas pessoas com 65 anos ou mais continuam com a isenção do pagamento da tarifa, pois o benefício é garantido pelo Estatuto do Idoso.

Com essa alteração, 186 mil pessoas na faixa etária atingida pelo fim do benefício terão até o dia 31 deste mês para usar o Bilhete Único Especial da Pessoa Idosa e rodar de graça nos ônibus da cidade de São Paulo. Segundo a SPTrans.

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BRASIL E MUNDO

Eduardo Bolsonaro nega participação em invasão do Congresso dos EUA

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Deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP)
Cleia Viana/Câmara dos Deputados

Deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP)

O deputado federal  Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) , filho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) negou nesta segunda-feira (8) ter participado de uma “reunião secreta” nos Estados Unidos que teria sido convocada para discutir a  invasão do Capitólio pelos apoiadores de Donald Trump, que ocorreu no dia seguinte.

“Eu queria ser tão poderoso como falam que eu sou”, disse o deputado. A acusação de que o filho do presidente da República teria participado do planejamento do ato foi reportado no site americano de jornalismo investigativo  Proof

Segundo Eduardo Bolsonaro, ele estava em Washington tentando agendar uma reunião com Jared Kushner, o genro de Trump. No Twitter, ele explicou que, como Kushner estava em viagem devido a uma missão no Oriente Médio, ele teria sugerido a Eduardo que se reunisse com sua mulher, Ivanka, para tratar das iniciativas conservadoras que o deputado lidera no País. 

Em janeiro, Eduardo criticou a invasão, dizendo que “não serviu de nada” “Foi um movimento desorganizado. Foi lamentável. Ninguém desejava que isso ocorresse”, disse.

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