JUSTIÇA

SP: Museu da Justiça alcança recorde de participantes em visitas telepresenciais

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O Museu do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) promoveu, nas últimas quinta (15) e sexta-feira (16/4), visitas guiadas telepresenciais para alunos da Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU). Foram realizadas quatro visitas com alunos e alunas do 1º ao 10º semestre do curso de Direito, sendo 310 no primeiro grupo, 280 no segundo, 185 na terceira e 316 na quarta turma. Ao todo foi registrado, pela primeira vez, um total de 1.091 visitantes em apenas dois dias.

A coordenadora do Museu da Justiça, desembargadora Luciana Almeida Prado Bresciani, acompanhou os grupos e celebrou a adesão do público ao evento telepresencial. “Precisamos conhecer a instituição e nossa história para bem construir o futuro.”

A juíza Léa Maria Barreiros Duarte, da 3ª Vara da Família e das Sucessões de Santo Amaro, participou como convidada na terceira visita, que ocorreu na sexta-feira (16/4), pela manhã. “Aos alunos, se me permitem um conselho, façam sempre o melhor que puderem com ética, com alegria, determinação, cuidado ao próximo e dedicação, assim os caminhos aparecerão e serão sempre trilhados com a certeza de que tudo está no lugar em que deve estar.”

Ao acessarem a visita telepresencial pela ferramenta Teams, docentes e estudantes foram recebidos pela equipe do Museu, assistiram ao vídeo institucional e depois iniciaram o tour virtual. Personagens e histórias que marcaram o Judiciário paulista foram apresentadas ao público, que pôde interagir com a equipe da instituição e fazer perguntas e comentários.

A professora Lidiane Duca Silva, coordenadora-adjunta do curso de Direito da FMU, foi a responsável por organizar as visitas na faculdade. “Para os alunos, é uma oportunidade única conhecer a história do Tribunal de Justiça de São Paulo. Mesmo de forma telepresencial, estar no Museu da Justiça é uma grata satisfação para todos nós. Com certeza, organizaremos uma visita presencial assim que possível, depois da pandemia.”

As visitas virtuais ao Museu da Justiça começaram em outubro de 2020 desde então têm permitido a instituições e público em geral de todo Brasil conhecer a história e memória do TJSP, preservada e recontada pelas obras e acervo do Museu da Justiça em sua sede, o Palacete Conde de Sarzedas. Elas são abertas ao público em geral, por ordem de inscrição, em duas sextas-feiras por mês. As pessoas interessadas podem se inscrever pelo e-mail [email protected], informando nome completo e, no campo “Assunto”, escrever “Solicito inscrição para a visita telepresencial ao Museu (informar data de preferência)”.

Para grupos previamente formados de universidades, instituições e público em geral, é necessário pré-agendamento, também pelo mesmo e-mail, com os seguintes dados: nome da instituição, nome do responsável pela visita, quantidade de pessoas, telefone e e-mail para contato e dia e horário da visita. Os visitantes recebem certificado de participação expedido gratuitamente.

Fonte: TJSP

Fonte: CNJ

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JUSTIÇA

Aras pede esclarecimentos sobre operação que deixou 25 mortos no Rio

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O procurador-geral da República, Augusto Aras, pediu ao governador do Rio de Janeiro, Claudio Castro, informações sobre a operação policial que deixou 25 mortos na favela do Jacarezinho. Aras também pediu esclarecimentos ao Ministério Público do Rio. O prazo para o envio da manifestações é de cinco dias úteis. 

Ao receber as informações, o procurador-geral deverá avaliar se houve descumprimento da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que estabeleceu balizas para as operações e tomará as medidas cabíveis. Conforme decisão proferida pelo STF no ano passado, as operações poderão ser deflagradas somente em casos excepcionais. A polícia ainda deverá justificar as medidas por escrito e comunicá-las ao Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, órgão responsável pelo controle externo da atividade policial.

A operação é questionada por diversas entidades que atuam em defesa dos direitos humanos, pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e pela Defensoria Pública do estado. 

Ontem (6), a Polícia Civil negou que tenha havido casos de execução de suspeitos durante a operação na favela do Jacarezinho. O delegado Fabrício Oliveira, chefe da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), unidade especial da Polícia Civil, contou que os confrontos se estenderam por toda a comunidade e que os criminosos invadiram as casas dos moradores, o que forçou os policiais a entrar nas residências. Oliveira negou, porém, que tenha havido execução de suspeitos.

O objetivo da operação era combater grupos armados de traficantes de drogas vinculados à facção Comando Vermelho que estariam aliciando crianças para o crime.

Edição: Nádia Franco

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