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SP inaugura centro de pesquisa para inovações de combate a mudanças climáticas

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Centro de Pesquisa para Inovação em Gases de Efeito Estufa
Divulgação/Governo do Estado de São Paulo

Centro de Pesquisa para Inovação em Gases de Efeito Estufa

O Governo de São Paulo anunciou nesta sexta-feira (08), um investimento de R$63 milhões em um centro de pesquisa de engenharia para invações de combate a mudanças climáticas.

Em parceria com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e Shell, o local terá sede na Universidade de São Paulo (USP) e será recebe o nome de Fapesp Shell RCGI (Research Centre for Gas Innovation). 

Em discurso, o governador  João Doria reforçou a importância da parceria e o compromisso de zerar as emissões de carbono em São Paulo até 2050. 

“O bom papel é este. Quando o setor privado e o setor público, a academia, juntos, estabelecem metas e princípios para a execução de tarefas. É a continuidade disso que nos traz a satisfação de que estamos no caminho certo […] Hoje demos mais um passo importante na defesa da ciência, na proteção ambiental e na busca de caminhos alternativos para o carbono zero no nosso país”, disse o governador. 

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A iniciativa tem como objetivo alavancar a imagem do país como referência em estratégias de combate a mudanças climáticas, em defesa do meio ambiente e do desenvolvimento sustentável. 

A USP já trabalhava em pesquisas com foco na sustentabilidade, mas agora passará a ter como prioridade medidas que permitam ao Brasil atingir os compromissos assumidos no Acordo de Paris.



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BRASIL E MUNDO

No Dia Mundial de Combate à Aids, papa pede solidariedade a vítimas

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 O papa Francisco pediu nesta quarta-feira (1º) mais solidariedade com aqueles que sofrem com o vírus HIV, para garantir os cuidados dos que vivem nos lugares mais pobres do mundo.

Em sua audiência geral, Francisco disse que o Dia Mundial de Combate à Aids é uma ocasião importante para lembrar das pessoas afetadas pelo vírus. Em algumas áreas do mundo não existe acesso a cuidados essenciais, disse ele.

A UNAids, programa de combate ao HIV e à aids, da Organização das Nações Unidas (ONU) sediado em Genebra, afirmou na segunda-feira que a pandemia de covid-19 está minando a reação à aids em muitos locais, e que os serviços para pessoas que usam remédios contra HIV sofreram transtornos em 65% dos 130 países pesquisados.

“Espero que possa haver um compromisso renovado de solidariedade para garantir cuidados de saúde eficientes e igualitários (para aqueles com HIV-Aids)”, disse o papa.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 37,7 milhões de pessoas conviviam com o HIV no final de 2020, mais de dois terços delas na África.

No mês passado, Francisco escreveu uma carta a Michael O’Loughlin, jornalista norte-americano que escreveu um livro sobre o trabalho de católicos que ajudaram vítimas da aids no início da crise surgida nos anos 80.

“Obrigado por iluminar as vidas e dar testemunho dos muitos padres, mulheres religiosas e leigos que escolhem acompanhar, apoiar e ajudar seus irmãos e irmãs sofrendo de HIV e aids, com grande risco para sua profissão e reputação”, escreveu o papa na carta.

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