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SP: equipe do Hospital Universitário da USP protesta contra esquema de vacinação

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Hospital Universitário da USP
USP/Divulgação

Hospital Universitário da USP

Na tarde desta quarta-feira (04), um protesto foi realizado por funcionários do Hospital Universitário da USP , na Zona Leste de São Paulo , contra um esquema de vacinação do novo coronavírus na unidade de saúde. As informações foram apuradas pelo G1. 

Segundo os relatos de integrantes do hospital, não há doses o suficiente para todos, com isso, a direção da unidade tomou a decisão de cortar da primeira etapa do plano de imunização os trabalhadores terceirizados. 

Ainda de acordo com os depoimentos dos funcionários, na quarta-feira (03), a superintendência do Hospital Universitário se reuniu com o Ministério Público e manifestou que recebeu 800 doses da vacina CoronaVac e tal quantidade seria insuficiente para a imunização de toda a equipe, por isso a ideia da direção em vacinar somente os empregados efetivos.

“A paralisação dos funcionários do HU continua, principalmente pela inclusão das trabalhadoras (es) terceirizadas (os) na vacinação, pois essa discriminação contra os terceirizados é inadmissível!”, declara o Sindicato dos Trabalhadores da Universidade de São Paulo (Sintusp). 

Por meio de uma nota, o Hospital Universitário da USP disse que recebeu cerca de 1.500 doses da  CoronaVac  e que um plano foi orquestrado para imunizar todos os funcionários da unidade de saúde. 

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Policial que matou negro após abordagem de trânsito é presa

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 A policial que baleou e matou um homem negro durante uma briga ocorrida após uma abordagem de trânsito de rotina no estado norte-americano de Minnesota foi presa e formalmente acusada de homicídio culposo nesta quarta-feira (14).

Kim Potter, veterana com 26 anos de serviço que se demitiu da força policial de Brooklyn Center na terça-feira, foi posta sob custódia na manhã desta quarta-feira e fichada na prisão do condado de Hennepin por matar a tiro Daunte Wright, de 20 anos, na tarde de domingo, disse o Órgão de Apreensão Criminal de Minnesota em um comunicado.

Potter, de 48 anos, estava detida sem direito a fiança, segundo registros da prisão.

Wright foi parado no domingo devido a um registro de veículo vencido, disse a polícia. Policiais descobriram que existia um mandado de prisão contra ele e Potter sacou a arma de fogo ao invés da arma de choque acidentalmente durante uma luta com Wright, que voltou para o carro, disse na segunda-feira o chefe policial de Brooklyn Center, Tim Gannon, que também pediu demissão na terça-feira.

No vídeo da polícia, ouve-se Potter gritando um palavrão e, em seguida, “acabei de atirar nele”.

Para que ela seja condenada pela lei do Minnesota por homicídio culposo, os procuradores precisam mostrar que Potter foi “culposamente negligente” e que correu um “risco insensato” em suas ações contra Wright. A acusação implica uma pena máxima de 10 anos de prisão e uma multa de 20 mil dólares.

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