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SP contrata 703 profissionais para a Vigilância em Saúde da capital

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Profissionais da saúde
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A Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), anunciou a contratação de 703 profissionais para atuarem diretamente na Coordenadoria de Vigilância em Saúde (Covisa) em fevereiro.

Serão nomeados os candidatos aprovados no mais recente concurso público, de 2017. No total, serão contratados 96 médicos, 248 enfermeiros, 90 farmacêuticos, 40 nutricionistas, 30 assistentes sociais e 199 assistentes administrativos de gestão.

A Covisa exerce um papel importante e estratégico, em especial, no enfrentamento à pandemia, e nas definições de políticas públicas do município de São Paulo. As contratações visam fortalecer ainda mais essa coordenadoria. Os novos profissionais vão compor os departamentos ambiental, epidemiológico, zoonoses, de saúde do trabalhador e vigilância sanitária.

Esses 703 trabalhadores se somarão aos 1.539 profissionais de saúde que a SMS autorizou, no início de janeiro, que as organizações sociais parceiras contratem, inclusive médicos, para atender ao aumento da demanda nas unidades de Atenção Básica, a critério das Coordenadorias Regionais de Saúde (CRSs).

Além disso, 280 profissionais já foram contratados no mês de dezembro para auxiliar no atendimento à população. As OSSs também estão autorizadas a comprar medicamentos e insumos de forma emergencial. A rede municipal de saúde conta, atualmente, com 22.647 médicos, entre administração direta e indireta.

Fonte: IG SAÚDE

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OMS analisa se rápida propagação da nova varíola é devido a mutações

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Partículas do vírus da varíola dos macacos (verde) encontradas dentro do tecido de uma célula infectada (azul).
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Partículas do vírus da varíola dos macacos (verde) encontradas dentro do tecido de uma célula infectada (azul).

Uma série de estudos estão em andamento para avaliar se as mudanças genéticas no vírus monkeypox, causador da varíola dos macacos, estão impulsionando a rápida disseminação da doença pelo mundo, informou a Organização Mundial da Saúde (OMS).

As pesquisas miram a sublinhagem do patógeno chamada de Clado IIb, que tem provocado a maioria das infecções desde 2017 nas regiões endêmicas. Embora ela seja ligada também ao surto atual, que se espalha por todos os continentes, há alterações na genética que estão sendo detectadas e analisadas pelos pesquisadores.

“Olhando para o genoma, são observadas algumas diferenças genéticas entre os vírus do surto atual e os vírus antigos do Clado IIb. No entanto, nada se sabe sobre a relevância destas mudanças genéticas e está em andamento um estudo para determinar os efeitos (se houver) destas mutações na transmissão e severidade da doença”, informou a organização.

Apesar das observações, a OMS afirma que “ainda é cedo, tanto no surto quanto nos estudos de laboratório, para saber se o aumento das infecções se deve a mudanças observadas no genótipo do vírus ou a fatores do hospedeiro” humano. Por não haver confirmação sobre diferenças significativas na mutação atual, ele ainda é considerado parte da sublinhagem Clado IIb.

As infecções da varíola dos macacos em lugares fora dos 11 países africanos onde o vírus é endêmico começaram a ser registradas em maio. Dois meses depois, em 23 de julho, a OMS declarou que a doença representa uma emergência de saúde pública internacional. Até o momento, foram reportados à organização mais de 35 mil casos em 92 países, com 12 mortes – uma delas no Brasil, em Minas Gerais.

Quase todos os casos novos são registrados na Europa e nas Américas, e os especialistas têm estudado amostras destas contaminações, que aparentam ser todas causadas pela mesma mutação do monkeypox. “A diversidade entre os vírus responsáveis pelo surto atual é mínima e não há diferenças genotípicas óbvias entre os vírus de países não endêmicos”, explica a OMS.

OMS pede que infectados não entrem em contato com animais Na quarta-feira, a organização também pediu às pessoas infectadas que não entrem em contato com animais. O alerta veio após um primeiro caso, na França, de transmissão de humano para cachorro, relatado na semana passada na revista científica The Lancet.

“Trata-se do primeiro caso conhecido de transmissão de humano para animal, e acreditamos que o primeiro caso de um cachorro infectado (com a doença)”, afirmou Rosamund Lewis, diretora-técnica da OMS para o monitoramento do vírus.

Os especialistas tinham consciência de que esse salto entre as espécies poderia acontecer, por isso agências públicas de saúde já aconselhavam que as pessoas infectadas pelo vírus “ficassem isoladas de seus animais de estimação”.

Além disso, a OMS ressalta que, quando os vírus passam de uma espécie para outra, há grande risco de mutação. Lewis afirma que “a gestão de resíduos é fundamental” para reduzir o risco de contaminação para roedores e outros animais selvagens.

“A situação mais perigosa é quando um vírus salta para um pequeno mamífero com alta densidade populacional”, explicou aos jornalistas o diretor de emergências da OMS, Michael Ryan. Ele, no entanto, diz não considerar que os animais de estimação representem um grande perigo no momento.

“O vírus não sofrerá mutações mais rápido se estiver em um só cachorro do que se estiver em um único humano”, disse Ryan.

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Fonte: IG SAÚDE

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