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SP: 135 morreram de Covid-19 por falta de leitos, incluindo menino de 3 anos

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No estado de SP, pelo menos 135 pessoas já morreram na fila por um leito de UTI; taxa de ocupação é de 91,6%
Reprodução: BBC News Brasil

No estado de SP, pelo menos 135 pessoas já morreram na fila por um leito de UTI; taxa de ocupação é de 91,6%

Até esta sexta-feira (20), pelo menos 135 pessoas morreram de Covid-19 no estado de São Paulo esperando um leito de UTI . Entre as vítimas, estão um menono de três anos e um jovem de 25 que não tinha comorbidades. O levantamento foi feito pelo G1 .

Os pacientes estavam cadastrados no sistema de regulação de transferência do estado, mas faleceram antes de conseguir uma vaga, informou a Secretaria da Saúde.

As cidades que possuem maior fila de espera por leitos estão na Grande São Paulo, Taboão da Serra e Franco da Rocha , cada uma com 15 pessoas.

O estado de São Paulo tem  27.527 pacientes internados , sendo 11.738 em UTIs e 15.789 em enfermaria. A taxa de ocupação de UTIs nas redes pública e privada está em 91,4% no estado e em 91,6% na Grande São Paulo

A Secretaria da Saúde disse, por meio de nota enviada ao G1, que está impactada com a escalada de contaminações e internações decorrentes do novo coronavírus (Sars-Cov-2).

“O governo de SP tem investido na ampliação de leitos e somente neste mês anunciou a abertura de mais de 1 mil leitos e 12 hospitais de campanha. Até abril, o estado terá mais de 9,2 mil leitos de UTI, contra 3,5 mil antes da pandemia. Ainda assim, é importante que a população respeite a Fase Emergencial do Plano São Paulo, use máscaras, respeite o distanciamento social e fique em casa”, diz a nota.

Mortos a espera de vagas na UTI por cidade

  • Araçatuba: 4
  • Campo Limpo Paulista: 1
  • Alumínio: 1
  • Cerqueira César: 3
  • São Miguel Arcanjo: 1
  • Franco da Rocha: 15 mortes
  • Taboão da Serra: 15 mortes
  • Ribeirão Pires: 10 mortes
  • Bauru: 7 mortes
  • Buri: 7 mortes
  • Mauá: 3 mortes
  • Nova Granada: 5 mortes
  • Dracena: 4 mortes
  • Sumaré: 3 mortes
  • Urânia: 3 mortes
  • Fernandópolis: 3 mortes
  • Francisco Morato: 7 mortes
  • Diadema: 2 mortes
  • Rio Grande da Serra: 3
  • São Carlos: 2 mortes
  • Tabapuã: 1 morte
  • Irapuã: 1 morte
  • Ribeirão Bonito: 1 morte
  • General Salgado: 1 morte
  • Itapetininga: 2 mortes
  • Angatuba: 1 morte
  • Itaberá: 1 morte
  • Capital: 1 morte
  • Vargem Grande Paulista: 1
  • Nhandera: 1 morte
  • Cabreúva: 1 morte
  • Itajobi: 1 morte
  • Joanópolis: 1 morte
  • Santa Adélia: 3 mortes
  • Guareí: 1
  • Ibaté: 1
  • Alto Tietê: 1
  • Caieiras: 9
  • Jandira: 4
  • Poá: 2
  • Itapecerica da Serra: 1


Fonte: IG SAÚDE

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Covid-19: Pela 1ª vez desde março, SP possui menos de 10 mil internados na UTI

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 Covid-19: SP registra menos de 10 mil internados na UTI pela 1ª vez desde março
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Covid-19: SP registra menos de 10 mil internados na UTI pela 1ª vez desde março

O estado de São Paulo registrou neste domingo, pela primeira vez desde março, um número de internados em UTIs com Covid-19 abaixo de 10 mil . Atualmente, segundo a Secretaria de Estado da Saúde, são 9.944 pessoas em unidades de terapia intensiva, além de outras 11.354 em leitos de enfermaria, com casos menos graves da doença.

O patamar de 10 mil ou mais internações simultâneas em UTIs foi atingido em 14 de março e, desde então, embora a tendência tenha sido de queda nas últimas semanas, ainda se mantinha no sistema de saúde paulista.

Em comparação, em 14 de março, na primeira vez que o estado de São Paulo registrou mais de 10 mil pessoas internadas em UTI com coronavírus desde o começo da pandemia, a crise sanitária estava em ampla expansão. De acordo com comunicado da secretaria de saúde à época, naquele dia havia 10.244 internados em UTIs e 13.382 em enfermaria. As taxas de ocupação dos leitos de UTI eram de 90% na Grande São Paulo e de 88,4% no estado como um todo.

Neste domingo, as taxas estão em 78,6% no estado e em 76,7% na Grande São Paulo, com uma margem maior devida à abertura de diversas vagas em hospitais de campanha e em unidades tradicionais.

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Desde então o estado passou pela fase mais crítica da pandemia. Em 14 de março, eram 2,202 milhões de casos e 64.123 mortes. Hoje, em contraste, são 3,003 milhões de casos e 100.799 óbitos (a marca de 100 mil casos foi superada neste sábado).


Ou seja, em oito semanas o total de casos subiu em mais de 800 mil, ou 36%. Já o número de mortos pela doença registrou um incremento de 36.676, ou alta de 57,2% nessas oito semanas.

Fonte: IG SAÚDE

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