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Soldado da Polícia Militar conquista medalha em campeonato nacional de Jiu Jitsu

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O soldado do Batalhão Rotam da Polícia Militar, Adeildo Antônio Arruda, de 37 anos, acaba de retornar do Estado de São Paulo trazendo no peito mais uma medalha de Jiu Jitsu para Mato Grosso.

Atleta do Projeto Guerreiros Mirins, da Academia de Polícia Militar Costa Verde, Arruda subiu ao pódio pela 1ª Etapa do Campeonato Brasileiro de Jiu Jitsu. E foi uma conquista suada, depois de uma série de eliminatórias em três dias de competição, ele chegou ao segundo lugar mais alto do pódio.

A competição aconteceu no último dia 25, no município de Caieiras, e reuniu centenas de atletas brasileiros. E segundo lugar lhe garante vaga para o campeonato mundial que está previsto para dezembro.        

Arruda é um atleta bastante conhecido, já representou a Polícia Militar e Estado de Mato Grosso em dezenas de competições nacionais conquistando 20 medalhas, muitas de ouro e prata.

Na Polícia Militar, o soldado Arruda é um grande incentivador não só da prática do Jiu Jitsu, mas das diversas modalidades de esportes oferecidas em projetos sociais pela instituição militar.

Em fevereiro deste ano, Arruda recebeu uma homenagem, um elogio formal do comandante geral da PM coronel Jonildo José de Assis, pelas conquistas no esporte e o incentivo que leva às crianças dos projetos sociais nas visitas em de treino e de relatos da sua trajetória no esporte.

 

Fonte: GOV MT

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PGE pede investigação criminal contra “Fake News” de que Governo fecharia 300 escolas

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A Procuradoria-Geral do Estado (PGE) pediu que a Polícia Judiciária Civil investigue criminalmente a divulgação de notícias falsas de que a Secretaria de Estado de Educação (Seduc) iria fechar 300 escolas. O pedido foi encaminhado nesta quarta-feira (25.11).

As “Fake News” tiveram início por mensagens de Whatsapp, porém passaram a circular em veículos de comunicação, o que conforme o documento da PGE, “são capazes de causar pânico e medo na população mato-grossense”.

A PGE destaca no pedido que a divulgação das notícias falsas não pode passar despercebida pela Polícia Civil e que a apuração deve colher elementos de provas que possam demonstrar o “cometimento, em tese, de crime ou contravenção penal de disseminação dolosa de conteúdo sabidamente falso”.

“Em razão disso tudo, esta Procuradoria do Estado solicita a abertura de investigação criminal para apuração dos fatos acima descritos, que, a depender dos elementos de provas a serem colhidos, por intermédio inclusive da quebra de sigilos diversos com autorização judicial – se se mostrar necessária ou conveniente -, poderão eventualmente (se assim vierem a indicar tais elementos de provas) demonstrar o cometimento, em tese, de crime ou contravenção penal de disseminação dolosa de conteúdo sabidamente falso, com alguma finalidade espúria, buscando produzir pânico na população ou, ainda, mesmo que indiretamente, influenciar em questões eleitorais (CP, arts. 139 ou 299; ou Lei de Contravenções Penais, art. 41)”.

A Seduc informou que, ao contrário do que falam as “Fake News”, o trabalho realizado no momento é de reorganização das salas ociosas em que não há alunos e com infraestrutura física precária.

O objetivo da secretaria é oferecer uma melhor estrutura física aos estudantes e profissionais da educação e, consequentemente, criar um ambiente favorável em que seja possível a melhoria do Ideb.

A PGE anexou no requerimento matérias jornalísticas da Secretaria Adjunta de Comunicação que comprovam que o Estado nunca pretendeu fechar 300 escolas, conforme asseverou o secretário de Estado de Educação, Alan Porto.

Confira a íntegra da representação abaixo

Fonte: GOV MT

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