BRASIL E MUNDO

Sobe para 5 o número de mortos no naufrágio no Pantanal; veja vídeos

Publicados

em

Pelo menos 12 mergulhadores e especialistas trabalharam durante toda a noite na área onde aconteceu o naufrágio do barco-hotel Carcará. Dos 7 desaparecidos, 5 corpos foram resgatados pelas equipes do Corpo de Bombeiros e da Marinha.

Barco-hotel Carcará

Duas vítimas já foram identificadas: Fernando Gomes e Geraldo Alves eram passageiros do barco e faziam parte de um grupo de amigos da cidade de Rio Verde (700 km de Cuiabá), no interior de Goiás, que estava pescando no Pantanal. Eles se preparavam para voltar pra casa no momento do naufrágio. Outros dois integrantes do grupo continuam desaparecidos.

A maior parte dos mortos é deste grupo de amigos, de Rio Verde – Goiás

Como não há um controle das embarcações que navegam pelo Pantanal – a contratação é feita direto com o dono, ou um piloteiro -, a identificação dos mortos é sempre um desafio para a Marinha. Informações não oficiais dão conta de que haviam 21 pessoas, entre passageiros e tripulantes, no barco-hotel que naufragou.

As buscas foram intensificadas na manhã (16/10) deste sábado, mas há poucas chances de que se encontre alguém com vida. “A única chance seria se alguém tivesse sido arrastado pela correnteza”, explicou um dos mergulhadores.

Um vídeo gravado no local pouco depois do acidente, mostra o desespero dos parte dos ocupantes sobre a embarcação, esperando pelo resgate.  Segundo a Marinha, no momento do acidente, os ventos chegaram a 95 km/h.

O temporal que, segundo os meteorologistas, veio da região da Patagônia, derrubou a temperatura de 33 para 18 °C em poucos segundos, num fenômeno chamado de “inversão térmica”. A queda brusca da temperatura é o que provoca o vendaval. várias Cidades do Mato Grosso do Sul foram atingidas, causando muitos estragos.

 

 

 

 

 

 

Comentários Facebook
Propaganda

BRASIL E MUNDO

Homem indiano mantém braço direito levantado há 45 anos

Publicados

em


source
Amar Bharati
reprodução: Twitter

Amar Bharati

Amar Bharati mantém o braço direito levantado há mais de 45 anos e não planeja baixá-lo tão cedo.

Quem já ficou com um braço levantado por certo tempo sabe a dificuldade que é. Porém, para o sadhu, o ato acompanha incrível naturalidade.

Bharati está em outro patamar. Um dia, ele decidiu dar uma virada completa na sua vida levantando o braço, e nunca mais tocou sua cintura desde então. O braço está atrofiado.

Em 1973, Bharati trabalhava em um banco indiano. Ele era casado, tinha três filhos e levava uma vida modesta. Até que de repente decidiu abandonar tudo para dedicar toda a sua vida a Shiva, uma divindade hindu.

Leia Também

Para servir verdadeiramente às suas crenças religiosas, ele teve uma ideia: ele levantaria o braço e o manteria assim enquanto vivesse. (outros sadhus permanecem anos com um das pernas dobradas).

“Eu não peço muito. Por que lutamos entre nós, por que existe tanto ódio e inimizade entre nós? Eu quero que todos os indianos vivam em paz. Quero que o mundo inteiro viva em paz”, disse ele de acordo com o site “Unilad”.

No início, foi bastante doloroso. Depois de cerca de dois anos, a agonia começou a diminuir e logo ele perdeu qualquer sensação no braço direito, que se atrofiou. Mesmo que quisesse abaixar o braço, provavelmente não conseguiria sem uma preparação extensa, devido ao dano permanente ao nervo e à perda de circulação.

Sadhus são considerados homens sagrados pelo hindus e capazes e suportar terríveis provações. São geralmente ascetas, praticantes de ioga e andarilhos em busca da “perfeição”.

Fonte: IG Mundo

Comentários Facebook
Continue lendo

Polícia

ENTRETENIMENTO

MATO GROSSO

Política Nacional

CIDADES

Mais Lidas da Semana