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Sobe para 1.030 o número de mortos por terremoto no Afeganistão

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Autoridades locais afirmam que mesquitas, lojas e casas foram destruídas
Reprodução: Facebook / Bakhtar News Agency

Autoridades locais afirmam que mesquitas, lojas e casas foram destruídas

Subiu para 1.030 mortos o terremoto de magnitude 6,1 na escala Richter que atingiu o sudeste do Afeganistão na madrugada desta quarta-feira (22). O número pode ser maior e deve aumentar, uma vez que há vilarejos afetados que ficam em áreas remotas, de difícil acesso. Até o momento, foram registrados também mais de 1.500 feridos. Autoridades locais afirmam que mesquitas, lojas e casas foram destruídas, segundo a Bakhtar News Agency, a agência oficial de notícias estatal do governo afegão.

De acordo com o Centro Geológico dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês), o tremor aconteceu a 10 quilômetros de profundidade, por volta das 1h30, em uma área perto fronteira com o Paquistão. Danos ou vítimas no país vizinho não foram relatados. O terremoto foi sentido em várias províncias da região, assim como na capital, Cabul.

O Afeganistão registra terremotos com frequência, em particular na região de Hindu Kush, que fica entre o Afeganistão e o Paquistão, na união das placas tectônicas eurasiática e indiana. As catástrofes podem ser devastadoras devido à pouca resistência das casas rurais afegãs. Em outubro de 2015, um terremoto de magnitude 7,5 na escala Richter, que atingiu as montanhas de Hindu Kush, deixou mais de 380 mortos nos dois países. 

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Fonte: IG Mundo

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Interferência de Bolsonaro: Moraes envia à PGR pedido de investigação

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O ministro do STF Alexandre de Moraes
Nelson Jr/SCO/STF

O ministro do STF Alexandre de Moraes

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), encaminhou para manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR) o pedido feito pelo líder da oposição no Senado, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), para que o presidente Jair Bolsonaro (PL) seja investigado por suposta interferência na operação da Polícia Federal contra o ex-ministro Milton Ribeiro

O pedido foi feito no âmbito do inquérito do STF aberto após a saída de Sérgio Moro do governo.

No pedido apresentado por Randolfe, líder da oposição no Senado, o senador pede para que sejam tomadas medidas “a fim de evitar interferências indevidas” do presidente e da cúpula do governo.

“Nesse sentido, requeremos a Vossa Excelência, na qualidade de Ministro responsável pela condução do Inquérito 4.831, que tem por objeto a interferência indevida do Presidente da República na Polícia Federal, que tome as medidas cabíveis a fim de evitar interferências indevidas da cúpula do Poder Executivo nas atividades-fim da Polícia Federal, determinando, se for o caso, a abertura de inquérito para apurar a conduta de violação de sigilo e de obstrução da justiça do Presidente Jair Bolsonaro”, diz o pedido.

Na semana passada, durante a Operação Acesso Pago, Milton Ribeiro chegou a ser preso preventivamente e foi alvo de busca e apreensão, além de ter tido o sigilo bancário quebrado, por ordem do juiz federal Renato Borelli. Depois foi solto por decisão do desembargador Ney Bello, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1).

A PF já tinha interceptado ligações telefônicas do ex-ministro. Em uma delas, em 9 de junho, ele contou à filha que conversou por telefone com Bolsonaro. Segundo Milton Ribeiro, o presidente disse na época achar que fariam uma busca e apreensão contra o ex-ministro.


O diálogo levou o MPF a apontar houve indícios de vazamento e “possível interferência ilícita por parte do presidente da República Jair Bolsonaro nas investigações”. A partir disso, solicitou o envio do caso ao STF, tribunal que pode processar o presidente da República, o que foi autorizado pelo juiz federal Renato Borelli.

No telefonema com a filha, Milton Ribeiro afirmou: “A única coisa meio… hoje o presidente me ligou… ele tá com um pressentimento, novamente, que eles podem querer atingi-lo através de mim, sabe? É que eu tenho mandado versículos pra ele, né?”

Depois disse “”Não! Não é isso… ele acha que vão fazer uma busca e apreensão… em casa… sabe… é… é muito triste. Bom! Isso pode acontecer, né? Se houver indícios né…”.

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Fonte: IG Nacional

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