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Simpatias com incenso: rituais para atrair boas energias e melhorar a vida

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Simpatias com incenso: rituais para atrair boas energias e melhorar a vida

Além do aroma relaxante, esse palitinho pode ser seu grande aliado na busca por conquistas importantes na sua vida. Existem poderosas simpatias com incenso para atrair vibes elevadas e energias positivas nas mais diversas áreas. Escolha a sua e ritualize!

Confira 4 simpatias poderosas com incenso

Acabar com os vícios

Simpatias com incenso: rituais para atrair boas energias e melhorar a vida
Foto: Pixabay

Fique na porta de entrada da sua casa e fale: “Que saia o vício do meu corpo e fique somente o bem”. Acenda, em seguida, um incenso de mirra e deixe queimar por inteiro. Enquanto isso, peça para Nossa Senhora de Lourdes que te ajude a se livrar dos vícios. Depois, sopre as cinzas para o alto em agradecimento. Por fim, reze um Pai Nosso.

Encerrar as brigas

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Em quatro litros de água fervente, coloque cinco gotas de essência de alecrim, algumas pétalas de girassol e um punhado de sal grosso. Deixe a mistura esfriar, acenda um incenso de mirra no banheiro e, enquanto ele queima, despeje o preparado do seu pescoço para baixo. Mentalize que esse banho é capaz de tirar de você qualquer tipo de influência negativa. Depois, recolha as cinzas do incenso e sopre ao vento. Jogue os restos do banho no lixo.

Conseguir um aumento salarial

Simpatias com incenso: rituais para atrair boas energias e melhorar a vida
Foto: Pixabay

Compre um terço de madeira e peça um padre para benzê-lo. Assim que chegar em casa, acenda um incenso que goste muito e passe a fumaça dele em volta do terço, dizendo: “Santo Rosário, objeto Divino e cheio de poder que está entre as mãos de Nossa Senhora, ilumina meu caminho e permita que meu salário cresça” . Faça um embrulho bem bonito e dê o objeto de presente ao seu chefe .

Manter o amor em alta

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Acenda um incenso de sândalo e chame os seus anjos protetores para te ajudar a solucionar o problema que está enfrentando no romance . Faça isso minutos antes de receber a visita da pessoa amada. Para que o clima fique ainda mais aconchegante, espalhe alguns vasos de flores pela casa. Assim que elas murcharem, junte todas e jogue em uma lixeira. Não deixe que ninguém fique sabendo do ritual!

Fonte: IG Mulher

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“Elas se protegem”, diz mãe de gêmeas, uma delas com Síndrome de Down

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Renata Pinheiro e as filhas: Marina e Marcela
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Renata Pinheiro e as filhas: Marina e Marcela

Como muitas  mulheres , a dentista Renata Pinheiro, sonhava em ter filhos. Ela  engravidou aos 34 anos e teve uma bela surpresa: ao invés de um, eram dois bebês. “Nos exames de pré-natal eu e o meu marido descobrimos que seriam bivitelinos, pois elas tinham peso e tamanho diferentes.

Foi uma surpresa, uma alegria, mas também veio o medo de ser difícil financeiramente e de cuidar de duas crianças ao mesmo tempo”, conta. No nascimento, outra descoberta: Marina tinha Síndrome de Down e Marcela não. “No começo foi muito turbulento. Eu, mãe de primeira viagem, de duas meninas e cada uma com características individuais, me assustou”, diz.

Renata conta que ter uma filha com Síndrome de Down a fez descobrir toda uma área de conhecimento. “Aprendi sobre os direitos que estão na Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, fiz cursos e participo de palestras. Mas os fatos que vivenciamos na rotina é que nos ensinam e nos fortalecem”, conta.

Além de buscar informação por conta própria, ela conta que também encontra apoio para em grupos de mães e famílias com crianças com a mesma condição. “Faço parte de grupos de mães que vivem realidades parecidas e é muito bom. A sociedade precisa se preparar, tanto no aspecto físico e estrutural quando no pessoal. As pessoas com deficiência estão aí e têm o direito de estarem em todos os lugares”, afirma.

Essa rede de apoio, somada ao acolhimento que recebe de sua família, foram fundamentais para que ela soubesse lidar com situações de preconceito envolvendo a filha. “Já tive matrícula recusada em escola particular e na escola de natação da cidade. Nesse período eu era imatura frente a discriminação, mas hoje sei reinvidicar e lutar pelos direitos dela”, conta Renata, que já venceu um processo contra uma empresa de recreação por discriminação. 

“Infelizmente sei que novos absurdos podem acontecer, porém, eu tenho que prepará-la para a sociedade. A sociedade que não está preparada para ela”, diz. 

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Mesmo com as diferenças, a criação das duas é a mesma. A única diferença é que Marina faz acompanhamento com uma fonoaudióloga e psicopedagoga. “Para as duas, mantemos a mesma rotina, exigimos disciplina e buscamos que sejam educadas dentro dos nossos critérios. As duas fazem as mesmas atividades, só isso que difere mesmo”, conta.

Felizmente, o preconceito não abala as relações familiares e a amizade entre as irmãs Marina e Marcela, hoje com oito anos. “As duas são muito companheiras. Estão na fase de ‘ranhetice’, mas elas se protegem. Uma briga com a outra, mas não venha ninguém falar ou brigar com uma que a outra a defende”, conta. 

Fonte: IG Mulher

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