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Sete trabalhadores são resgatados em condição de escravidão na Aeronáutica

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Funcionários foram resgatados em condição de escravidão em Anápolis
Folhapress/Reprodução

Funcionários foram resgatados em condição de escravidão em Anápolis

Sete trabalhadores responsáveis pela construção de um hangar de uma da Aeronáutica em Anápolis (GO) foram resgatados em condições análogas à escravidão por grupo que inclui auditores fiscais do trabalho e MPT (Ministério Público do Trabalho). As informações são da Folhapress .

Os operários atuavam para uma empreiteira contratada pela Força Aérea para erguer uma estrutura metálica na Base Aérea de Anápolis (GO), a 150 quilômetros de Brasília.

Os trabalhadores moravam em um alojamento que fica a quatro quilômetros da base aérea. Eles faziam o serviço diariamente, inclusive aos sábados, domingos e feriados com frequência.

Na casa onde foram instalados, os auditores fiscais e procuradores do trabalho encontraram falta de condições mínimas de acomodação e de higiene, além da falta de comida.

Os documentos da fiscalização feita registram que os operários, levados de outros estados para a cidade em Goiás, tiveram de recorrer à fritura de formigas tanajuras para matar a fome.

O MPT (Ministério Público do Trabalho) ajuizou uma ação na Justiça do Trabalho pedindo a rescisão de contratos e o pagamento das verbas rescisórias, em caráter liminar (decisão provisória).

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Desembargador que se recusou a usar máscara é condenado a indenizar guarda

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Desembargador foi condenado por ofensas dirigidas a guarda civil metropolitano
Reprodução: iG Minas Gerais

Desembargador foi condenado por ofensas dirigidas a guarda civil metropolitano

desembargador Eduardo Almeida Prado Rocha de Siqueira, flagrado em junho do ano passado humilhando um guarda civil municipal e se recusar a máscara em uma praia em Santos, no litoral paulista, foi condenado nesta quinta-feira (21) a pagar R$ 20 mil de indenização.

“Julgo procedente ação para condenar o requerido ao pagamento de indenização por danos morais no valor de R$20.000,00, atualizados da data desta sentença, com juros de 1% ao mês contados da data do evento danoso, 18 de julho de 2020, nos termos da súmula 54 do STJ. O requerido arcará com as custas, despesas processuais e honorários advocatícios ora arbitrados em 10% sobre valor da condenação”, determinou o juiz Beltrame Júnior.

Ao ser abordado por desrespeitar as normas de segurança contra o novo coronavírus (Sars-Cov-2) por não usar a máscara em espaço público, o desembargador desrespeitou os guardas, e ao receber a multa, rasga o papel e joga no chão. Falando ao telefone, Eduardo se referiu aos oficiais como “analfabetos”.

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Em dezembro do ano passado, o Superior Tribunal de Justiça ( STJ ) acatou um pedido do Ministério Público Federal ( MPF ) para abrir inquérito contra Eduardo Almeida pelos crimes de abuso de autoridade e infração de medida sanitária.

Contudo, na última quinta-feira (14), o ministro do Supremo Tribunal Federal ( STF ), Gilmar Mendes, suspendeu a investigação, alegando que a continuidade do inquérito seria um “risco de ocorrência de prejuízos de difícil reparação ao paciente”.

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