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Servidores pedem reunião com secretário de Guedes sobre reajuste de 5%

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Paulo Guedes, ministro da Economia
Felipe Moreno

Paulo Guedes, ministro da Economia

O Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (Fonasefe), que congrega mais de 26 carreiras, enviou novo ofício ao Ministério da Economia na última sexta-feira (22), requerendo uma reunião com o secretário nacional de Gestão e Desempenho de Pessoal, Leonardo Sultani, para discutir a abertura de mesa de negociação sobre o reajuste a servidores federais. No entanto, ainda não tiveram retorno da pasta.

O governo federal estuda aplicar um reajuste linear de 5% a todo o funcionalismo a partir de julho, referente à folha de junho. A proposta desagradou servidores de todas as esferas, inclusive os policiais federais, que tinham conseguido acordo com o governo de aumento entre 16% e 20%, devido a uma proposta de reestruturação da carreira.

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No documento enviado, as entidades pedem a convocação de uma audiência com a Secretaria Nacional de Gestão e Desempenho de Pessoal nesta quinta-feira, dia 28 de abril, para que o governo dê mais informações sobre o possível reajuste de 5%. Procurado pela coluna, o Ministério da Economia não quis comentar.

O Fonasefe reforça na nota que, nas duas ocasiões em que foram recebidas pelo secretário da pasta desde janeiro de 2022, não houve discussão sobre abertura de negociações. O último ofício com o mesmo pedido foi enviado no dia 18 de abril, também sem resposta.

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Aneel mantém bandeira tarifária verde para julho

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Hoje, há 212 localidades isoladas do SIN, com consumo energético abaixo de 1%
Agência Brasil

Hoje, há 212 localidades isoladas do SIN, com consumo energético abaixo de 1%

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu acionar a bandeira verde no mês de junho para todos os consumidores conectados ao Sistema Interligado Nacional (SIN). De acordo com a agência, dessa forma, não haverá cobrança extra na conta de luz no próximo mês.

É o segundo anúncio de bandeira verde realizado pela Aneel desde o fim da Bandeira Escassez Hídrica , que durou de setembro de 2021 até meados de abril deste ano. Em maio, a agência já havia acionado a bandeira verde . Segundo a Aneel, na ocasião, a bandeira verde foi escolhida devido às condições favoráveis de geração de energia.

Criadas em 2015 pela Aneel, as bandeiras tarifárias refletem os custos variáveis da geração de energia elétrica. Divididas em níveis, as bandeiras indicam quanto está custando para o SIN gerar a energia usada nas casas, em estabelecimentos comerciais e nas indústrias.

Quando a conta de luz é calculada pela bandeira verde, significa que a conta não sofre qualquer acréscimo. Quando são aplicadas as bandeiras vermelha ou amarela, a conta sofre um acréscimos, que variam de R$ 1,874 por 100 quilowatt-hora (kWh) consumido a 9,492 por 100 kWh.

O Sistema Interligado Nacional é dividido em quatro subsistemas: Sudeste/Centro-Oeste, Sul, Nordeste e Norte. Praticamente todo o país é coberto pelo SIN. A exceção são algumas partes de estados da Região Norte e de Mato Grosso, além de todo o estado de Roraima.

Atualmente, há 212 localidades isoladas do SIN, nas quais o consumo é baixo e representa menos de 1% da carga total do país. A demanda por energia nessas regiões é suprida, principalmente, por térmicas a óleo diesel.

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