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Servidores aprovam greve por tempo indeterminado a partir desta quarta

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Manifestação dos servidores federais por recomposição de 19,9%
Pedro Misador/Fenasps

Manifestação dos servidores federais por recomposição de 19,9%

Servidores federais param “por tempo indeterminado” nesta quarta-feira (23) para cobrar um reajuste de 19,99% no salário. O Fonasefe (Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais) e a Fenasps (Federação Nacional de Sindicatos de Trabalhadores em Saúde, Trabalho, Previdência e Assistência Social) reivindicam o aumento acumulado dos últimos três anos, o arquivamento da PEC 32 (a chamada “reforma administrativa”) e a revogação da Emenda Constitucional 95/2016, do teto de gastos.

Nesta quarta-feira (16),  servidores de todas as regiões do país ocuparam a Esplanada dos Ministérios  reivindicando melhores condições de trabalho e atendimento da pauta, mas acusa o governo de ignorar os pedidos de audiência. O Ministério da Economia não quis receber nenhum representante do Fonasefe ou estabelecer diálogo.

“Em resposta, as entidades sindicais nacionais não arredaram o pé do Ministério da Economia, e vão organizar diariamente vigílias até 23 de março, dia apontado como início da Greve Geral no Serviço Público”, diz a Fenasps e, nota

A associação orienta que “o(a) servidor(a) que aderir à greve informe ao sindicato ao qual é filiado que paralisou suas atividades”

“A conta fecha, o que falta é vontade do Governo!”

De acordo com cálculos do Paulo Roberto Lindesay, da Executiva Nacional da Associação dos Funcionários do IGBE, o reajuste de 19,9% a todos os servidores poderia ter sido aplicado ainda dentro do Orçamento de 2021.

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Ele aponta, com base em dados da Secretaria Especial do Tesouro e Orçamento, até dezembro de 2021, o custo com despesas de pessoal representava 21,7% da receita líquida da União.

De acordo com a Lei de Responsabilidade Fiscal, o governo federal pode gastar até 37,9% da receita líquida com pessoal, o que permitira um gasto a mais de R$ 171 bilhões. Para aplicar o reajuste de 19,9%, seriam necessários apenas R$ 45,9 bilhões.

“A conta fecha, o que falta é vontade do Governo!”, diz a nota.


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Preço do diesel e gasolina sobem nas bombas e batem recorde, diz ANP

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Diesel ultrapassou a gasolina em preço médio pela primeira vez, diz ANP
MARCELLO CASAL JR./AGÊNCIA BRASIL

Diesel ultrapassou a gasolina em preço médio pela primeira vez, diz ANP

O diesel subiu pela terceira semana seguida nos postos, diz a pesquisa de preços da Agência Nacional de Petróleo (ANP). Na bomba, a gasolina também voltou a crescer para os consumidores após recuo na última semana.

Segundo a ANP, o preço médio do diesel passou de R$ 6,906 para R$ 7,568. É o maior preço médio já verificado na pesquisa do órgão regulador. É uma alta de 9,58% nessa semana.

O mesmo patamar recorde foi verificado na gasolina, que avançou de R$ 7,23 para R$ 7,390, um aumento de 2,18%.

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O avanço dos preços nos postos reflete o aumento anunciado pela Petrobras há uma semana. Desde o último sábado, a gasolina subiu nas refinarias de R$ 3,86 para R$ 4,06 por litro, um aumento de 5,18%. Com o diesel, o preço por litro aumentou de R$ 4,91 para R$ 5,61, o que equivale a um reajuste 14,25%.

Mas, apesar do reajuste feito pela Petrobras, os preços dos combustíveis seguem defasados no Brasil, segundo a Abicom, que reúne os importadores. A diferença é de 8% (R$ 0,34 por litro) no caso da gasolina e de 10% no diesel (de R$ 0,61 por litro).

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