AGRO & NEGÓCIO

Série de vídeos aborda as boas práticas para a produção da pimenta-do-reino

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A pimenta-do-reino (Piper nigrum L.) é a especiaria mais consumida no mundo e um importante produto do agronegócio brasileiro. A pesquisa da Embrapa desenvolveu tecnologias e boas práticas que fazem da produção brasileira de pimenta uma das mais sustentáveis do mundo. Parte deste material está reunido em uma série de vídeos produzidos pela Embrapa Amazônia Oriental, que são apresentados a partir desta segunda (19/04) no canal da instituição no Youtube.

A série, disponível na playlist “Cultivo da pimenta-do-reino”, é baseada nos principais desafios do pipericultor brasileiro e apresenta tecnologias que aumentam a produção, a longevidade e a sustentabilidade dos pimentais, além de melhorarem a qualidade do produto final, tornando a atividade mais rentável e competitiva no mercado internacional.

O primeiro vídeo aborda a manutenção e manejo dos plantios de pimenteira-do-reino e a produção de mudas. O pesquisador Oriel Lemos, da Embrapa Amazônia Oriental, explica que um bom plantio depende de podas e manejo adequado, e com a pimenteira-do-reino não é diferente.

Acesse aqui o primeiro vídeo da série:

As podas devem ser feitas a um metro de altura do solo para facilitar e promover a emissão de novos ramos principais. “As estacas cortadas podem ser aproveitadas para produzir novas mudas, mas é importante colocar esses ramos imediatamente na água para manter a umidade”, ressalta o especialista.

O pesquisador faz um alerta ao agricultor que deseja produzir suas mudas: “é importante escolher plantas sadias e vigorosas”. Já para quem prefere comprar as mudas, é fundamental recorrer a viveiristas credenciados no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Produção nacional

O Brasil é o terceiro maior produtor mundial de pimenta-do-reino, com uma produção aproximada de 110 mil toneladas, em 2019 (IBGE). Os estados do Espírito Santo, na região Sudeste, e Pará, na região Norte, são destaques na produção nacional, com 62 mil toneladas e 35 mil toneladas em 2019 (IBGE), respectivamente.

Em 2019 a produção brasileira de pimenta-do-reino movimentou em torno de 680 milhões de reais, segundo o IBGE. A maior parte da produção é direcionada à exportação como matéria-prima para condimentos e temperos industrializados.

O próximo vídeo da playlist “Cultivo da pimenta-do-reino” vai abordar a escolha da área para o plantio, a análise e o preparo do solo. O material vai ser publicado na quinta-feira (22), no canal da Embrapa no Youtube.

Fonte: Embrapa

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AGRO & NEGÓCIO

Boletim da Sociedade Brasileira de Ciência do Solo destaca pesquisador Lafayette Sobral

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A edição recém-publicada (volume 4 – número 1/2020) do Boletim Informativo do Núcleo Regional Nordeste da Sociedade Brasileira de Ciência do Solo (NRNE/SBCS) traz entre os destaques o perfil e a trajetória profissional do pesquisador da Embrapa Tabuleiros Costeiros (Aracaju, SE), Lafayette Sobral. 

Escrito por Luciano da Silva Souza, professor da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, e Luiz Francisco da Silva Souza, pesquisador aposentado da Embrapa Mandioca e Fruticultura (Cruz das Almas, BA), o perfil conta a formação e os principais feitos científicos de Lafayette, considerado um dos maiores especialistas em fertilidade do solo e nutrição de culturas como coco e citros do Brasil e do mundo tropical. 

Com 47 anos dedicados à pesquisa agropecuária na Embrapa, Sobral tem contribuído de forma significativa para os avanços do conhecimento na cultura do coqueiro, citros, milho e nas ciências do solo de forma geral, além de ter sido chefe da Unidade de pesquisa sediada em Aracaju por dois períodos – de 1990 a 95 e de 99 a 2004. Em 2014, foi laureado com o título de Engenheiro-Agrônomo do Ano pela Associação de Engenheiros-Agrônomos de Sergipe (AEASE).

Para baixar e ler o boletim, clique aqui.

Artigos
A publicação traz ainda o artigo ‘A ciência do solo a serviço do campo em Alagoas’, de autoria da pesquisadora Walane Ivo, que coordena a Unidade de Execução de Pesquisa (UEP) da Embrapa Tabuleiros Costeiros em Rio Largo, AL, escrito em parceria com o analista da Embrapa Acre (Rio Branco, AC) Luciélio da Silva e a pesquisadora da Universidade Federal de Alagoas, Regla Massahud. 

O texto aborda a rede de laboratórios que pode prestar serviços ao setor agropecuário em Alagoas. Traz um breve relato sobre as principais cadeias produtivas do agronegócio, classes de solos dominantes no estado, finalizando com as informações sobre laboratórios vinculados às atividades de pesquisa e aqueles que atendem ao público externo para análises de solo, água e tecido vegetal.

No boletim é possível ler também os artigos ‘Serviços de análise de solo e tecido vegetal no Estado do Piauí’, com participação de Henrique Antunes de Souza e Luiz Fernando Carvalho Leite, pesquisadores da Embrapa Meio-Norte (Teresina, PI), e ‘A análise de solo para fins de recomendação de fertilizantes em Sergipe’, que tem entre os autores Lafayette Sobral.

Núcleo
O Núcleo Regional Nordeste da Sociedade Brasileira de Ciência do Solo (NRNE/SBCS) foi criado em março de 2010, no entanto, passou a existir formalmente em agosto de 2011, com a criação do seu regimento e registro na SBCS. Atualmente, o NRNE possui um total de 240 sócios distribuídos entre alunos de graduação, pós-graduação, profissionais (professores e pesquisadores) e entidades ligadas as ciências agrárias e ambientais.

Dentre os objetivos de sua criação destacam-se a necessidade de descentralizar a administração da SBCS, a partir de seus Núcleos Regionais ou Estaduais, bem como estimular seus sócios a participarem de pesquisas e debates sobre temas da região Nordeste nos estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe, que estão sob sua jurisdição.

Fonte: Embrapa

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