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Sente falta do celular tijolão? Modelo da Nokia está de volta ao Brasil

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Nokia 110 fabricado no Brasil é lançado com jogo da cobrinha
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Nokia 110 fabricado no Brasil é lançado com jogo da cobrinha

A HMD Global, empresa finlandesa que detém os direitos sobre a marca Nokia, anunciou nesta quarta-feira (10) o lançamento do Nokia 110 , um celular básico (os chamados “feature phones”) equipado com MP3 Player, Rádio FM e jogos, incluindo o clássico “jogo da cobrinha”.

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“Os telefones básicos continuam sendo muito relevantes no mercado global, principalmente para as pessoas que buscam por aparelhos mais acessíveis e querem continuar conectadas mesmo assim – ou até mesmo para aqueles que querem fazer um “detox” das redes sociais e, mesmo assim, permanecer em contato com quem amam”, afirma Junior Favaro, diretor de vendas e marketing da HMD Global no Brasil.

“O Nokia 110 traz aos nossos fãs brasileiros um aparelho divertido que inclui música, jogos e o essencial para o dia a dia em um design moderno e durável”, diz o executivo. Segundo ele, 20% de todos os feature phones produzidos no mundo são feitos pela HMD Global.

O Nokia 110 tem entrada para cartões SD de até 32 GB e uma câmera traseira com resolução QVGA (320 x 240 pixels). Entre os jogos estão o clássico Snake, lembrado por muitos antigos usuários de aparelhos da marca, além de Ninja Up, Air Strike, Football Cup e Doodle Jump.

A Nokia afirma que a bateria removível do Nokia 110 é suficiente para até 18 horas de rádio FM, até 27 horas de reprodução de MP3 ou “o dia todo falando ao telefone, com uma única carga”. Algo que os smartphones , por mais sofisticados que tenham se tornado, ainda não conseguem fazer.

O Nokia 110 já está disponível nas lojas e no site da fabricante, apenas na cor preta. O preço médio é de R$169.

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Superapps: os aplicativos ‘tudo em um’ têm espaço no Brasil?

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Superapps são tendência global
Unsplash/Rob Hampson

Superapps são tendência global



Há alguns anos, ouvimos falar sobre a tendência dos superapps , os aplicativos que reúnem diversos serviços e produtos em um só, facilitando a vida dos usuários.

Quando se fala em superapps, um dos mais famosos e citados é o chinês WeChat . O aplicativo é um verdadeiro canivete suíço digital e permite troca de mensagens, consultas médicas, delivery, paquera, compra de produtos, pedidos de táxi, publicações, assistir a vídeos e muito mais – tudo na mesma aplicação.

No Brasil, a ideia de reunir diversas funções em um só aplicativo também vem ganhando espaço. Por aqui, um dos maiores exemplos é o Rappi , que começou como um serviço de delivery, mas já possui jogos, recursos de transmissões ao vivo , venda de pacotes de viagens e eventos online. Outros exemplos são o Ame, Magalu e PicPay, que reúnem alguns serviços em um só app.

“O superapp nada mais é que uma resposta que a sociedade, na figura do consumidor, está dando para as empresas”, analisa Paulo Marcelo, CEO da empresa de tecnologia Solutis.

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O especialista afirma que, cada vez mais, os usuários estão buscando praticidade, podendo encontrar diversas funcionalidades em um só aplicativo , ao contrário de ter vários sistemas instalados. Ele analisa, ainda, que embora não haja um superapp tão popular como o WeChat no Brasil, o cenário nacional segue uma tendência global e tem avançado nesse sentido.

Superapps em diversos setores da economia

Paulo afirma que o setor que mais investe em superapps é o varejo, que vem ultrapassando o conceito de compra e venda, com plataformas apostando também em outros serviços. Um dos exemplos é o app Magalu que, além de vender produtos do Magazine Luiza, também oferece cashback, compras de produtos de outras empresas parceiras e até supermercado.

Outro setor que tem apostados bastante nessa tendência é o financeiro. “O consumidor quer ter o canal com seu banco explorando outras alternativas, integrando não só produtos financeiros, mas também outros produtos de varejo, de serviços”, afirma Paulo.

Para o especialista, a área da saúde também pode se beneficiar bastante dessa tecnologia, já que o setor pode ser integrado em diversos sentidos. Paulo analisa que farmácias, hospitais e laboratórios, por exemplo, poderiam se integrar em uma só plataforma de telemedicina , prática que vem crescendo durante a pandemia de Covid-19 .

“Quando você faz uma teleconsulta com seu médico, isso tem a capacidade de se integrar com a compra de medicamentos, com suas receitas eletrônicas digitais, com disparar para fazer exames medicos”, exemplifica. “A saúde publica precisa se aproximar mais disso”.

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