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Sem carregador, Samsung lança Galaxy S21, S21+ e S21 Ultra a partir de US$ 799

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Galaxy S21 e S21+
Reprodução/Samsung

Galaxy S21 e S21+ foram lançados

A Samsung apresentou, nesta quinta-feira (14), a nova linha Galaxy S21. Os modelos foram lançados globalmente nas opções Galaxy S21 , com 6,2 polegas, e Galaxy S21+ , com 6,7 polegadas. Os modelos começam em US$ 799 e US$ 999, respectivamente, e ainda não tiveram os valores do mercado brasileiro divulgados. Além disso, o avançado  Galaxy S21 Ultra também foi mostrado.

O maior destaque de ambos os smartphones é o conjunto de câmeras , composto por três lentes: uma wide de 12 MP, ultra-wide de 12 MP (a principal) e uma telefoto de 64 MP.

Além disso, o software dá uma ajuda com inteligência artificial para adicionar diversos modos profissionais à câmera. Já a lente frontal, de 10 MP, permite fotos noturnas com alta qualidade.

As câmeras gravam vídeos em qualidade 8K, e conseguem gravar em três ângulos ao mesmo tempo, usando as três câmeras.

Outro destaque é o processador de 5 nanômetros , que melhora o desempenho e a parte gráfica. Ambos os smartphones também vêm compatíveis com a tecnologia 5G .

No que diz respeito ao design, os modelos inovaram na parte das câmeras traseiras. O conjunto de lentes tem uma cor diferente que abraça a lateral do smartphone . O Galaxy S21 tem quatro cores diferentes, enquanto o Galaxy S21+ vem em três opções de cores.

A respeito do sistema operacional, a Samsung aproveitou para mostrar a One UI 3 , baseada no Android 11 , que promete mais eficiência e um design mais fluido e fácil de mexer. Além disso, o smartphone se torna mais customizável.

Perdeu? Mostramos de Novo

Ambos os modelos tem 8 GB de memória RAM, e há opções de 128 GB e 256 GB de armazenamento. A bateria do Galaxy S21 é de 4.000 mAh, enquanto a do Galaxy S21+ é de 4.800 mAh. Acompanhando Apple e Xiaomi, todos os novos celulares da Samsung também virão sem carregador na caixa, sob a justificativa ambiental.

Ambos os celulares estarão disponíveis globalmente em 29 de janeiro. O preço, nos EUA, começa em US$ 799 para o Galaxy S21 e US$ 999 para o Galaxy S21+ (respectivamente, R$ 4.200 e R$ 5.200, em conversão direta).

Galaxy S21 Ultra

galaxy s21
Reprodução/Samsung

Galaxy S21 Ultra

Além dos dois modelos padrão, a Samsung também lançou um smartphone mais avançado, o Galaxy S21 Ultra , disponível apenas nas cores preto fosco e branco. Nesse celular, o conjunto de câmeras vai ainda mais longe, com zoom de até 100 vezes.

O modelo ganha uma lente a mais e um sensor de foco, que permite que as câmeras sejam trocadas de acordo com a distância dos objetos a serem fotografados.

A câmera atinge os 108 MP nesse modelo de smartphone , trazendo 40 MP para a lente frontal.

Aumentando os rumores de que a linha Galaxy Note seria extinta, o Galaxy S21 Ultra é compatível com a caneta S Pen , que será lançada em um modelo profissional ao longo do ano.

O modelo também estará disponível globalmente em 29 de janeiro, por a partir de US$ 1.199 (cerca de R$ 6.300 em conversão direta). O modelo terá três versões de armazenamento: 128, 256 e 512 GB.

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Pandemia mudou modo como pessoas dão ‘match’ no Tinder? Entenda

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BBC News Brasil

Pandemia mudou modo como pessoas dão 'match', diz chefe do Tinder
Hazel Shearing – BBC News

Pandemia mudou modo como pessoas dão ‘match’, diz chefe do Tinder

Deslizar para esquerda ou para a direita, o gesto típico de quem usa o aplicativo Tinder , parece não ser mais suficiente para os solteiros vivendo no contexto de isolamento durante a pandemia de coronavírus .

O “match”, a confirmação de que os dois lados se interessaram reciprocamente, era antes apenas um pontapé para o encontro presencial — mas isso mudou com o novo cenário de intensas interações virtuais, disse à BBC o diretor do aplicativo, Jim Lanzone.

Agora, o Tinder está passando por uma reformulação para que os perfis sejam apresentados de forma mais “holística”, para que os usuários possam se conhecer bastante online.

As mudanças refletem uma nova postura, explica Lanzone, 50 anos, na única entrevista concedida no Reino Unido antes da reformulação do aplicativo.

“Como sabemos, nos últimos 15 a 18 meses, as pessoas realmente se abriram para se conhecer virtualmente antes de definirem relacionamentos offline; ou se abriram até para ter relacionamentos virtuais”, afirmou o diretor do Tinder.

“A maior tendência aqui é que as pessoas no Tinder, saindo da pandemia de covid… elas só querem desacelerar as coisas e se conhecer muito mais antes de decidirem ‘dar o match’ e de encontrar alguém offline.”

Chat antes do ‘match’

Os dados do aplicativo indicam que o número médio de mensagens enviadas por dia aumentou 19% em comparação com o período anterior à pandemia, e as conversas são 32% mais longas.

Metade dos usuários da Geração Z, como são normalmente classificados aqueles nascidos entre 1997 e 2015, teve encontros por conversa de vídeo e um terço fez mais atividades virtuais em conjunto, diz a empresa.

A reformulação manterá a opção de uma pessoa deslizar para a direita se tiver interesse em outra, e para a esquerda se não. No entanto, as pessoas terão “mais ferramentas para mostrar uma versão mais multidimensional de si mesmas”, de acordo com Lanzone, que mora em San Francisco, Estados Unidos, e se tornou CEO do Tinder durante a pandemia no ano passado.

Os novos recursos incluem a opção de adicionar vídeos aos perfis e buscas mais precisas — por exemplo, alguém pode dizer ao aplicativo que quer encontrar pessoas que tenham animais de estimação ou que gostem de aventuras.

Pela primeira vez, os usuários poderão bater um papo com alguém antes de dar “match”, usando um recurso que lhes pede para dar sua opinião sobre um tópico.

Outros aplicativos de namoro — como o Hinge, que pertence à mesma empresa do Tinder, e o Bumble — já pedem aos usuários que respondam a perguntas e também postem fotos.

Você viu?

Mas Lanzone explica que esses aplicativos são destinados àqueles que procuram um relacionamento sério — um “estágio diferente” das pessoas na casa dos 20 anos que estão “abertas a uma gama mais ampla de possibilidades”.

A decisão do Tinder de se concentrar mais em vídeos vem em um momento em que a popularidade do TikTok continua a crescer. ByteDance, a empresa chinesa por trás do aplicativo de vídeo de grande sucesso, viu seus lucros dobrarem no ano passado.

Jim Lanzone gesticula em palestra

Getty Images
Jim Lanzone assumiu o Tinder no ano passado, em meio à pandemia

Lanzone disse que os jovens da Geração Z, hoje cerca de metade dos usuários do Tinder, “vivem de vídeos, e por isso espera que estes usuários do Tinder atualizem constantemente seu perfil — em vez de ficar um tempo com o mesmo conjunto de vídeos e fotos.

Os dados do Tinder sugerem que usuários mais jovens valorizam em um parceiro a autenticidade e a abertura. Há também mais menções à saúde mental e a palavras como “ansiedade e” normalizar ” nos perfis.

Lanzone garante que o Tinder não se tornará uma mídia social, ao contrário do rival Bumble.

Menos drinks, mais trilhas

No entanto, o diretor afirma que a pandemia tirou as pessoas da trajetória linear do namoro que, em princípio, envolvia buscar candidatos no Tinder, dar “match”, combinar um encontro, ter um relacionamento e se casar.

“No verão passado (no hemisfério norte), quando houve uma flexibilização antes da próxima onda (de Covid-19) chegar, a tendência mudou muito rapidamente. Foram menos encontros para tomar um drink, e mais para fazer uma trilha juntos.”

Há “muito mais” em conhecer alguém “do que apenas dar ‘match’ e bater um papo rápido antes de se encontrar offline”, acrescentou ele.

“Acho que é hora de darmos às pessoas mais ferramentas para mostrar uma versão mais multidimensional de si mesmas.”

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