TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Segunda Vara de Família de VG digitaliza 100% do acervo

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A Segunda Vara de Família da Comarca de Várzea Grande deu um importante passo para a dinamização de seus feitos. Foi concluída a digitalização de todos os processos que ainda tramitavam de forma física. A ação assegura dinamismo e praticidade para os jurisdicionados. Atualmente 4.151 processos tramitam na vara.
 
A titular é a juíza Christiane da Costa Marques Neves. Atualmente ela exerce a função de juíza-auxiliar da Corregedoria-Geral da Justiça. A magistrada designada para a vara foi Cláudia Beatriz Schmidt. “A virtualização da integralidade do acervo de processos da unidade, no total aproximado de 700, trará muitos benefícios para a entrega da prestação jurisdicional, possibilitando que tal se faça de forma ágil e dinâmica, ressaltando-se a viabilidade de célere tramitação do processo mesmo durante esse período excepcional de distanciamento social”. Considerou a magistrada que assumiu os trabalhos da vara no mês passado.
 
digitalização é o resultado do trabalho de todos os servidores e estagiários da vara e do gabinete. Uma enorme necessidade que foi atingida em um momento difícil, em decorrência da pandemia. Tivemos apoio das magistradas e assessoria do gabinete e atingimos nosso objetivo. Agora estamos notificando os advogados para se pronunciarem sobre a digitalização”, disse a gestora Nercy Anchieta.
 
“Além de dinamizar todos os feitos ainda preservamos a qualidade de vida dos servidores, a partir do momento em que deixamos de manusear documentos físicos. Os advogados que entram em contato conosco por telefone, já informamos sobre a digitalização e todas as possibilidades em decorrência dela. Eles têm agradecido pelo empenho”, disse a analista, Edith Garcia.
 
“Os atos e atendimentos estão sendo praticados de forma remota, incluindo-se a realização de audiências em ambiente virtual, com excelente performance dos envolvidos. Trabalhar na modalidade digital é sinônimo de segurança, dinamismo e transparência, ressaltando-se a economia de etapas que haveriam de ser observadas na tramitação na forma física, como por exemplo a juntada de documentos, cargas de processos, etc. Enfim, o beneficio é para todos e a colheita de bons resultados é a expectativa de toda a equipe”, concluiu a juíza designada.
 
A juíza Christiane ressaltou que o trabalho foi realizado não obstante a pandemia, com grande empenho das assessoras do gabinete, servidores e estagiários. “O benefício é para todos! É o que buscamos. A satisfação do jurisdicionado”. Disse a magistrada.
 
Ranniery Queiroz
Assessoria de imprensa da Corregedoria-Geral da Justiça
(65) 3617-3069
 
 

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TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Clarice Claudino participa de live sobre o livro – Práticas Sistêmicas na Solução de Conflitos

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A desembargadora Clarice Claudino da Silva participará de live com a educadora sistêmica Gilmara Thomé, na próxima segunda-feira, às 20h (horário de Mato Grosso). O bate papo terá como tema as Práticas Sistêmicas na Solução de Conflitos, mesmo nome do livro em que as duas participantes são co-autoras, explicando como é possível aplicar o conhecimento sistêmico nos tribunais.
 
O evento será transmitido pelo perfil da desembargadora (@culturadepaz) e também da educadora (@gilthome). Para fazer perguntas, basta enviá-las no direct para o perfil da Gilmara Thomé.
 
Livro: A obra será lançada em 15 de dezembro de 2020 pela Editora Leader. Clarice Claudino contou que o resultado foi muito marcante para todos os envolvidos, dada a reconexão que proporcionou ao adolescente com a própria família e com a consciência e responsabilidade dele. “Isso dá a dimensão e a importância da visão sistêmica como ferramenta para complementar o tratamento adequado de conflitos e promover paz entre as pessoas”, sublinhou a desembargadora.
 
 
O livro reúne os grandes precursores da aplicação da filosofia sistêmica na prática da solução de conflitos, como juízes, desembargadores, advogados, mediadores, peritos, psicólogos e consteladores. Eles contam o antes e depois da postura de cada um na prática profissional, com exemplos de soluções em casos concretos, diferentes formas de trabalhar com as constelações nos tribunais, oficinas, escritórios, em diagnósticos de atuações processuais, nos consultórios e mais.
 
“Ficamos muito felizes quando fomos convidadas para compartilhar com vários outros coautores a experiência com as Oficinas de Direito Sistêmico do Tribunal de Justiça de Mato Grosso”, destacou a magistrada, assinalando que traz na obra o relato de um ‘case’ ocorrido no Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) da Infância e Juventude da Comarca de Cuiabá.
 
 
 
Keila Maressa
Coordenadoria de Comunicação do TJMT
 
 

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