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Segunda Sem Carne: 5 pratos sofisticados para sair do óbvio

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Segunda Sem Carne: 5 pratos sofisticados para sair do óbvio
Reprodução: Alto Astral

Segunda Sem Carne: 5 pratos sofisticados para sair do óbvio

Mais uma segunda-feira chegou e junto dela veio também a chance de começar a semana de uma forma diferente: fazendo o bem! Você sabia que para contribuir com as causas veganas e vegetarianas em prol dos animais não é preciso radicalizar?

Para isso, basta começar aderindo ao movimento #SegundaSemCarne, uma iniciativa Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB) que mostra os impactos positivos para o planeta quando alguém deixa o prato livre das carnes por apenas um dia.

Agora que você já conhece essa ação, que tal dar o primeiro passo hoje mesmo? O Alto Astral separou 5 receitas veganas sofisticadas para sair do óbvio e preparar uma refeição super especial e livre do sofrimento animal. Vamos nessa?!

Risoto aos quatro queijos

Reprodução / Guia da Cozinha

Tempo: 40min Rendimento: 4 porções Dificuldade: médio

Ingredientes

  • 3 cubos de caldo de legumes
  • 1 litro de água fervente
  • 1 cebola picada
  • 2 colheres (sopa) de azeite
  • 2 xícaras (chá) de arroz arbóreo cru
  • 1/2 xícara (chá) de vinho branco seco
  • 3 xícaras (chá) de caldo de legumes
  • 1/2 copo de requeijão cremoso (100g)
  • 100g de queijo mussarela ralado
  • 50g de queijo parmesão ralado
  • 50g de queijo provolone ralado
  • 1 lata de creme de leite (300g)
  • Sal e pimenta-do-reino a gosto

Modo de preparo

Dissolva os cubos de caldo de legumes na água fervente e reserve. Em uma panela, em fogo médio, refogue a cebola no azeite até murchar. Acrescente o arroz e mexa. Coloque o vinho branco e continue mexendo.

Quando o vinho evaporar totalmente, comece a colocar o caldo de legumes reservado, aos poucos, mexendo sempre. Quando o arroz estiver al dente, coloque o requeijão, a mussarela, o parmesão e o provolone. Misture e finalize com o creme de leite. Se necessário, tempere com sal e pimenta. Sirva, se desejar, polvilhado com queijo ralado e decorado com tomilho fresco.

Torta de palmito e legumes

Reprodução / Guia da Cozinha

Tempo: 40min

Rendimento: 8 porções

Dificuldade: fácil

Ingredientes

  • 1 pacote de biscoito água e sal triturado (200g)
  • 3 colheres (sopa) de manteiga
  • 1 clara
  • 1/2 xícara (chá) de queijo parmesão ralado para polvilhar

Recheio

  • 1 vidro de palmito picado (300g)
  • 1 lata de seleta de legumes escorrida
  • 3 ovos
  • 1 caixa de creme de leite (200g)
  • Sal e cheiro-verde picado a gosto

Modo de preparo

Para o recheio, misture em uma tigela o palmito, os legumes, os ovos, o creme de leite, sal, cheiro-verde e reserve. Para fazer a massa da torta de palmito e legumes, misture em uma vasilha o biscoito triturado, a manteiga e a clara até formar uma farofa úmida. Forre o fundo e a lateral de uma forma média de aro removível com a farofa e despeje o recheio por cima. Polvilhe com o parmesão e leve ao forno médio, preaquecido, por 20 minutos ou até firmar e gratinar. Retire, deixe amornar, desenforme e sirva.

Fetuccine com cogumelos

Reprodução / Guia da Cozinha

Tempo: 30min Rendimento: 5 porções Dificuldade: fácil

Ingredientes

  • 1 pacote de macarrão fettuccine (500g)
  • Cebolinha picada para decorar

Molho

  • 2 colheres (sopa) de manteiga
  • 2 colheres (sopa) de azeite
  • 1 cebola picada
  • 150g de cogumelo paris fatiado
  • 150g de cogumelo shimeji fatiado
  • 1/2 xícara (chá) de shoyu
  • 1 lata de creme de leite (300g)
  • Sal e cebolinha picada a gosto

Modo de preparo

Cozinhe o macarrão de acordo com as instruções da embalagem. Escorra e reserve. Para o molho, aqueça uma panela com a manteiga, o azeite e frite a cebola até murchar. Acrescente os cogumelos e frite em fogo alto por 3 minutos. Junte o shoyu e cozinhe por mais 3 minutos. Adicione o creme de leite, tempere com sal, cebolinha a gosto e misture. Desligue o fogo, misture com o macarrão cozido e transfira para uma travessa. Decore com cebolinha picada e sirva em seguida.

Panache de legumes ao balsâmico

Reprodução / Guia da Cozinha

Tempo: 30min Rendimento: 4 porções Dificuldade: fácil

Ingredientes

  • 1 cebola em pétalas
  • 1 pimentão vermelho em tiras
  • 1 cenoura cortada na diagonal
  • 1 abobrinha italiana grossa cortada na diagonal
  • 1 xícara (chá) de brócolis
  • 1 xícara (chá) de couve-fl or
  • 1 xícara (chá) de champignons inteiros
  • 1/4 de xícara (chá) de azeite de oliva
  • 1/4 de xícara (chá) de vinagre balsâmico
  • 2 colheres (chá) de orégano
  • 2 colheres (chá) de manjericão
  • 2 dentes de alho amassados
  • 1/2 cubo de caldo de legumes
  • 1 e 1/2 xícara (chá) de água
  • 2 colheres (sopa) de manteiga

Modo de preparo

Em uma tigela grande, coloque os 7 primeiros ingredientes, tempere com o azeite de oliva, o vinagre balsâmico, o orégano, o manjericão e o alho.

Em uma frigideira grande com grelha e bem quente, coloque os legumes virando de vez em quando até dourar. Reserve em uma travessa.

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Despeje o caldo de legumes dissolvido na água na mesma frigideira ainda quente e misture com uma colher de pau, raspando o fundo da panela. Adicione a manteiga e deixe ferver por 2 minutos ou até reduzir o caldo.

Despeje esse molho sobre os legumes e sirva em seguida como acompanhamento arroz branco, batatas e massas.

Batata com brócolis ao forno

Reprodução / Guia da Cozinha

Tempo: 35min Rendimento: 4 porções Dificuldade: fácil

Ingredientes

  • 6 batatas em rodelas
  • 1 maço de brócolis ninja em buquês
  • Sal a gosto
  • Manteiga para untar
  • 100g de queijo parmesão ralado
  • 100g de queijo mussarela ralado

Molho

  • 2 colheres (sopa) de manteiga
  • 1 colher (sopa) de farinha de trigo
  • 1 xícara (chá) de leite
  • 1 caixa de creme de leite (200g)
  • Sal e noz-moscada a gosto

Modo de preparo

Para o molho, aqueça uma panela com a manteiga e frite a farinha rapidamente. Junte o leite e mexa até dissolver e engrossar. Adicione o creme de leite, tempere com sal e noz-moscada, misture e desligue o fogo. Reserve.

Cozinhe a batata e o brócolis, separadamente, em água e sal até ficar al dente. Escorra e espalhe em um refratário médio untado. Cubra com o molho branco, polvilhe com o parmesão e a mussarela ralados e leve ao forno médio, preaquecido, por 10 minutos ou até gratinar.

Receitas: Guia da Cozinha

Fonte: IG Mulher

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Terapia relacional sistêmica: conheça a novidade e veja 5 razões para optar pela técnica

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Terapia relacional sistêmica: conheça a novidade e veja 5 razões para optar pela técnica
Redação João Bidu

Terapia relacional sistêmica: conheça a novidade e veja 5 razões para optar pela técnica

Com o número de mortes ocasionadas pela pandemia de Covid-19 em queda, o Brasil enfrenta mais um desafio: uma espécie de 4ª onda, impulsionada pelo número de pessoas que encontram-se depressivas, e precisaram se afastar do trabalho por transtornos mentais e uma série de outros problemas psicossociais. Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), o Brasil é o segundo país das Américas com maior número de indivíduos que sofrem com depressão, equivalentes a 5,8% da população, atrás apenas dos Estados Unidos, com 5,9%.

Com tantos desafios para a saúde mental, a terapia tem sido uma alternativa eficaz para quem busca uma melhora e reflexão sobre todos esses problemas, e uma das técnicas mais modernas e ainda pouco conhecida no mercado é a Terapia Relacional Sistêmica, que trabalha com a compreensão das relações como parte do seu contexto familiar e sociocultural. De acordo com a psicóloga Cyntia Abramczyk, há 5 razões para optar pela técnica:

  1. Leva em consideração cada situação e o contexto

A Terapia Relacional Sistêmica tem um foco nas relações do indivíduo, em diferentes níveis, sistemas e subsistemas, estabelecendo uma linha de atendimento orientada pelas relações familiares e interpessoais. A análise desenvolvida é feita de acordo com as reações de cada pessoa diante de situações específicas, sendo guiada pelo pensamento sistêmico e pela compreensão das dinâmicas relacionais que estão conectadas com o comportamento do indivíduo. “Ainda mais inovador, fazemos os atendimentos de forma conjunta, ou seja, são três terapeutas participando em uma só sessão, sendo duas na linha de frente e a terceira como voz reflexiva”, diz Stella Angerami, uma das fundadoras da Trialogar, startup especializada em terapia relacional sistêmica. Além das três especialistas, a terapia conta com a participação do casal ou de todos os membros da família.

  1. Compreende o indivíduo como um sistema

Essa proposta terapêutica não trabalha apenas com um só membro, mas sim com o casal ou toda a família, ou seja, com o sistema em si. Nesse sentido, a co-fundadora Cyntia V Abramczyk explica que esse tipo de terapia proporciona o encontro do ‘nosso’ sem perder cada um o seu eu. “Nós trouxemos para o atendimento particular uma realidade muito moderna baseada em estudos do mundo atual que mostram que nossos relacionamentos são circulares, ou seja, eles são formados por processos de relacionamento que apresentam características específicas, e cada vivência merece ser compartilhada nesse ambiente de conversa”, explica. O processo, feito na maioria das vezes em ONGs, já apresenta grande sucesso para entender processos e acontecimentos com crianças, casais, jovens e famílias. 

  1. Ajuda pessoas a desenvolverem seu funcionamento e relações

O foco do trabalho da terapia relacional sistêmica é ajudar a pessoa e a família ou casal a desenvolverem consciência de seu funcionamento, ou seja, o modo de agir e consigo e com as relações, e a partir disso, possibilitar que ele realize as aprendizagens e mudanças de que necessita, para que consiga agir perante suas dificuldades, de uma forma diferente, mais saudável e mais funcional. “Acredita-se que as pessoas constroem, nas relações, e o foco está no olhar para o sistema e entender as relações para promover as mudanças. Olhar as diferenças de forma positiva, acreditar na beleza da multiplicidade e respeitar o que cada um traz para compor sua relação de casal, e das famílias”, revela a terapeuta Sandra Raca.

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  1. Mudança é a chave para o tratamento

O sintoma é visto como uma forma de comunicação, uma linguagem, e uma forma de equilibrar o sistema. O trabalho clínico se realiza pela não priorização do sintoma, mas sim da mudança e da aprendizagem de novos padrões de relação. É o que explica Stella Angerami: “Muitas famílias entraram em choque, ninguém sabia como era ter que conviver assim de forma tão próxima todos os dias, misturando trabalho, estudos, tarefas doméstica, relações, e isso deu uma luz sobre o quanto é importante você ter um bom diálogo dentro de casa, e a preocupação é exatamente essa, nós queremos que as famílias se conectem novamente, e trazemos toda ela para trabalhar isso”.

  1. O processo é o mais importante

O tempo não é o fator principal, mas sim o foco no processo e como ele pode acontecer, por isso, é importante construir em conjunto com os casais parentais, casais e famílias um olhar cuidadoso que define o término dos atendimentos dando total autonomia e respeito com a decisão de todas as partes envolvidas.

Fonte : Trialogar , healthtech de terapia de casais e famílias

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Fonte: IG Mulher

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