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Secel realiza workshop para desenvolvimento do Grande Hotel da Criatividade

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A Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT) realiza o ciclo de workshops “Vocações Criativas” em parceria com o Centro de Inovação do Istituto Europeo di Design no Brasil (CR+IED), nos dias 25 e 26 de agosto. O evento faz parte do processo de desenvolvimento do Grande Hotel da Criatividade. 

Localizado na Avenida Getúlio Vargas, em Cuiabá, O Grande Hotel passará por restauração e será o centro de referência da economia criativa de Mato Grosso.

O evento ocorre no Palácio da Instrução e reúne profissionais da economia criativa, a equipe de arquitetos que trabalha no projeto de restauração e também os representantes das secretarias de Estado envolvidas no projeto. O objetivo é criar de forma colaborativa o design da experiência de jornada de uso do espaço, uma etapa importante de identificação das expectativas dos futuros usuários dos serviços que serão ofertados.

Para o diretor do CR+IED, Fabiano Virginio, esse é o primeiro de muitos encontros. “Projetos contemporâneos como o Grande Hotel da Criatividade, já tem que nascer com forte diálogo com os seus usuários, com as pessoas que vão fazer parte do ecossistema que ele vai promover. Esse é o espírito desse projeto. Precisamos captar e entender melhor a visão dos usuários para desenvolvermos um modelo que interaja melhor com o dia a dia das pessoas. Um espaço para muita prática criativa”.

A superintendente de Economia Criativa da Secel, Alessandra Keiko Galvão Okamura, fala da importância do envolvimento de todos os agentes que serão impactados pelo projeto. “Estamos na segunda fase desse ciclo de desenvolvimento do projeto e é muito importante a participação de todos, uma vez que esse espaço será para a classe. Reunimos os profissionais criativos e os desenvolvedores do espaço, para que possamos cocriar um plano de ocupação do espaço, pensando na gestão e sustentabilidade.”

O Grande Hotel da Criatividade pretende ser um creative hub. Atenderá de forma democrática todos os segmentos da economia criativa, com a oferta de espaços para capacitação, estações de trabalho, áreas de convivência, laboratórios de experimentação, prototipagem e de multiusos com o objetivo de atender o maior número de empreendedores, artistas e produtores, tornando-se também um local de conexão.

A produtora cultural Carolina Barros destacou a importância do convite aos profissionais da economia criativa para participarem do desenvolvimento do portfólio de serviços do Grande Hotel. “Acho extremamente inteligente e fico feliz que tenha uma gestão que queira de fato promover essa participação coletiva na criação e tomada de decisões. Espero que o Grande Hotel seja um espaço que extrapole as caixinhas, que ele pense a cidade, as comunidades, que ele se abra para experimentações e crescimentos reais e não baseada em dados que não refletem a realidade e que não fique fechado apenas para os profissionais da economia criativa, que seja aberto para toda a comunidade”.

A iniciativa é liderada pela Superintendência de Economia Criativa da Secel, em parceria com a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci), Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), Secretaria de Estado de Desenvolvimento Economico (Sedec) e Secretaria de Educação do Estado de Mato Grosso (Seduc).

Fonte: GOV MT

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Trabalhadores do Ensino Público de Mato Grosso entram em greve pedindo 20% de reajuste

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Professores, administradores e funcionários de escolas, do governo de Mato Grosso, anunciaram paralisação de 24 horas nesta quinta-feira (28/10) – Dia dos Servidores Públicos – contra o que eles chamam de “calote do pagamento da Revisão Geral Anual (RGA) dos servidores da educação, o que resultaria num reajuste salarial de 20%.

O valor, segundo o Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Público de Mato Grosso (Sintep-MT), membro do Fórum Sindical, foi um dos signatários do movimento dos servidores, mais de 700 escolas de Mato Grosso tiveram suas atividades suspensas nesta quarta.

O presidente do Sintep, Valdeir Pereira, disse que o governo não paga o reajuste integral dos servidores desde 2018. Ele destaca que a inflamação registrada é superior a 10%, nos últimos 12 meses. Afirma que o governo deve fazer um reajuste no próximo ano, mas que não atingirá a totalidade da inflação.“Vai ficar pela metade, tivemos um aumento da alíquota previdenciária e o governo não sinaliza em pagar os valores defasados”, disse.

Fora a cobrança da RGA, os professores exigem o cumprimento da Lei 510 de 2013, que assegura a dobra do poder de compras dos salários, a convocação dos aprovados no concurso público, reforma das escolas em condições precárias e aplicação de leis que asseguram recursos para a educação.

“A lei 510 foi, inclusive, uma greve que fizemos pela exigência da parcela fixa. O governo, junto com o Ministério Público, pediu a inconstitucionalidade da lei, mas outros setores, como o Tafe e Sema, o governo fez o pagamento dos percentuais. Ou seja, pra educação a tratativa é uma, pros outros setores a tratativa é outra”, recorda.

Além disso, os profissionais aproveitam para protestar também contra a volta as aulas na pandemia, o fechamento de escolas e a falta de políticas públicas para auxiliar estudantes que foram prejudicados por conta da covid-19.

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