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Seaf registra queda nos preços dos hortifrúti em junho

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A Central Atacadista de Cuiabá começou o mês de junho com registro de queda nos preços dos principais produtos hortifrutigranjeiros comercializados em Cuiabá e Várzea Grande. Segundo a cotação de preços realizada pela Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf), de janeiro a junho desse ano, coentro, maçã, tomate, cenoura, batata lisa, batata doce, banana nanica, prata e a banana maça despencaram no valor. Cenário atípico frente à escala de alto nos preços dos produtos alimentícios como carne, arroz, leite, dentro outros.

Os itens com maior registro de queda foram a banana nanica e a batata lisa, que juntos reduziram 50% de valor. A caixa com 20kg da banana nanica de R$ 70 reduziu para R$ 35. Já o saco de 25kg da batata lisa caiu de R$ 110 para R$ 55. Já a maça nacional, a caixa com 18kg, está sendo vendida a R$ 75, enquanto que em janeiro essa mesma quantidade custava R$ 140. A banana-maçã, de R$ 70 abaixou para R$ 35, a caixa com 20kg. Ambos tiveram queda de 46%.

Segundo a técnica de Desenvolvimento Econômico Social da Seaf, Doraci Maria de Siqueira, responsável pela cotação de preços, a explicação para o registro dessas quedas se deve ao fato de estarmos no período final de produção dos itens relacionados acima, mas que a tendência é a de subir nos próximos meses. “A safra da maioria dos produtos que tiveram o preço reduzido foi muito boa, e quando isso ocorre, a tendência é uma maior presença deles no mercado e, consequentemente, redução no valor de venda”, pontuou Doraci Siqueira.

O coentro, planta muito utilizada, principalmente, na forma de tempero, registrou queda de 42% nesses últimos cinco meses. O maço passou de R$ 7 para R$ 4. Já o tomate e a banana prata estão 40% mais baratos. A caixa com 20kg do tomate e da banana prata caiu de R$ 100 para R$ 60.

Já a batata doce, a saca de 20kg, está sendo vendida a R$ 40, enquanto que em janeiro era vendida a R$ 60, registrando uma queda de 33%. A cenoura está custando 30% mais barata, ao passar de R$ 50 para 35, a caixa com 21kg. “A área plantada tanto da cenoura quanto a da batata doce aumentaram no período de estiagem, o que refletiu nos preços desses dois produtos nesse período de janeiro a junho”, acrescentou a técnica da Seaf.

No lado oposto ao registro de redução, estão pimenta-de-cheiro e o alho. Esse último item aumentou 27%, ao subir de R$ 150 para R$ 190, a caixa com 10kg. Já a pimenta-de-cheiro, muito utilizada para tempero, aumentou 75% a caixa com 8kg, ao passar a ser vendida a R$ 140 ao invés de R$ 80. “No caso do alho chegamos ao fim do período de colheita, e por isso, houve essa alta. Já a pimenta de cheiro, com o início da estiagem, a área de cultivo foi drasticamente reduzida, ficando apenas a produção que faz uso de irrigação, e o produtor, para cobrir os custos que é o de ter uma área irrigada, repassa o valor ao consumidor”, concluiu Doraci.

COTAÇÃO

A cotação de preços dos principais produtos da agricultura familiar é realizada semanalmente, toda terça-feira a partir 5h, por técnicos da Seaf, Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer) e prefeitura de Cuiabá. A pesquisa de preço é realizada na Central de Abastecimento de Cuiabá, levando em conta o preço mínimo, mais comum e o preço máximo dos produtos encontrados nas barracas em três horários distintos durante o período matutino.

Fonte: GOV MT

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Material didático, formações e avaliações são para recuperar aprendizagem dos estudantes

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A secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT) realiza, nesta quarta-feira (28/07), das 9h às 9h30, uma sessão pública para receber os envelopes com propostas para contratação de empresa que vai fornecer aos estudantes da rede pública o Sistema Estruturado de Ensino.

A sessão pública será realizada no auditório da Seduc e poderá ser acompanhada em tempo real pelo link: https://www.youtube.com/channel/UCQOdC2-QEJ0hSsGDe_xlnpw/featured.

Secretário de Estado de Educação, Alan Porto explica que o Sistema Estruturado de Ensino compreende materiais didáticos pedagógicos, a plataforma digital de ensino, a formação continuada de professores de acordo com as necessidades das escolas e o sistema de avaliação permanente dos estudantes.

“É claro para toda a sociedade que a aprendizagem dos nossos estudantes sofreu um grande impacto com a pandemia. O retorno na modalidade híbrida, que ocorrerá no dia 3 de agosto, por si só é insuficiente para recuperar todo o prejuízo. Por isso, a Seduc fez um planejamento para a recuperação desta aprendizagem e o Sistema Estruturado de Ensino faz parte dele”, enfatiza.

O secretário destaca que a meta do governo é alcançar uma educação de qualidade e, para isso, vários aspectos são fundamentais.

“O que o governo do Estado, por meio da Seduc, propõe hoje é uma revolução na educação. Hoje figuramos como o 22º pior no Ensino Médio no país e o 16º no Ensino Médio. Sem formação dos nossos profissionais de forma continuada, sem material didático de excelência e ao alcance de todos os estudantes e sem avaliações para sabermos onde estão os principais problemas e onde são necessárias as intervenções, é impossível reverter este quadro”.

Transparência

Alan Porto ainda fez questão de enfatizar que todo o processo para contratação da empresa que vai fornecer o material é transparente e afirma que a participação da sociedade no processo, inclusive como fiscalizadora, é mais uma forma de consolidar uma política pública séria e eficiente.

No dia 29 de março, por exemplo, foi realizada uma audiência pública para apresentar os documentos a serem licitados para contratação de empresa especializada, por meio de Contrato de Impacto Social (CIS), para o fornecimento do Sistema Estruturado de Ensino. Houve participação de representantes do Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Público de Mato Grosso (Sintep), do Fórum Estadual de Educação, entre outros.

“O que não podemos aceitar são críticas infundadas. Todo o esforço do governo de Mato Grosso é para transformar a educação do nosso Estado em uma das melhores do país. E não se trata apenas do Sistema Estruturado de Ensino. Há muitos outros projetos que já estão sendo implementados, como o Alfabetiza MT e o Mais MT Muxirum, em plano de cooperação com os municípios. O que Mato Grosso faz hoje é política educacional séria e de resultados”.

Material didático

No primeiro semestre deste ano o governo do Estado entregou a todos os estudantes do Ensino Fundamental material didático impresso para ajudar na aprendizagem. Neste segundo semestre o material será para os estudantes do Ensino Médio, enquanto não ocorre a contratação do Sistema Estruturado.

“O material é sim composto pela Base Nacional Comum Curricular e nem poderia ser diferente. Muitas acusações foram feitas que a Seduc estava entregando o mesmo material elaborado pelo Ministério da Educação. Mas nunca fizeram questão de falar que os estudantes da rede pública de ensino não podem levar o livro PNLD (Programa Nacional do Livro Didático) para casa. Os livros não são deles e precisam atender 3 anos consecutivos. O que o governo de Mato Grosso possibilitou e vai continuar possibilitando é o material em mãos para os estudantes”.

Formações e avaliações

Secretário de Educação enfatiza que a formação dos profissionais da educação foi intensificada com a pandemia e o Sistema Estruturado de Ensino dará continuidade a este processo com no mínimo 120 horas de capacitação e formação.

No primeiro momento, os professores tiveram formações para as aulas remotas e para estarem prontos para o próximo momento, que é o retorno híbrido.

Com as avaliações permanentes nas escolas públicas estaduais, que visam aferir, de forma constante, como está o nível de aprendizagem, as formações continuam para que as intervenções necessárias não ocorram só de dois em dois anos, quando o governo federal divulga os dados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).

“As avalições externas serão de extrema importância para intervimos de forma mais ágil no processo de aprendizagem, para realmente recuperarmos os prejuízos que cresceram muito com a pandemia. E com os resultados em mãos, decidimos as formações necessárias para que os professores tenham condições de agir no foco dos problemas”.

Fonte: GOV MT

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