POLÍTICA NACIONAL

Saúde enfrenta crise porque nunca teve prioridade, diz Eduardo Girão

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O senador Eduardo Girão (Podemos-CE) afirmou em pronunciamento nesta quarta-feira (13) que a atual crise da saúde se deve ao sucateamento do sistema público, ao longo dos anos, devido à falta ou inversão de prioridades, a superfaturamento em obras e compras e ao descaso com os profissionais da área.

— Não é à toa que o Brasil inteiro está hoje tendo uma solução de continuidade nos hospitais, na saúde pública. Porque a saúde do povo brasileiro nunca foi prioridade em governo nenhum. Esse foi o resultado: quando a gente precisou não tinha leito e o sistema estava desorganizado — criticou.

De acordo com Eduardo Girão, menos de 10% dos 184 municípios do Ceará têm estrutura para receber e tratar pacientes graves com covid-19 que, por essa razão, ficam dependentes do atendimento em grandes cidades.

O senador lamentou que essa realidade seja acompanhada de notícias de desvios de verbas para o enfrentamento à pandemia. Ele espera que a experiência atual ajude o país a “fazer diferente no futuro”. 

Girão ressaltou que o Ceará está recebendo R$ 3,3 bilhões para os municípios e que a página do senador na internet faz o acompanhamento da execução desses recursos. Ele pediu que os cidadãos também acompanhem esses gastos, fiscalizando o uso do dinheiro junto a vereadores e prefeitos.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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POLÍTICA NACIONAL

Comissão debate recomendações da ONU para melhorar a educação no Brasil

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Jaelson Lucas/AEN
Educação - geral - professor - educador - sala de aula - ensino - magistério
Uma das recomendações é reduzir a desigualdade educacional

A Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados realiza audiência pública na próxima sexta-feira (25) para debater o direito à educação, um dos temas objeto das recomendações recebidas pelo Brasil no âmbito da Revisão Periódica Universal (RPU) das Nações Unidas.

A Revisão Periódica Universal é o mecanismo que analisa a situação interna de direitos humanos nos Estados membros da ONU. Em 2017, o Brasil passou pelo terceiro ciclo de avaliação e recebeu 246 recomendações sobre direitos humanos, das quais aceitou voluntariamente 242.

Em 2019, a Câmara dos Deputados e o Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para Direitos Humanos firmaram parceria para a criação de um Observatório Parlamentar no âmbito da Comissão de Direitos Humanos, com o objetivo de monitorar as recomendações recebidas pelo Brasil.

Desigualdade
Uma das recomendações recebidas pelo Brasil é: “Continuar a implementar medidas para melhorar a qualidade da educação e reduzir a desigualdade educacional baseada em nível de renda e classe social”.

Para debater essa e outras recomendações, foram convidados, entre outros nomes, a relatora da ONU sobre o Direito à Educação, Koumbou Boly Barry; e o presidente da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), Edward Madureira Brasil. Veja a lista completa de convidados.

A audiência será realizada no plenário 13, às 10 horas, e foi requerida pelo deputado Carlos Veras (PT-PE), presidente da Comissão de Direitos Humanos.

Da Redação – RS

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