Saúde

“Saquinhos de ilusão” com vermífugos e cloroquina custam vidas, diz especialista

Publicados

em


source

O Antagonista

undefined
O Antagonista

Os “saquinhos de ilusão” com vermífugos e cloroquina custam vidas

“Impressionam de verdade neste cenário pandêmico o número, a frequência, a intensidade e mesmo a inoportuna insistência com que alguns peroram, sem pudor, sobre teses, ‘protocolos’ e fórmulas de ‘tratamento precoce’ para a Covid-19″ , diz Margareth Dalcolmo.

“Mais grave ainda é vê-las proliferar com a anuência e beneplácito inclusive de políticos e prefeituras, que distribuem o que já denominei de ‘saquinhos de ilusão’ , contendo uma panaceia de remédios, que mistura antibióticos, corticoides, vermífugos, vitaminas, zinco, até a obsoleta cloroquina, para uma suposta prevenção de agravamento da doença. Tristes, testemunhamos as mortes de alguns defensores dessas prescrições , quase como seita (…).

Esse é um dos perigos em um momento tão difícil e doloroso como o que vivemos, em que ceder à tentação de exercer um determinado poder, se valendo da credulidade de muitos, pode custar vidas .”

Leia mais em O Antagonista

Fonte: IG SAÚDE

Comentários Facebook
Propaganda

Saúde

Sputnik V não protege eficientemente contra variante Beta, diz estudo

Publicados

em


source
Sputnik V não protege eficientemente contra a variante Beta, diz estudo
Isabela Silveira

Sputnik V não protege eficientemente contra a variante Beta, diz estudo

Ensaios clínicos realizados no final do ano passado demonstraram que a Sputnik V é 91,6% eficaz contra a Covid-19. A vacina russa já tem sido usada em países como Argentina, México, Hungria, além da própria Rússia. Um novo estudo buscou certificar a eficácia do imunizante em neutralizar as mutações do coronavírus e concluiu que a vacina é segura contra a variante Alfa (Reino Unido), mas não tão eficiente contra a Beta (África do Sul). A pesquisa, contudo, não testou a variante Delta, dominante em muitos locais.

A pesquisa publicada pela “Nature Communications” observou amostras de soro de 12 voluntários na Argentina, um mês depois essas pessoas receberem as duas doses da vacina Sputnik V. A equipe liderada pelo Dr. Benhur Lee analisou a capacidade neutralizante da vacina russa contra duas variantes comuns no país latino: a variante Alpha, que surgiu no Reino Unido, e a variante Beta, que apareceu na África do Sul.

Para o experimento, eles usaram vírus recombinantes, que carregam mutações na proteína S, encontradas também nas variantes. O vírus utiliza essa proteína para entrar nas células humanas. Além disso, os cientistas examinaram a mutação E484K, que também ocorre na proteína S e está presente em outras variantes, como a Gama, variação brasileira.

Você viu?

Os resultados do estudo apontaram eficácia satisfatória na neutralização da Alpha, moderada contra a mutação E484K e reduzida em oposição à variante Beta.

Os pesquisadores afirmam que, embora a amostra utilizada seja pequena, indicando a necessidade de estudos maiores, os resultados podem ser considerados representativos. Dessa maneira, a capacidade da variante Beta e da mutação E484K escapar da neutralização de anticorpos sugere dificuldades no controle de algumas variantes.

Isso não significa, contudo, que a Sputnik V e outras vacinas não funcionem. Os autores do estudo acreditam, porém, que elas precisam ser atualizadas a fim de aumentar a eficácia contra as variantes emergentes que tem preocupado os especialistas em saúde.

Fonte: IG SAÚDE

Comentários Facebook
Continue lendo

Polícia

ENTRETENIMENTO

MATO GROSSO

Política Nacional

CIDADES

Mais Lidas da Semana