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São Paulo tem 272 mortes por Covid-19 em um dia e total de óbitos passa de 6 mil

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cemitério vila nova cachoeirinha
José Cícero da Silva/Agência Pública

Covas abertas no cemitério Vila Nova Cachoeirinha que atende a Brasilândia, em São Paulo

O estado de São Paulo registrou 272 novas mortes por Covid-19 em um dia, chegando a 6.045 óbitos causados pela doença, divulgou a Secretaria de Estado de Saúde neste sábado. Ao todo, o novo coronavírus (Sars-Cov-2) já infectou 80.558 pessoas em 505 municípios do estado. A maior parte das mortes, 72,9%, foram de pacientes idosos, com 60 anos ou mais.

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Mais da metade dos casos confirmados é da capital paulista. Até o último balanço da Prefeitura, divulgado na quinta-feira (21), o município de São Paulo tinha 3.252 mortes confirmadas e 44.516 infectados.

Porém, ainda que a capital siga com a maior parte dos casos, estudos do governo estadual apontam que a Covid-19 tem avançado pelo interior e o litoral.

Segundo a Secretaria de Saúde, 11,9 mil pacientes estão internados no estado, sendo 4.674 em UTI e 7.242 em enfermaria. 15.981 pessoas já tiveram alta.

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A concentração de casos na capital e região metropolitana também pode ser observada nas taxas de ocupação de UTIs reservadas para atendimento ao novo coronavírus . No estado, a taxa é de 73,7%, número que sobe a 89,2% na Grande São Paulo.

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No Brasil, os números de casos e mortes pela Covid-19 também se alastram nos últimos dias. Nesta sexta-feira (22), o País  ultrapassou a Rússia em número de casos, com 330.890 confirmações. Já são 21.048 mortes pelo novo coronavírus, sendo 1.001 registradas em 24 horas entre quinta e sexta.

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Hospital Universitário oferece assistência remota a pacientes em João Pessoa

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O Hospital Universitário Lauro Wanderley (HULW), vinculado à Universidade Federal da Paraíba, criou uma Central de Teleatendimento para oferecer orientação remota aos pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) que são assistidos pela instituição. Aproximadamente 40 profissionais realizam essa assistência remota. Os atendimentos ocorrem por meio de ligação do aplicativo de mensagens WhatsApp ou da plataforma Teams, da Microsoft, nas especialidades: Cardiologia, Dermatologia, Endocrinologia, Geriatria, Hematologia, Nefrologia, Neurologia, Oncologia, Pediatria, Pneumologia, Psiquiatria e Reumatologia.

O gerente de Ensino e Pesquisa e superintendente em exercício do HULW, Ângelo Melo, destacou a importância da iniciativa para a assistência à população. “Estamos com um ambulatório fechado por conta da pandemia, e os pacientes precisam ter um monitoramento, uma orientação, um apoio assistencial nesse momento. Não é possível realizar uma teleconsulta, porque seria necessário termos plataformas muito mais complexas, e sabemos da dificuldade de acesso dos pacientes a essas ferramentas. Mas a teleorientação e o telemonitoramento vão ajudar bastante agora, principalmente aos pacientes com enfermidades crônicas”, afirmou.

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O professor de educação física, Sergio Cabral, afirmou ter sido bem atendido e elogiou o teleatendimento. “Tive um excelente atendimento, primeiramente por telefone. Minhas receitas de Neurologia foram encaminhadas ao Setor de Acolhimento e depois entregues para mim”, conta o paciente.

Para a execução do projeto de telemedicina do Lauro Wanderley, foram definidos dois tipos de atendimento: a teleorientação e o telemonitoramento. O acesso dos pacientes ao serviço se dá por meio de uma central telefônica com quatro linhas, que contemplam 12 especialidades: Grupo 1 – Reumatologia, Dermatologia, Nefrologia; Grupo 2 – Hematologia, Oncologia, Endocrinologia; Grupo 3 – Cardiologia, Pneumologia, Pediatria; Grupo 4 – Neurologia, Geriatria, Psiquiatria.

Antes do teleatendimento, ocorre uma triagem, para verificar se o paciente tem perfil para receber assistência a distância, por meio da aplicação de um questionário. Em seguida, há a coleta de dados para agendamento. Depois, é indagado se ele tem acesso à internet e a e-mail. Caso contrário, o atendimento ocorre por meio de ligação de um aplicativo de conversa. Depois do paciente passar por triagem, é agendada uma data, na grade de cada profissional que está fazendo o telatendimento, conforme o dia que ele costuma atender no ambulatório do HULW. Previamente, os usuários são comunicados sobre data e horário do atendimento.

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Demanda reprimida

A criação da Central de Teleatendimento tem como objetivo atender a demanda reprimida de vários pacientes, a exemplo daqueles com enfermidades crônicas, como diabetes, cardiopatias e doenças reumatológicas. Tais usuários são assistidos pelo Hospital Universitário há algum tempo, e é necessário dar continuidade a esses acompanhamentos.

Atualmente, existem outras iniciativas de telemedicina sendo executadas em hospitais da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares – Rede Ebserh, mas o HULW desenvolveu um projeto próprio, tendo como subsídio um documento produzido pela estatal. “Houve troca de experiências com outros hospitais. Observamos o que havia no documento da sede e, a partir daí, adaptamos para a realidade do Lauro Wanderley”, afirma Ângelo Melo. 

 

Com informações da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares

Fonte: Brasil.gov

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