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São Paulo registra índices próximos a 80% de ocupação em UTIs

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Com aumento de casos, UTIs do estado se aproximam de 80% de ocupação
Foto: Tempura/iStock

Com aumento de casos, UTIs do estado se aproximam de 80% de ocupação

Com a ocupação dos leitos de UTI se aproximando de 80% e 19 hospitais públicos já lotados, o estado de São Paulo começou neste sábado um período de duas semanas na fase vermelha, a mais restrita do Plano São Paulo. Segundo os novos dados divulgados pelo governo estadual, a ocupação de UTI no estado está em 79,46%, um aumento de um ponto percentual nas últimas 24 horas.

Nesta sexta-feira (05), o governador de São Paulo e autoridades da Saúde admitiram que as próximas semanas serão as piores desde o início da pandemia e convocaram voluntários para o que classificaram de “guerra”.

Na capital, a ocupação dos leitos de UTI reservados para Covid está em 81,51%. Até esta sexta-feira, pelo menos 10 hospitais já estavam sem vagas de terapia intensiva para paciantes com coronavírus. No resto do estado, outros nove unidades de saúde também já estavam lotados.

Os números marcam uma semana em que os casos de Covid-19 explodiram no estado e no país.  Em apenas 10 dias, a taxa de ocupação de leitos de UTI na Grande São Paulo saltou de 68,8% para 79,1%. No estado passou de 66,6% para 79,46%.

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Neste período, o aumento no número de internados é de 23%, segundo o governo de São Paulo. Por uma semana, São Paulo registrou pico de internações. No dia 27 de fevereiro, eram 7.011 internados na UTI. Nesta sexta-feira, segundo último balanço da secretaria estadual, 7.892 pessoas estão sendo assistidas na terapia intensiva.

Na capital, a ocupação dos leitos de UTI reservados para Covid está em 81,51%. Até esta sexta-feira, pelo menos 10 hospitais já estavam sem vagas de terapia intensiva para paciantes com coronavírus. No resto do estado, outros nove unidades de saúde também já estavam lotados.

Os números marcam uma semana em que os casos de Covid-19 explodiram no estado e no país.  Em apenas 10 dias, a taxa de ocupação de leitos de UTI na Grande São Paulo saltou de 68,8% para 79,1%. No estado passou de 66,6% para 79,46%.

Neste período, o aumento no número de internados é de 23%, segundo o governo de São Paulo. Por uma semana, São Paulo registrou pico de internações. No dia 27 de fevereiro, eram 7.011 internados na UTI. Nesta sexta-feira, segundo último balanço da secretaria estadual, 7.892 pessoas estão sendo assistidas na terapia intensiva.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Brasil recebe 2,3 milhões de kits de intubação vindos da China

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Chegou ao Brasil na noite de hoje (15), no Aeroporto Internacional de Cumbica, em Guarulhos (SP), um lote de 2,3 milhões de kits para intubação de pacientes com covid-19. Os medicamentos foram fabricados em Lianyungang, na China. Os kits, que serão doados para o Ministério da Saúde, são compostos de sedativos, neurobloqueadores musculares e analgésicos opioides – insumos básicos para realizar a intubação.

Os medicamentos foram trazidos ao Brasil e serão doados ao Sistema Único de Saúde (SUS) por um grupo de empresas formado pela Engie, Itaú Unibanco, Klabin, Petrobras, Raízen e TAG, além da Vale, que deu início a ação há duas semanas.

Os 2,3 milhões de kits são um primeiro lote de um total de 3,4 milhões que devem chegar ao Brasil até o final do mês. No total, os medicamentos têm capacidade para serem utilizados em 500 leitos pelo período de um mês e meio. Os itens possuem autorização para importação emitida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Segundo o grupo de empresas, a ação foi motivada pelo recrudescimento da pandemia de covid-19 no Brasil e pela escassez de insumos para o atendimento a pacientes em unidades de terapia intensiva (UTIs).

Na terça-feira (13), a Federação das Santas Casas e Hospitais Beneficentes do Estado de São Paulo (Fehosp) fez um alerta sobre o desabastecimento de anestésicos e medicamentos do kit intubação e considerou o cenário “gravíssimo”. 

Os cerca de 160 hospitais que responderam ao levantamento apontaram que os estoques de anestésicos, sedativos e relaxantes musculares tinham, então, em média, de 3 a 5 dias de duração e que os antibióticos também começaram a ficar escassos. 

Ministério da Saúde

Em coletiva de imprensa, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse que a ação vai reforçar a assistência ao Sistema Único de Saúde (SUS). “A obrigação de adquirir esses medicamentos é de estados e municípios. Todavia, estamos em uma emergência pública internacional e nós temos que tomar as providências necessárias para assegurar o abastecimento em todo o país, principalmente em municípios menores que não têm condições de compra”, disse Queiroga. 

Segundo o Ministério da Saúde, assim que chegarem ao Brasil, os medicamentos serão enviados para todos os estados e ao Distrito Federal. “Com base em experiências anteriores, a expectativa é de que em menos de 48 horas os medicamentos sejam distribuídos para todos os estados”, disse o secretário-executivo do Ministério da Saúde, Rodrigo Cruz.

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Saúde

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