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Samsung Galaxy S21 sobrevive debaixo d’água há mais de 10 dias

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Samsung Galaxy S21
Bruno Gall De Blasi/Tecnoblog

Samsung Galaxy S21

Por quanto tempo sobrevive um Samsung Galaxy S21 submerso? É o que uma transmissão no YouTube quer mostrar: o canal Photo Owl Time Lapse colocou o novo celular da Samsung, que possui certificação IP68, dentro de um aquário para testar sua resistência à água. O smartphone já está há mais de dez dias imerso e com a tela ligada.

O vídeo ao vivo mostra como o celular reage quando colocado dentro d’água por bastante tempo. As imagens apresentam o telefone com o cronômetro aberto e ligado a um carregador sem fio para que a bateria não acabe durante o mergulho.

Segundo a descrição da transmissão nesta quarta-feira (10), a ideia é manter o smartphone no aquário até parar de funcionar. O autor do vídeo também observa que o cronômetro nativo do celular só vai até 99 horas, 59 minutos e 59 segundos. Após alcançar o limite, a contagem precisa ser recomeçada manualmente.

Do início da experiência para cá, o Galaxy S21 apresentou algumas reações à submersão. É o caso do aviso de “Umidade detectada” que surgiu após 117 horas e 53 minutos na água. A tela também deixou de responder adequadamente mas voltou a funcionar depois que alguns botões foram pressionados.

Você viu?

241 horas e 10 minutos depois, foi a vez de testar os alto-falantes. O autor do vídeo disse, na descrição, que conseguiu reproduzir algumas músicas com o celular, mas a qualidade não agradou. “Toquei um pouco de música e os alto-falantes soaram péssimos, muito silenciosos e mal compreensíveis”, explicou.

Neste momento, o celular está no 12º dia ou há pouco menos de 279 horas debaixo d’água, com a tela acesa enquanto o cronômetro marca a longa jornada. Segundo a Samsung , o Galaxy S21 possui certificação IP68, que é baseada “em condições de teste para submersão em até 1,5 metro de água doce por até 30 minutos”.

Samsung lança Samsung Galaxy S21 no Brasil

O Samsung Galaxy S21 começará a ser vendido no Brasil em março. Nesta terça-feira (9), a Samsung anunciou a chegada de seu novo celular aos consumidores brasileiros , com o processador Exynos 2100 na ficha técnica, tela plana de 6,2 polegadas e câmera tripla de até 12 megapixels. O preço sugerido do telefone é de R$ 5.999.

Os outros smartphones da nova geração também vão marcar presença no país. É o caso do Galaxy S21+ , que estará disponível com armazenamento de 128 GB e 256 GB por R$ 6.999 e R$ 7.399, respectivamente. O Galaxy S21 Ultra será comercializado em duas unidades, por R$ 9.499 (12 GB + 256 GB) e R$ 10.499 (R$ 16 GB + 512 GB).

A marca sul-coreana ainda apresentou os novos Galaxy Buds Pro com cancelamento de ruído e o rastreador Bluetooth Galaxy SmartTag.

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Superapps: os aplicativos ‘tudo em um’ têm espaço no Brasil?

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Superapps são tendência global
Unsplash/Rob Hampson

Superapps são tendência global



Há alguns anos, ouvimos falar sobre a tendência dos superapps , os aplicativos que reúnem diversos serviços e produtos em um só, facilitando a vida dos usuários.

Quando se fala em superapps, um dos mais famosos e citados é o chinês WeChat . O aplicativo é um verdadeiro canivete suíço digital e permite troca de mensagens, consultas médicas, delivery, paquera, compra de produtos, pedidos de táxi, publicações, assistir a vídeos e muito mais – tudo na mesma aplicação.

No Brasil, a ideia de reunir diversas funções em um só aplicativo também vem ganhando espaço. Por aqui, um dos maiores exemplos é o Rappi , que começou como um serviço de delivery, mas já possui jogos, recursos de transmissões ao vivo , venda de pacotes de viagens e eventos online. Outros exemplos são o Ame, Magalu e PicPay, que reúnem alguns serviços em um só app.

“O superapp nada mais é que uma resposta que a sociedade, na figura do consumidor, está dando para as empresas”, analisa Paulo Marcelo, CEO da empresa de tecnologia Solutis.

Você viu?

O especialista afirma que, cada vez mais, os usuários estão buscando praticidade, podendo encontrar diversas funcionalidades em um só aplicativo , ao contrário de ter vários sistemas instalados. Ele analisa, ainda, que embora não haja um superapp tão popular como o WeChat no Brasil, o cenário nacional segue uma tendência global e tem avançado nesse sentido.

Superapps em diversos setores da economia

Paulo afirma que o setor que mais investe em superapps é o varejo, que vem ultrapassando o conceito de compra e venda, com plataformas apostando também em outros serviços. Um dos exemplos é o app Magalu que, além de vender produtos do Magazine Luiza, também oferece cashback, compras de produtos de outras empresas parceiras e até supermercado.

Outro setor que tem apostados bastante nessa tendência é o financeiro. “O consumidor quer ter o canal com seu banco explorando outras alternativas, integrando não só produtos financeiros, mas também outros produtos de varejo, de serviços”, afirma Paulo.

Para o especialista, a área da saúde também pode se beneficiar bastante dessa tecnologia, já que o setor pode ser integrado em diversos sentidos. Paulo analisa que farmácias, hospitais e laboratórios, por exemplo, poderiam se integrar em uma só plataforma de telemedicina , prática que vem crescendo durante a pandemia de Covid-19 .

“Quando você faz uma teleconsulta com seu médico, isso tem a capacidade de se integrar com a compra de medicamentos, com suas receitas eletrônicas digitais, com disparar para fazer exames medicos”, exemplifica. “A saúde publica precisa se aproximar mais disso”.

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