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Saiba quais são as cidades mais e menos vulneráveis à Covid-19

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São Bernardo é o município de São Paulo mais preparado para a Covid-19
Agência Brasil

São Bernardo é o município de São Paulo mais preparado para a Covid-19

Um estudo realizado pelo Instituto Votorantin ranqueou os municípios mais e menos vulneráveis à pandemia de Covid-19 . No topo das mais suscetíveis a complicações, está Biritiba Mirim , enquanto São Bernardo do Campo , no ABC Paulista, é a menos vulnerável.

O levantamento foi realizado pelo Instituto Votorantin e levou em consideração dados públicos de diferentes bases, como a do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), do Sistema Único de Saúde (SUS), Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES) e Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANSS).

Para a criação do ranking, 5 pilares foram analisados: população vulnerável, economia local, estrutura do sistema de saúde, organização do sistema de saúde, e capacidade fiscal da administração municipal.

O Índice de Vulnerabilidade dos Municípios (IVM) estabelecido pela pesquisa varia de 0 a 100; quanto mais alto o valor, mais alta a vulnerabilidade. De acordo com os dados, a cidade que possui o índice mais alto de vulnerabilidade é o município de Biritiba-Mirim, seguido por Poá e Itaquaquecetuba. Já a cidade com índice mais baixo é São Bernardo do Campo, seguida por São Caetano do Sul e depois por Cajamar. A cidade de São Paulo aparece com o quarto menor IVM.

Dez cidades da Grande São Paulo com maior índice de vulnerabilidade:

  • 1)Biritiba Mirim: 63,79
  • 2)Poá:60,37
  • 3)Itaquaquecetuba: 58,93
  • 4)São Lourenço da Serra: 58,73
  • 5)Itapecerica da Serra: 58,72
  • 6)Embu das Artes: 57,66
  • 7)Embu-Guaçu: 57,63
  • 8)Pirapora do Bom Jesus: 57,36
  • 9)Salesópolis: 57,33
  • 10)Ferraz de Vasconcelos: 57,33

Dez cidades da Grande São Paulo com menor índice de vulnerabilidade:

  • 1) São Bernardo do Campo: 30,06
  • 2) São Caetano do Sul: 38,61
  • 3) Cajamar: 39,18
  • 4) São Paulo: 41,17
  • 5) Santana de Parnaíba: 41,51
  • 6) Mauá: 42,31
  • 7) Santo André: 43,44
  • 8) Ribeirão Pires: 44,20
  • 9) Rio Grande da Serra: 44,54
  • 10) Barueri: 45,01

De acordo com Rafael Gioielli, gerente-geral do Instituto Votorantim, o alto índice de vulnerabilidade não está diretamente associado a uma maior quantidade mortes e óbitos nesses municípios.

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Lançado programa Mineração e Desenvolvimento que vai estimular retomada do País

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O Governo Federal lançou, nesta segunda-feira (28), o Programa Mineração e Desenvolvimento (PMD). O objetivo é atrair novos investimentos e promover o crescimento e desenvolvimento sustentável da mineração no país.

A iniciativa, que vem sendo construída desde o ano passado com representantes do setor, contempla mais de cem metas em dez áreas de concentração da mineração para o período de 2020 a 2023.

O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, que participou da cerimônia de lançamento do programa, acompanhado do Presidente Jair Bolsonaro, disse que o Brasil é uma potência mineral, e que a mineração pode ser o grande vetor da retomada da economia do País. “A mineração é uma das grandes forças da economia brasileira, importante vetor do progresso e sinônimo do seu desenvolvimento para a promoção do bem-estar de todos”, disse.

Segundo o ministro, a utilização dos bens minerais é essencial para a manutenção do estilo de vida que a sociedade moderna adotou, com a infinidade de bens, produtos, equipamentos e recursos tecnológicos. “A mineração é, portanto, mais do que essencial. É imprescindível para o país e para o mundo”.

Programa

O Programa Mineração e Desenvolvimento trata, por exemplo, de questões relacionadas à economia mineral; à sustentabilidade; ao aproveitamento mineral em novas áreas; e a novos investimentos, tecnologias e financiamentos para o setor. Também prioriza a governança, a gestão e a eficiência do setor; e propõe metas ao enfrentamento à prática da mineração ilícita.

Dentre as metas previstas, estão:

– Obter e dispor de dados oficiais sobre a mineração em todas as fases da atividade mineral;
– Propor melhorias ao setor mineral brasileiro a partir de experiências internacionais exitosas;
– Promover o desenvolvimento socioeconômico local e regional, com responsabilidade ambiental;
– Estimular a implantação de minas com tecnologias de baixo impacto ambiental e alto ganho social;
– Estimular a pesquisa geológica de bens minerais considerados prioritários para o país e contribuir para o aumento da oferta hídrica no semiárido do Nordeste;
– Regulamentar a possibilidade de mineração em terra indígena e faixas de fronteira e agilizar as outorgas de títulos minerários;
– Adotar medidas para a atração de investimentos públicos e privados, nacionais e internacionais;
– Incentivar a inserção tecnológica nas pequenas e médias empresas de mineração;
– Minimizar a dependência de minerais importados e buscar soluções para os entraves nas atividades do setor minerário;
– Reestruturar e modernizar a Agência Nacional de Mineração (ANM);
– Reduzir a quantidade de processos minerários pendentes de decisão administrativa;
– Aperfeiçoar os mecanismos de fiscalização e controle;
– Divulgar a mineração como atividade essencial para a sociedade e a sua importância para o país; e
– Aprofundar a interação da sociedade com o setor mineral.
Para acessar o documento com as principais informações sobre o Programa Mineração e Desenvolvimento, basta clicar aqui

Setor de mineração brasileiro

O ministro de Minas e Energia lembrou que, em julho, o Brasil extraiu 88 tipos de minérios do subsolo brasileiro, o que, segundo Bento Albuquerque, demonstra a riqueza mineral ampla e diversificada que o país possui.

“Minerais que no Brasil contribuem com cerca de 2,5% do PIB, geram mais de R$ 50 bilhões em tributos e royalties ao ano, cerca de três milhões de empregos diretos e indiretos e quem têm importantíssimo peso na nossa pauta de exportações. E, nisso, contribui de modo expressivo para o saldo positivo de nossa balança comercial”, acrescentou.

De acordo com o ministro, somente o minério de ferro, nos últimos oito meses, ocupou o segundo lugar no ranking das exportações totais do país, com US$ 14,2 bilhões. E lembrou que o Instituto Brasileiro de Mineração estima que os investimentos em novos projetos no setor atingirão US$ 37 bilhões até 2024. “Cerca de US$ 9 bilhões a US$ 10 bilhões por ano. Um setor, portanto, que tem grandes potencialidades de crescimento”, disse o ministro.

Bento Albuquerque afirmou ainda que o Programa Mineração e Desenvolvimento, além de refletir melhores resultados para a economia do País, com mais riquezas e empregos, vai colocar o Brasil em posição de vanguarda. “Algumas questões tratadas no programa, refletem o necessário avanço para termos um novo cenário da atividade da mineração e nos colocarmos em posição de vanguarda, não apenas como produtores de insumos minerais, mas também como detentores de uma cultura inovadora para o setor”, concluiu.

Fonte: Brasil.gov

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