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Saiba o que esperar das roupas e acessórios neste inverno 2021

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Saiba o que esperar das roupas e acessórios neste inverno 2021
Reprodução: Alto Astral

Saiba o que esperar das roupas e acessórios neste inverno 2021

As produções inspiradas na década de 90 estão com tudo, pelo menos essa foi a aposta da última coleção da grife Dolce & Gabbana. Jaquetas oversized, tecidos metalizados e plastificados, estampas holográficas e cores vibrantes são alguns dos destaques da coleção, que foi amada por uns e criticada por outros.

Reprodução / Instagram @styled.by.r

O estilo moderno , porém inspirado em décadas passadas, é apresentado com elementos antigos que se mesclam ao momento contemporâneo das redes sociais. A fashion stylist, Jana Lee ressalta as ombreiras, que continuam volumosas, mas tendem a serem retas. “Temos um volume reto, que alonga a silhueta”, esclarece a especialista.

Reprodução / Instagram @classystreetweargirls

Volumes são apresentados de forma geral e os blazers clássicos não ficam de fora. Entretanto, a fashion stylist pondera que outras marcas ainda estão lançando seus trabalhos e que, por isso, ainda não é possível bater o martelo sobre o que de fato vai tomar conta das vitrines nos próximos meses. “Tem outros desfiles começando agora, como o Paris Fashion Week, que com certeza vai carimbar e consagrar diversas tendências”, explica.

Contrastando com a grife italiana, a marca Valentino, em seu último desfile, trouxe inspiração do movimento punk, com peças em preto e branco, e materiais feitos de lã. Apostar peças monocromáticas e tons mais escuros no frio talvez seja uma boa pedida para esse ano.

Reprodução / Instagram @maisonvalentino

Além disso, a especialista aposta nos acessórios, principalmente nos mais robustos conhecidos como maxi colares. Sim, eles estão em alta!

Reprodução / Instagram @s__dang

Você viu?

Deixe as bolsas baguettes de lado nesta estação e adquira o exagero das bolsas, que deverão ser enormes e estilosas.

Reprodução / Instagram @aylin_koenig

Outros elementos que devem compor os looks são as correntes nas próprias roupas.

Reprodução / Instagram @dionlee

Em resumo, Jana Lee reforça a análise de diversos especialistas. “Tem se falado no equilíbrio certo entre minimalismo e maximalismo, a gama de cores é alta, assim como as nuances, misturas e interpretações”.

Dica para quem quer experimentar este estilo gráfico: “Usar apenas uma peça estampada para combinar com uma roupa sem coloração variada”, aconselha.

Reprodução / Instagram @albertaferreti

E para as amantes do jeans , a dica são nos looks inusitados apresentados por Alberta Ferreti. As tradicionais calças e jaquetas deste material foram revisitadas com elementos da estampa hippie, para você passar o inverno quentinha e estilosa.

Consultoria: Jana Lee, fashion stylist

Fonte: IG Mulher

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“Queria entender como as pessoas se reinventam”, diz Maria Flor sobre seu livro

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Com novo livro, Maria Flor quer inspirar mulheres a buscar sua própria autonomia:
Jorge Bispo

Com novo livro, Maria Flor quer inspirar mulheres a buscar sua própria autonomia: “Vamos lá, garora, você pode!”


Coração partido, ficar sem chão e não ter ar para respirar são apenas algumas de tantas sensações que surgem com um término de relacionamento . Junto de tudo isso, a impressão de que a vida acabou e que nada mais vai dar certo. É justamente nesse ponto tão melancólico e repleto de incertezas que se situa a narrativa de “Já não me sinto só”, primeiro livro da escritora, atriz e roteirista Maria Flor , lançado pela Editora Planeta.

Quando a gente encerra uma relação , a nossa vida é outra e precisamos virar uma outra pessoa, uma outra coisa que a gente não sabe muito bem o que é. Queria entender como é que as pessoas fazem para se reinventar na vida”, explica a atriz em entrevista ao iG Delas.


Para falar sobre a história central de seu livro, a atriz resgatou memórias de seu primeiro término. Ela afirma ter se lembrado de maneira vívida da sensação de deslocamento e de estar sozinha no mundo. “Foi muito forte essa sensação de transformação, de olhar para mim e dizer ‘agora tá comigo, sou só eu’”, afirma.

Essas explorações foram o que fez nascer Maria, a protagonista de “Já não me sinto só”. Além do nome, a personagem compartilha com a atriz a profissão. Maria rompe com o marido após seis anos de relacionamento , em um momento da vida em que tudo é estranho e nada faz sentido. Entre mudanças e saudades, ela é convidada para fazer um filme no Jalapão, em Tocantins , e descobre que o diretor é um homem pelo qual se atraiu no passado.

Apesar das semelhanças com a vida real,  Maria Flor explica já na primeira página que todos os acontecimentos são fictícios. Usar o próprio nome na história foi um artifício da autora para bagunçar a cabeça do leitor e fazê-lo questionar sobre o que pode ser verdade ou não. “Achei que poderia ser curioso e também que poderia acontecer uma identificação maior para quem já conhece meu trabalho”, afirma.

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A escolha do Jalapão como cenário principal dessa história também não foi coincidência. Maria Flor desenvolveu um apego emocional com o lugar depois de ter gravado “Xingu”, filme dirigido por Cao Hamburger e lançado em 2011. Durante as gravações, a atriz fez um diário em que descrevia o Jalapão, sua personagem e seus sentimentos fora do set, o que lhe foi útil na escrita.

“Apesar de ser uma ficção, tem muita coisa nessas páginas pelas quais tenho muito carinho. Acaba se tornando uma história pessoal, porque eu queria falar para as pessoas um pouco de mim, sobre como eu penso tudo isso. Essa parte é verdadeira”, explica.

Um filme que virou livro

Capa do livro já não me sinto só, que tem uma ilustração de maria flor
Departamento de arte da Editora Planeta

Em “Já não me sinto só”, Maria Flor conta vida de uma atriz, também chamada Maria, que grava um filme no Jalapão após o término de um longo relacionamento

Maria Flor começou a escrever “Já não me sinto só” em 2017 como um roteiro para o cinema. Os planos mudaram quando ela percebeu que estava gostando de escrever, como ela define, “uma narrativa inteira”.

A atriz conta que terminou de escrever o livro em só em 2020, em meio ao período de isolamento social por conta da pandemia do novo coronavírus.  Para Maria Flor, isso foi fundamental para que ela conseguisse se libertar do medo das notícias e viajar sem sair de casa. “O livro deu uma salvada como um momento de respiro, em que me concentrava em criar outro universo. Foi um objetivo muito importante também por isso”, diz.

Garota, você pode!

Além de explorar as amarguras do término , Maria Flor quer que os leitores experimentem com sua personagem, as delícias e as aventuras que podem existir depois que ele passa. Para ela, é uma chance de mostrar para quem passa por uma situação parecida que existe vida depois que um relacionamento acaba. “Por mais que seja duro e às vezes a gente não se sinta incrível, mesmo com erros, acertos, dúvidas sobre nós mesmos, buracos, felicidades e inseguranças, a gente precisa sentir que consegue dar conta”, diz.

Apesar de ser um livro destinado para pessoas de todos os gêneros, a autora espera que suas futuras leitoras se identifiquem com a jornada emocional da Maria. Outro pensamento discutido pela autora em “Já não me sinto só” é de que as mulheres precisam estar em um relacionamento para que sejam validadas ou para que suas vidas façam sentido. Por esse motivo, ela espera que os rumos tomados por sua personagem incentive mulheres a buscarem sua própria autonomia.

“Minha pretensão é que o livro estimule outras mulheres a pensar assim. Gosto de pensar que o livro tem uma mensagem de: ‘vamos lá, garota, você pode! Você pode se inventar no mundo do jeito que quiser e conseguir’”, diz. “Não temos que ser de um certo jeito ou agir de uma determinada maneira para ser feliz e encontrar nosso caminho. Se uma mulher acabar o livro e pensar ‘eu me basto, eu sou suficiente’, eu ficaria feliz”, acrescenta Maria Flor.

Fonte: IG Mulher

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