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Rússia criou ‘fazenda de trolls’ para criticar Ucrânia na internet

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Meta divulga relatório sobre ação russa
Unsplash/Dima Solomin

Meta divulga relatório sobre ação russa

A Rússia criou uma campanha massiva de desinformação para tentar forjar uma percepção de apoio online à invasão da Ucrânia, de acordo com o Relatório de Ameaças Adversas da Meta, divulgado nesta quinta-feira (4).

A empresa, controladora do Facebook, Instagram e WhatsApp, afirma que descobriu uma “fazenda de trolls” em São Petersburgo. Nela, contas falsas tinham o objetivo de postar comentários pró-Rússia em conteúdo postado por influenciadores em diversas redes sociais.

De acordo com as análises da Meta, o movimento não conseguiu gerar um engajamento “autêntico substancial”, ou seja, pessoas reais não aderiram à campanha pró-Rússia.

A empresa estadunidense afirma que a campanha foi relacionada à Agência de Pesquisa de Internet da Rússia, mesmo órgão ligado à interferência eleitoral nos Estados Unidos e outros países desde 2016, através de campanhas online.

A Meta suspendeu 1.037 contas no Instagram e 45 no Facebook que estavam envolvidas com a campanha de desinformação. Além das plataformas da empresa, os comentários também aconteciam no TikTok, Twitter, YouTube e LinkedIn, além das redes sociais russas VKontakte e Odnoklassniki.


Fonte: IG TECNOLOGIA

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Twitter admite que falha expôs dados de 5,4 milhões de usuários

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Twitter assume culpa por vazamento de dados
Unsplash/Jeremy Bezanger

Twitter assume culpa por vazamento de dados

O Twitter assumiu que uma  falha na rede social expôs dados de 5,4 milhões de usuários . A brecha que permitiu o ataque já foi corrigida. Em julho deste ano, a empresa de cibersegurança Restore Privacy já havia reportado o erro.

Em uma publicação em seu blog, o Twitter afirma que a falha foi descoberta em janeiro deste ano por meio do programa de recompensas de bugs da empresa e, então, foi rapidamente corrigida. Até a ocasião, afirma a rede social, não havia indícios de que a falha tinha sido explorada por hackers.

Depois da descoberta da Restore Privacy, que encontrou informações de 5,4 milhões de usuários à venda em um fórum online, o Twitter verificou a autenticidade do banco de dados e confirmou que o bug foi responsável por expor essas informações.

“É lamentável que isso tenha acontecido”, afirma o Twitter. “A vulnerabilidade permitia que alguém inserisse um número de telefone ou endereço de e-mail no fluxo de login na tentativa de saber se essa informação estava vinculada a uma conta existente do Twitter e, em caso afirmativo, qual conta específica”, explica a empresa a respeito da falha.

Apesar do erro ter sido corrigido e nenhuma senha ter sido vazada, o Twitter orienta os usuários a ativarem a autenticação de dois fatores na rede social.


Fonte: IG TECNOLOGIA

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