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Roraima pede ajuda à Venezuela para evitar falta de oxigênio no estado

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Roraima busca evitar falta de oxigênio e pede ajuda à Venezuela
Ministério da Saúde/Divulgação

Roraima busca evitar falta de oxigênio e pede ajuda à Venezuela

Diante do aumento nos casos e internações por Covid-19 no estado, a secretaria de saúde de Roraima buscou ajuda da Venezuela e Guiana para evitar um colapso na saúde semelhante à que ocorreu no Amazonas. De acordo informações obtidas pela CNN, o secretário de saúde Marcelo Lopes enviou um ofício ao governador do estado orientando que Roraima peça auxílio aos países vizinhos.

No ofício, enviado no dia 14 de janeiro, o secretário afirma que “é preocupante o momento pandêmico que se apresenta no estado com o elevado aumento no número de casos confirmados da Covid-19 e o crescente número de pacientes internados em nossas unidades hospitalares.

Também há informações de que a secretaria procurou diretamente a embaixada da Venezuela para que o país ajude no abastecimento de cilindros de oxigênio, como ocorreu no Amazonas. Até esta quarta-feira (26), metade das unidades de saúde dedicadas aos pacientes com Covid-19 estão com 100% dos leitos ocupados no estado de Roraima.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Brasil recebe 2,3 milhões de kits de intubação vindos da China

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Chegou ao Brasil na noite de hoje (15), no Aeroporto Internacional de Cumbica, em Guarulhos (SP), um lote de 2,3 milhões de kits para intubação de pacientes com covid-19. Os medicamentos foram fabricados em Lianyungang, na China. Os kits, que serão doados para o Ministério da Saúde, são compostos de sedativos, neurobloqueadores musculares e analgésicos opioides – insumos básicos para realizar a intubação.

Os medicamentos foram trazidos ao Brasil e serão doados ao Sistema Único de Saúde (SUS) por um grupo de empresas formado pela Engie, Itaú Unibanco, Klabin, Petrobras, Raízen e TAG, além da Vale, que deu início a ação há duas semanas.

Os 2,3 milhões de kits são um primeiro lote de um total de 3,4 milhões que devem chegar ao Brasil até o final do mês. No total, os medicamentos têm capacidade para serem utilizados em 500 leitos pelo período de um mês e meio. Os itens possuem autorização para importação emitida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Segundo o grupo de empresas, a ação foi motivada pelo recrudescimento da pandemia de covid-19 no Brasil e pela escassez de insumos para o atendimento a pacientes em unidades de terapia intensiva (UTIs).

Na terça-feira (13), a Federação das Santas Casas e Hospitais Beneficentes do Estado de São Paulo (Fehosp) fez um alerta sobre o desabastecimento de anestésicos e medicamentos do kit intubação e considerou o cenário “gravíssimo”. 

Os cerca de 160 hospitais que responderam ao levantamento apontaram que os estoques de anestésicos, sedativos e relaxantes musculares tinham, então, em média, de 3 a 5 dias de duração e que os antibióticos também começaram a ficar escassos. 

Ministério da Saúde

Em coletiva de imprensa, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse que a ação vai reforçar a assistência ao Sistema Único de Saúde (SUS). “A obrigação de adquirir esses medicamentos é de estados e municípios. Todavia, estamos em uma emergência pública internacional e nós temos que tomar as providências necessárias para assegurar o abastecimento em todo o país, principalmente em municípios menores que não têm condições de compra”, disse Queiroga. 

Segundo o Ministério da Saúde, assim que chegarem ao Brasil, os medicamentos serão enviados para todos os estados e ao Distrito Federal. “Com base em experiências anteriores, a expectativa é de que em menos de 48 horas os medicamentos sejam distribuídos para todos os estados”, disse o secretário-executivo do Ministério da Saúde, Rodrigo Cruz.

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Saúde

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