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RJ: ex-guardião de Crivella ganha  cargo de assessor na Câmara dos Deputados

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Secretário Ailton Cardoso
Aline Macedo

Secretário Ailton Cardoso

No Rio de Janeiro , Ailton Cardoso, conhecido por ser ex-chefe da Casa Civil, ex-secretário especial e ex-Guardião do Crivella, ganhou um novo cargo na Câmara dos Vereadores da cidade. As informações foram apuradas pelo Extra. 

Nesta terça-feira (09), foi divulgado por meio do Diário Oficial, sua nomeação para o cargo de assessor-chefe no gabinete de Tânia Bastos (Republicanos), conhecida por ser grande defensora do ex-prefeito Marcelo Crivella. O cargo de Cardoso tem a denominação DAS-10A com uma remuneração de R$ 14.093,14. 

Porém, tal salário não se compara com os R$ 46.257,73 ganhados por ele entre abril e setembro de 2019 quando também atuava na Prefeitura do Rio. Com o descobrimento de tais informações, o Ministério Público encaminhou a Justiça uma denúncia que falava sobre a ultrapassagem do teto salarial

Cardoso acompanha Marcelo Crivella, desde de seus tempos de Senado lá em Brasília e acompanhou Crivella quando se elegeu para a prefeitura da cidade carioca. E agora com o ex-prefeito preso, ele continua atuando pelo Rio. 

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POLÍTICA NACIONAL

Senado: partidos indicam membros para CPI da Covid-19

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Os blocos partidários do Senado definiram os nomes dos indicados para compor a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da covid-19. A CPI, destinada a apurar eventuais omissões do governo federal no combate à pandemia, terá 11 membros titulares. A CPI também vai apurar como os estados administraram as verbas federais repassadas para enfrentar a covid-19.

Os membros titulares da comissão são: Eduardo Braga (MDB-AM), Renan Calheiros (MDB-AL), Ciro Nogueira (PP-PI), Otto Alencar (PSD-BA), Omar Aziz (PSD-AM), Tasso Jereissati (PSDB-CE), Eduardo Girão (Pode-CE), Humberto Costa (PT-PE), Randolfe Rodrigues (Rede-AP), Marcos Rogério (DEM-RO) e Jorginho Mello (PL-SC).

Os suplentes serão Jader Barbalho (MDB-PA), Luis Carlos Heinze (PP-RS), Angelo Coronel (PSD-BA), Marcos do Val (Pode-ES), Rogério Carvalho (PT-SE), Alessandro Vieira (Cidadania-SE) e Zequinha Marinho (PSC-PA). Os nomes foram apurados pela reportagem da EBC junto às assessorias dos senadores e partidos.

Agora, cabe ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, decidir se as reuniões do colegiado serão presenciais, semipresenciais ou remotas. Ele, no entanto, já indicou que os encontros, a princípio, ocorrerão nas dependências da Casa.

“Uma CPI impõe atos como interrogatórios, inquirição de testemunhas incomunicáveis, reunião e exame de documentos sigilosos, perícias. Tudo isso recomenda que, por ser um trabalho investigativo, seja feito presencialmente”, disse. Pacheco frisou, porém, que a própria comissão terá a liberdade de decidir o formato do seu trabalho, e inclusive de conduzir atividades não presenciais.

Os membros da comissão deverão eleger seu presidente e o vice. A relatoria será definida em seguida. A CPI terá poderes de investigação equivalentes aos de autoridades judiciais. Primeiramente, o colegiado deverá aprovar um plano de trabalho, proposto pelo relator. Trata-se das ações da comissão para cumprir o seu objetivo. Entre elas, podem estar a requisição de informações oficiais, a solicitação de auditorias e perícias, a intimação e oitiva de testemunhas, a convocação de ministros de Estado e a realização de diligências variadas.

* Com informações da Agência Senado

Edição: Fábio Massalli

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