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Rio tem 33 regiões administrativas classificadas com risco alto para Covid-19

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As 33 regiões do Rio com risco de Covid-19
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As 33 regiões do Rio com risco de Covid-19

Todas as 33 Regiões Administrativas (RAs) foram classificadas com risco alto no terceiro boletim epidemiológico de Covid-19 da Prefeitura do Rio de Janeiro . Nas duas semanas anteriores, a capital tinha áreas classificadas no nível moderado. Os novos dados são referentes à segunda semana deste ano. O anúncio que será feito na manhã desta sexta-feira, dia 22, em coletiva no Centro de Operações Rio (COR).

Na semana passada, de acordo com os dados da prefeitura , estavam em risco moderado apenas cinco das 33 RAs cariocas. Eram elas: Rocinha; Jacarezinho; Complexo do Alemão; Complexo da Maré; e Realengo.

Regiões Administrativas com risco alto

  • Centro (Centro)
  • Rio Comprido (Catumbi, Estácio, Cidade Nova, Rio Comprido)
  • Botafogo (Botafogo, Catete, Cosme Velho, Flamengo, Glória, Humaitá, Laranjeiras, Urca)
  • Copacabana (Copacabana, Leme)
  • Lagoa (Gávea, Ipanema, Jardim Botânico, Lagoa, Leblon, São Conrado, Vidigal)
  • Tijuca (Tijuca, Praça da Bandeira, Alto da Boa Vista)
  • Vila Isabel (Vila Isabel, Andaraí,Grajaú, Maracanã)
  • Méier (Méier, Abolição, Água Santa, Engenho de Dentro, Engenho Novo, Jacaré, Lins de Vasconcelos, Pilares, Riachuelo, Rocha, Sampaio, São Francisco Xavier, Todos os Santos, Piedade, Encantado)
  • Irajá (Irajá, Colégio, Vicente de Carvalho, Vila Cosmos, Vila da Penha, Vista Alegre)
  • Madureira (Madureira, Bento Ribeiro, Campinho, Cascadura, Honório Gurgel, Marechal Hermes, Oswaldo Cruz, Rocha Miranda, Vaz Lobo, Turiaçu)
  • Bangu (Bangu, Gericinó)
  • Campo Grande (Campo Grande, Santíssimo, Senador Vasconcelos)
  • Santa Cruz (Santa Cruz)
  • Paquetá (Paquetá)
  • Anchieta (Anchieta, Guadalupe, Parque Anchieta, Ricardo de Albuquerque)
  • Santa Teresa (Santa Teresa)
  • Barra da Tijuca (Barra da Tijuca, Itanhangá, Joá)
  • Portuária (Caju, Gamboa, Saúde, Santo Cristo)
  • São Cristóvão (Benfica, Mangueira, São Cristóvão, Barreira do Vasco)
  • Ramos (Ramos, Bonsucesso, Olaria)
  • Penha (Penha, Penha Circular, Brás de Pina)
  • Inhaúma (Inhaúma, Engenho da Rainha, Higienópolis, Tomás Coelho)
  • Jacarepaguá (Jacarepaguá, Anil, Curicica, Freguesia, Tanque, Gardênia Azul, Jacarepaguá, Pechincha, Praça Seca, Taquara, Vila Valqueire)
  • Ilha do Governador (Bancários, Cacuia, Cidade Universitária, Cocotá, Freguesia, Galeão, Jardim Carioca, J. Guanabara, Moneró, Pitangueiras, Portuguesa, Praia da Bandeira, Tauá, Ribeira, Zumbi)
  • Pavuna (Pavuna, Barros Filho, Costa Barros)
  • Guaratiba (Guaratiba, Barra de Guaratiba, Pedra de Guaratiba)
  • Vigário Geral (Vigário Geral, Cordovil, Parada de Lucas, Jardim América)
  • Cidade de Deus (Cidade de Deus)
  • Rocinha (Rocinha)
  • Jacarezinho (Jacarezinho)
  • Complexo do Alemão (Complexo do Alemão)
  • Complexo da Maré (Maré)
  • Realengo (Realengo, Deodoro, Vila Militar, Campo dos Afonsos, Jardim Sulacap, Magalhães Bastos)

Medidas de flexibilização

Paes publicou no Diário Oficial do Município de quarta-feira, dia 13, as medidas a serem seguidas na cidade de acordo com a classificação de risco em decorrência da Covid-19. A publicação traz uma série de restrições para os diferentes tipos de estabelecimentos e de atividades. Poucas horas após a publicação, Paes usou suas redes sociais para anunciar a decisão de revogar a liberação dos estádios por ser “quase impossível de fiscalizar”.

A publicação traz as regras para os momentos de risco moderado, alto e muito alto para setores e atividades, a serem definidos de acordo com o boletim epidemiológico divulgado semanalmente pela prefeitura. Há casos em que, ao atingir o nível mais alto, a atividade será proibida, como em shoppings (restringindo-se a serviços de entrega), feiras livres, boates e museus.

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Família de novo ministro teria tentado expulsar indígenas de terra em SP

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O novo ministro do Meio Ambiente e o presidente Jair Bolsonaro
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O novo ministro do Meio Ambiente e o presidente Jair Bolsonaro

O novo ministro do Meio Ambiente, Joaquim Álvaro Pereira Leite , integra uma tradicional família de fazendeiros de café que disputa uma porção da Terra Indígena Jaraguá, em São Paulo. As informações são da BBC Brasil.

Um documento da Funai (Fundação Nacional do Índio) diz que capatazes da família do ministro chegaram a destruir a casa de uma família indígena ao tentar expulsá-la do território.

A terra tem 532 hectares e fica nos municípios de São Paulo e Osasco. Nela moram indígenas dos povos Guarani Mbya e Ñandeva, segundo a Comissão Pró-Índio de São Paulo.

Segundo relatório de identificação da terra indígena, o pai do novo ministro, Joaquim Álvaro Pereira Leite Neto, teria, em 1986 exigido a Funai “retirasse os marcos físicos do processo demarcatório da área indígena Jaraguá, alegando ser o proprietário da área, acusando agressivamente a Funai de estar praticando um crime”.

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“Tal agressividade, no entanto, extrapolou para além das missivas, e passaram então esses cidadãos a fazer ameaças aos índios, a intimidá-los com capatazes, e mesmo destruindo uma de suas casas”, segue o relatório.

Como a Funai não paralisou a demarcação, os indígenas teriam passado a sofrer ameaças da família.

No entanto, o Ministério Público Federal teria acionado a Polícia Federal, que interveio e evitou a expulsão.

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