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Rio já tem mais casos de covid-19 do que no primeiro ano de pandemia

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A cidade do Rio de Janeiro registrou, nos primeiros 26 dias do ano, 228.129 casos de covid-19. Este número é maior do que todos os casos confirmados no primeiro ano de pandemia: 218.033. O perfil epidemiológico foi atualizado hoje (27) pela Secretaria Municipal de Saúde. Em 2021, o número total de casos na capital fluminense foi de 293.334. Este ano, a faixa com maior número de casos está entre 30 a 39 anos.

Embora o número de casos tenha disparado por conta da variante Ômicron, o número óbitos registrados pela covid-19 este ano é de 160. No ano passado, foram 16.108 mortes. E, em 2020, 42.629. A taxa de letalidade está em 0,1% este ano; contra 5,6%, em 2021; e 8,7%, em 2020.

Edição: Claudia Felczak

Fonte: EBC Saúde

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Surto de varíola pode ter origem em raves na Europa, diz médico da OMS

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Vírus da 'varíola dos macacos'
Foto: Centro de Controle de Doenças/Divulgação – 20/05/2022

Vírus da ‘varíola dos macacos’

Segundo o David Heymann, conselheiro da Organização Mundial da Saúde (OMS), o surto de varíola do macaco na Europa pode ter sido causado por hábitos sexuais de risco em raves na Espanha e na Bélgica.

Em entrevista à Associated Press (AP), o médico afirmou que que a principal teoria para explicar a propagação da doença é a transmissão sexual entre homens gays e bissexuais em duas raves e pode ser encarado como um “evento aleatório”. 

“É muito possível que alguém tenha se infectado, desenvolvido lesões nos genitais, nas mãos ou em outro lugar, e depois tenha espalhado para outras pessoas quando houve contato físico ou sexual próximo”, disse.

Um relatório do governo alemão obtido pela AP, disse que o risco de pegar a varíola do macaco “parece estar principalmente em contatos sexuais entre homens”. Os casos do país estariam relacionados a exposição à doença em “eventos de festa, incluindo nas Ilhas Canarias e em Berlim, onde ocorreram atividades sexuais”. 

Heymann participou de uma reunião com o grupo consultivo da OMS sobre ameaças de doenças infecciosas na última sexta-feira (20) para avaliar a epidemia. 

Ele afirmou que não há evidências de que a varíola possa ter se transformado em uma doença mais infecciosa. Nos últimos anos, ela foi fatal em até 6% das infecções.

Heymann reforçou que a varíola não é como a Covid-19: “Precisamos desacelerá-lo, mas ele não se espalha no ar e temos vacinas para protegê-lo”.


Fonte: IG SAÚDE

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