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Rio de Janeiro do século 19 é tema de exposição fotográfica

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Fotografias de Jean Gutierrez e Rio de Janeiro colonial são temas de exposição gratuita no CasaShopping, na Barra da Tijuca
Acervo Museu Histórico Nacional/Jean Gutierrez

Fotografias de Jean Gutierrez e Rio de Janeiro colonial são temas de exposição gratuita no CasaShopping, na Barra da Tijuca










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A exposição “O Rio Antigo de Juan Gutierrez – Registros da Arquitetura da Cidade no Séc. XIX” de passeio cultural para o feriado de Corpus Christi no Rio de Janeiro. Mostra reúne fotografias de Gutierrez que retratam a cidade do Rio antes de sua modernização, ainda com construções coloniais.


A mostra cultural foi montada no espaço do evento UIA2021RIO EXPO, integrado ao 27º Congresso Mundial de Arquitetos, no CasaShopping do Rio. São 20 imagens do trabalho de Gutierrez com curadoria do Instituto Rio Antigo de obras que estão disponíveis no acervo do Museu Histórico Nacional. A exposição vai até o dia 17 de junho e a entrada é grátis.

De acordo com o curador, o fundador e presidente do Rio Antigo Daniel Sampaio, foram escolhidas imagens que focam em uma arquitetura e cotidiano do Rio que não são mais reais nos dias de hoje, definido por ele como “uma cidade construída que se perdeu no tempo”. “No final do século XIX, éramos uma cidade ainda de feições coloniais. Um Rio que em pouco tempo se transformaria profundamente”, explica Sampaio.

Além disso, Maria Isabel Lenzi, historiadora e pesquisadora do Arquivo Histórico do Museu Histórico Nacional, considera relevante introduzir ao público sobre Gutierres. O fotógrafo caribenho foi importante para a história da fotografia do país no período colonial. Além dos registros disponibilizados na mostra, ele também retratou as tropas da Revolta da Armada e a guerra de Canudos, por exemplo.

“Apesar de ter sido um excelente fotógrafo, Juan Gutierrez não é muito conhecido do grande público. Suas fotografias da década de 1890 apresentam a cidade antes da reforma de Pereira Passos de modo que podemos visualizá-la de longe e também apreciar os pormenores de algumas construções, além de seus habitantes”, afirma Lenzi.

O acesso ao UIA2021RIO EXPO segue os protocolos de segurança necessários por conta da pandemia do novo coronavírus. Além de medidas de distanciamento e uso de máscara, o acesso é controlado e limitado.

Serviço

O Rio Antigo de Juan Gutierrez – Registros da Arquitetura da Cidade no Séc. XIX Onde: Loja Conceito da UIA2021RIO EXPO. CasaShopping • Av. Ayrton Senna, 2150. Barra da Tijuca Data: Até 17 de junho de 2021 Horário: Segunda a sexta, das 11h às 19h

Fonte: IG Turismo

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Gramado recebe exposição sobre Antártica com fósseis de 50 milhões de anos

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Ilha Vega
Edson Vandeira

Ilha Vega

Não é somente  o ar polar que chega na serra gaúcha esta semana, mas também uma exposição inédita sobre a Antártica . Gramado , através de uma iniciativa do GEO MUSEU em parceria com a Unisinos, entra na rota das discussões sobre mudanças climáticas recebendo, a partir do dia 30 de julho, a exposição inédita ‘Da Floresta ao Deserto de Gelo – Pesquisas Geológicas na Antártica’.

Estudar a Antártica, do ponto de vista de mudanças climáticas, é um dos objetivos das pesquisas atuais sobre o clima pela importância do continente no cenário mundial, e pela busca de conhecimento já que a “descoberta” da Antártica completou apenas 200 anos em 2020. Desde que a estação brasileira na Antártica teve um incêndio em 2012, o Brasil é um dos principais cooperadores na reconstrução do local e suas pesquisas. Em janeiro de 2020, a nova Estação Antártica Comandante Ferraz (EACF) foi inaugurada para substituir a antiga destruída pelo fogo.

A exposição dura seis meses e oferece experiências como:

Acampamento do programa Ártico Brasileiro na Ilha Vega
Edson Vandeira

Acampamento do programa Ártico Brasileiro na Ilha Vega

– A montagem de um acampamento real com itens utilizados em expedições do Programa Antártico Brasileiro como barracas, bandeiras do Brasil desgastadas pelo clima da Antártica, e equipamentos utilizados pelos pesquisadores;

-Exposição de materiais fósseis de animais, plantas e rochas descobertas no Continente Antártico. Serão mais de 50 amostras históricas (algumas com mais de 50 milhões de anos);

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– Exposição fotográfica do paulista Edson Vandeira, especializado em aventura, cultura e ciência. O fotógrafo tem seu trabalho representado pela National Geographic Image Collection (EUA) e há sete anos apoia o Programa Antártico Brasileiro, como um dos alpinistas responsáveis pela segurança dos cientistas durante a permanência e nos deslocamentos na Antártica;

– Documentos e equipamentos históricos como mapas antigos e equipamentos dos profissionais de Geologia da Unisinos.

Paleontólogo Douglas Santos Riff
Edson Vandeira

Paleontólogo Douglas Santos Riff

Toda a exposição é acompanhada de banners com conteúdos informativos técnico-científicos sobre a geologia geral da Antártica. Também fazem parte do cenário vídeos com imagens captadas por drone e helicóptero. A curadoria é do cientista, paleontólogo e professor de geologia da Unisinos, Rodrigo Horodyski.

“A exposição oportuniza aos visitantes uma viagem a um dos locais mais isolados do mundo: a Antártica. Mas uma Antártica antiga, quente e cheia de florestas, bem diferente dos dias de hoje. Os visitantes conhecerão os fósseis de plantas e animais marinhos e terrestres descobertos durante 60 dias de expedição no continente gelado e o dia a dia desafiador dos pesquisadores que trabalharam nestas escavações”, explica o curador.

Serviço

Exposição Da Floresta ao Deserto de Gelo – Pesquisas Geológicas na Antártica Onde: GEO MUSEU Gramado- RS Quando: De 30 de julho de 2021 a 30 de janeiro de 2022 Horários: Segundas, terças, quintas, sextas, sábados e domingos das 8:30 às 17:00 Ingressos: Valores e compras online aqui

Fonte: IG Turismo

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