Saúde

Rio antecipa segunda dose da Pfizer e acelera calendário de reforço

Publicados

em


A vacina da Pfizer já pode ser aplicada com intervalo de 21 dias ou mais entre a primeira (D1) e segunda doses (D2) nas pessoas a partir de 40 anos. A antecipação do intervalo foi anunciada hoje (28) pela Secretaria Municipal de Saúde do Rio.

O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, comentou a antecipação no seu perfil no Twitter. “Estamos antecipando a segunda dose da Pfizer de todas as pessoas com mais de 40 anos pra 21 dias. Basta procurar uma unidade e se vacinar. Já valendo hoje na parte da tarde! Bora vacinar!

A secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz, também postou uma mensagem incentivando a vacinação antecipada. “Veio aí! Antecipação da segunda dose da Pfizer para quem tem 40 anos ou mais! O intervalo entre as doses foi reduzido para 21 dias ou mais. É o seu caso? Procure uma unidade de saúde e garanta seu esquema vacinal! “

Essa foi a segunda antecipação que a secretaria anunciou em uma semana. Na segunda-feira (20), a secretaria informou que a partir do dia seguinte a segunda dose da Pfizer poderia ser tomada por pessoas com 50 anos ou mais que receberam a vacina no município do Rio.

Dose de reforço

A secretaria decidiu também que os idosos com 60 anos ou mais que tomaram a D2 do esquema vacinal até 31 de março na cidade do Rio já podem receber a dose de reforço (DR) a qualquer momento. O calendário por idade que está em vigor continua valendo para quem tomou a D2 após essa data.

Edição: Maria Claudia

Fonte: EBC Saúde

Comentários Facebook
Propaganda

Saúde

Entenda o que é e o que pode causar o politraumatismo

Publicados

em


source
Situação de emergência
Reprodução: commons

Situação de emergência

Recentemente, o politraumatismo tem sido a causa da morte de passageiros envolvidos em acidentes de avião, como a morte da cantora Marília Mendonça em outubro desse ano e do jornalista Ricardo Boechat, em 2019. Além disso, o trauma também foi responsável por ser a consequência de inúmeros acidentes de trânsito em 2013.

Diferentemente do traumatismo, o politraumatismo significa que o indivíduo sofreu múltiplas lesões e/ou fraturas, que podem acometer órgãos vitais e diversos sistemas. O traumatismo consiste somente em uma lesão em qualquer parte do corpo. É o que explica o médico traumatologista Dennis Barbosa ao iG .

O que é politraumatismo?

“O politraumatismo é quando a gente tem uma lesão de dois sistemas diferentes do nosso corpo que potencialmente podem levar a pessoa a morte”, diz o médico.

Barbosa ainda exemplifica alguns tipos de politraumatismo. “Então, por exemplo, um paciente que tem uma fratura no fêmur e um trauma craniano, é dado como um politraumatismo. Uma queimadura muito grande associada a um trauma na cabeça também é um politrauma”.

E acrescenta: “Basicamente, o politraumatismo ocorre quando dois sistemas do nosso corpo são identificados com traumas intensos”. 

Quais as chances de sobrevivência?

Segundo o traumatologista, em casos de muitas lesões as chances de sobrevivência são baixas, mas é preciso analisar cada caso para que as possibilidades sejam analisadas.

“As chances de sobrevivência a um politraumatismo é difícil de ser calculada. Se o paciente rompeu a aorta, por exemplo, é fatal, mas se houve a quebra do fêmur e uma lesão pequena no baço, que também é um politraumatismo, as chances são maiores. Depende da intensidade do politrauma. Quanto maior o trauma mais dificuldade o paciente tem de sobreviver”, explica o médico.

O que pode causar o politraumatismo?

“O politraumatismo pode ser causado por acidentes de alta energia. Pode ser uma simples queda de altura, acidente automobilístico ou cair de paraquedas, por exemplo”, diz Dennis Barbosa.

Leia Também

Em 2013, uma pesquisa feita pelo Hospital das Clínicas de Campinas revelou que os casos de politraumatismo aumentaram cerca de 25%. Na época, segundo informações divulgadas pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, esse tipo de internação cresceu 124% no estado e atualmente a média diária é de 39 internações por dia.

O levantamento ainda mostra que o aumento de politruma é devido ao crescente número de acidentes de trânsito.

Como é o tratamento de um paciente com politraumatismo?

O politrauma é dividido em duas fases, segundo o traumatologista. É feito um atendimento primário e o secundário em todos os casos. Ainda, durante os primeiros exames, os médicos utilizam uma medida chamada ATLS (Suporte Avançado de Vida no Trauma), aplicada em emergências.

“O primário visa salvar a vida do paciente, o qual fazemos a ressuscitação. Nessa fase vamos intervir nas coisas que podem matar o paciente mais rápido, esse protocolo é chamado de ATLS e é feito no pronto-socorro”, explica Dennis.

“O atendimento secundário é feito quando o paciente estiver bem clinicamente. Após constatado isso, as lesões não urgentes são examinadas e é feito uma cirurgia definitiva, caso necessário”, finaliza o médico.

Fonte: IG SAÚDE

Comentários Facebook
Continue lendo

Polícia

ENTRETENIMENTO

MATO GROSSO

Política Nacional

CIDADES

Mais Lidas da Semana