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Rinoceronte de 20 mil anos, da Era do Gelo é encontrado na Rússia

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Rinoceronte achado na Rússia de 20 mil anos atrás
Reuters via BBC

Rinoceronte achado na Rússia de 20 mil anos atrás

Com cerca de 20 mil anos, um rinoceronto-lanudo foi encontrado por um morado na margem do rio Tirekhtyakh, no leste da Sibéria. Com o derretimento dos permafrost, devido ao aquecimento global , está se tornando recorrente tais descobertas no norte e leste da Rússia.

Devido ao derritimento dessas áreas, antes tidas como permanentes pela baixa temperatura, a carcaça do animal será encaminhada para um laboratório na cidade de Yakutsk, para que informações precisas sobre o rinoceronte sejam colhidas. Mas estima-se que ele tenha vivido entre a época Pleistoceno, era geológica compreendida entre 20 a 50 mil anos atrás.

Cientista responsável por averiguar os restos mortais do animal, Valery Plotnikov, disse à imprenssa local russa que o rinoceronte tinha três ou quatro anos quando morreu, possivelmente de afogamento. Ainda declarou que grande parte dos órgãos do animal, como o intestino e a genitália permacenem intactos.

“Um pequeno chifre também foi preservado. Isso é uma raridade, porque essa estrutura se decompõe rapidamente”, disse Plotnikov em entrevista.

A margem do rio Tirekhtyakh já serviu para outro achado. Em 2014, outro rinoceronte-lanudo foi encontrado na mesma região.” À época, esse outro espécime ganhou o nome de Sasha. Acredita-se que ele tenha vivido há 34 mil anos”, declara Plotnikov.

Nos últimos anos, restos mortais de mamutes, rinocerontes-lanudos, cavalos e filhotes de leões-das-cavernas, encontrados pela Sibéria tem resultado descobertas interessantes sobre como era a vida animal há muitos anos atrás.

Fonte: IG Mundo

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Omar Aziz diz que redes sociais devem ajudar na investigação sobre fake news

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Omar Aziz diz que redes sociais devem ajudar na investigação sobre fake news
Divulgação/Agência Senado/Pedro França

Omar Aziz diz que redes sociais devem ajudar na investigação sobre fake news

O presidente da CPI da Covid, senador Omar Aziz (PSD-AM), defendeu neste domingo a investigação a respeito da disseminação de notícias falsas na internet — um problema que, segundo ele, também atinge a comissão — e disse que gigantes do setor de tecnologia, como Google, Facebook e Twitter podem contribuir para o enfrentamento a este fenômeno.

“É importante investigar a disseminação de notícias falsas na internet. No âmbito da CPI da Pandemia, também enfrentamos este problema e os representantes do YouTube, Facebook e Twitter podem contribuir sim. Bom domingo a todos”, escreveu Aziz em uma rede social, ao reproduzir uma matéria que diz que a “CPI chamará plataformas”.

A convocação de representantes das chamadas Big Techs foi aprovada no dia 23 de junho, após um requerimento apresentado pelo vice-presidente da CPI, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP). Nos requerimentos , Randolfe argumentou que empresas devem responder a respeito das medidas tomadas para conter a disseminação de notícias falsas em suas plataformas “que geram consequências reais e dificultam o combate à pandemia”.

Apesar de as convocações terem sido aprovadas, as datas para os depoimentos jamais chegaram a ser marcadas. Nos bastidores, o que se comenta é que isso ocorreu porque os trabalhos da comissão passaram a se concentrar na apuração de suspeitas de corrupção em contratos firmados pelo Ministério da Saúde com empresas de logística e na compra de vacinas.

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No último dia 12, O GLOBO mostrou que representantes dessas empresas vinham procurando senadores com o objetivo de sair da mira da CPI da Covid e evitar medidas consideradas danosas à imagem, como a convocação de seus executivos e quebra de sigilos. Havia o temor de que a CPI pudesse enveredar de forma mais profunda por uma linha investigativa sobre a participação ou omissão delas no processo de disseminação de notícias falsas sobre a Covid-19.

O GLOBO também revelou que o YouTube, que pertence ao Google, permitiu a monetização de vídeos que divulgavam informações falsas sobre a Covid-19. Em documento enviado à CPI, o Google informou que canais faturaram pelo menos R$ 230 mil com esse tipo de conteúdo.

Instalada em 27 de abril, a CPI da Covid está em recesso e retoma os trabalhos no próximo dia 3 de agosto. O prazo final de funcionamento era 7 de agosto, mas a comissão teve o funcionamento prorrogado por mais 90 dias pelo presidente do Senado, senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG). Com isso, as atividades devem se estender até o início de novembro.

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