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Revestimento comestível conserva frutas e hortaliças

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Um bolsista da Coordenação de Pessoal de Nível Superior (Capes) criou um nanofilme comestível, solúvel e incolor para conservar e proteger frutas e hortaliças. Jefferson Coelho Queiroz desenvolveu o produto no doutorado, cursado no Programa de Pós-Graduação em Química da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), financiado pela Fundação.

Na pesquisa, Jefferson Queiroz buscava por um produto sustentável, criado a partir da síntese de nanopartículas, que retardasse o amadurecimento e o apodrecimento de frutas e ainda inibisse o crescimento de fungos e bactérias nos alimentos. “Essas nanoemulsões atuam como películas comestíveis e antimicrobianas na superfície das frutas, o que resulta no aumento do tempo de maturação e, consequentemente, na redução de desperdício de alimentos”, explica o pesquisador.

O processo de síntese, extração e produção do filme de revestimento é feito a partir de rotas verdes, usando o extrato da folha de algaroba, planta abundante no Nordeste. O pesquisador acredita que a pesquisa possa ter impacto direto na economia do país, pois, além de reduzir as perdas de alimentos, poderá viabilizar o transporte de determinadas culturas para exportação e por todo o território brasileiro.

Segundo o cientista, os alimentos chegam a durar até 25 dias a mais em comparação com frutas e hortaliças sem o revestimento. Dados da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) mostram que o Brasil é o terceiro maior produtor de frutas no mundo, oferecendo ao mercado cerca de 45 milhões de toneladas anualmente.

 

Com informações da Capes

Fonte: Brasil.gov

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Com formato inusitado, verme marinho bizarro viraliza nas redes sociais; veja

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Com formato peculiar, verme acabou chamando atenção nas redes sociais e viralizando
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Com formato peculiar, verme acabou chamando atenção nas redes sociais e viralizando

Imagens compartilhadas por uma mergulhadora australiana na última terça-feira (23) em um grupo nas redes sociais deram início a um divertido debate sobre a  aparência inusitada de um verme marinho encontrado por ela nas profundezas do oceano.

Na publicação, aparecem duas imagens de  um estranho verme marinho do filo Priapulida e que tem formato que se assemelha com um órgão genital masculino. O próprio nome do grupo ao qual pertence faz referência ao termo, uma vez que provém do grego Priapus e significa “deus fálico “.

“Jamais imaginei que as pessoas pudessem se interessar por essas fotos, mas elas acabaram viralizando. A verdade é que eu pensei muito antes de publicá-las porque elas poderiam parecer um pouco rude. Agora, depois de vê-las compartilhadas em diversas páginas non Facebook, quero ver até onde podem chegar”, brincou Josie Jones, autora das imagens do verme fálico .

Como era de se esperar, junto com o compartilhamento das fotos, vieram as piadas. Brincando com a similaridade, alguns disseram que ele se parecia com um brinquedo sexual e questionaram “onde vão as pilhas”, enquanto outros apontaram que os animais marinhos iriam “se divertir com ele”.

Fonte: IG Mundo

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