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Reumatismo não é “doença de velho”, mas sim um grupo de mais de 120 doenças que podem afetar até crianças

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Por Edmundo Pacheco | Portal Mato Grosso

O Reumatismo não é doença de velho, como se popularizou. Muito menos é UMA doença, mas sim um termo popular e genérico que designa um grupo de mais de 120 tipos de doenças diferentes em manifestações e formas de tratamento. São doenças que afetam articulações, ossos, tendões e músculos, além do sistema imunológico. E podem aparecer em órgãos como rins e coração, e acometer pessoas de todas as idades, inclusive crianças.

HÁ UM ANO AQUI

  • 31 de outubro – No dia das bruxas, a dra. Laura Magalhães fala sobre bruxismo que acomete 15% das crianças
  • Dia Nacional da Luta Contra o Reumatismo – Que não é “doença de velho” e nem é uma doença

 

Pra que você entenda de forma bem didática, pense assim: você tem um carro. Agora, qual a marca, modelo que tipo de combustível que ele usa, pra que você utilização este veículo etc. Assim é o reumatismo, há vários itens a serem considerados em cada doença. Pode ser uma artrose, tendinite, bursite, lombalgia, gota, fibromialgia, artrite reumatoide, lúpus, osteoartrite (conhecida popularmente como “bico de papagaio”, aliás essa é uma das mais comuns e atinge até 60% da população), febre reumática, osteoporose e por aí vai”.

Diante do crescente número de diagnósticos a Sociedade Brasileira de Reumatologia  (SBR) criou datadas específicas, como o 30 de outubro, o dia dedicado à Luta Nacional Contra o Reumatismo. O objetivo é conscientizar a população contra ideias erradas e até os preconceitos que envolvem essas doenças.

O principal deles talvez seja a ideia de que reumatismo é “doença de velho”. Não é. Bebês podem ter Artrite Idiopática Juvenil, por exemplo. Essa associação do reumatismo com a velhice vem da constatação de que pessoas de mais idade geralmente têm problemas nas articulações (por desgastes) e boa parte das doenças reumáticas provocam dor nas juntas.

A questão é que reumatismo é muito mais que problemas articulares. Essas doenças afetam todo o sistema musculoesquelético e vão além. Pode ser uma doença de pele, acometer o sistema respiratório ou gastrointestinal, por exemplo. Pessoas com reumatismo podem ter sinusites ou problemas no pulmão ou na pele, dentre outros, e não sentir nenhuma dor nas articulações.

Por sorte, ao contrário de algumas doenças tidas como silenciosas (hipertensão e diabetes, por exemplo), em geral, o reumatismo pode ser mais facilmente percebido: o próprio paciente pode identificar os primeiros sintomas.

Uma dor nas costas pode ser doença reumática. Dores ao esticar os braços sobre a cabeça ou ao elevar os ombros até tocar o pescoço podem ser sinais de doença reumática. E, se a enfermidade for descoberta logo nos primeiros sintomas e o paciente tiver tratamento adequado, pode levar uma vida normal, diminuindo assim os riscos de incapacidade física.

Apesar de afetar homens e mulheres, jovens e idosos, a maior prevalência é entre as mulheres com idade entre 30 e 40 anos, mas com uma amplitude gigantesca. No mundo, a Organização Mundial de Saúde (OMS) informa que há 38 milhões de pessoas com reumatismo, que responde por 68% da mortalidade global. No Brasil a estimativa é de há 15 milhões de brasileiros com algum tipo de doença reumática.

Por sorte, aqui no Brasil o tratamento de doenças reumáticas é garantido pelo Sistema Único de Saúde (SUS) gratuitamente. A assistência aos pacientes com doenças reumáticas inclui desde o fornecimento de medicamentos até a realização de práticas integrativas (como acupuntura), associada à realização de exercícios que devem ter indicação de um profissional etc.

SAIBA MAIS

O sistema musculoesquelético é o sistema que dá a sustentação (ossos) e mobilidade (músculos) ao nosso corpo. Sua estrutura é muito complexa, pois é composto por mais de 230 ossos e cerca de 639 músculos, que desempenham funções variadas, como proteger órgãos vitais (crânio e costelas), sustentar-nos na posição ereta e permitir atos como andar, pegar, pular, etc.

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Como treinar ombro em casa: guia de exercícios

Descubra como treinar ombros em casa com exercícios eficazes para ganhar força e definição. Este guia completo oferece dicas práticas e técnicas para resultados visíveis.

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É muito importante treinar os ombros para ter força e estabilidade. Você pode fazer isso em casa, sem precisar de equipamentos caros.

Basta usar o seu corpo e objetos simples, como garrafas de água. Praticar exercícios de ombro em casa ajuda a fortalecer esses músculos. Isso melhora a postura e diminui o risco de lesões.

Você pode fazer elevações laterais, remadas inversas e flexões de ombros, ajustando o peso e as repetições conforme sua capacidade.

A importância do treino de ombros para a saúde e estética

O treino de ombro em casa é essencial para a saúde e beleza do corpo. Ele ajuda a prevenir lesões como osteoartrite e tendinite. Também melhora a capacidade de levantar pesos e aumenta a força muscular.

“Para começar, é fundamental compreender a anatomia do ombro, incluindo seus músculos e articulações. Com as orientações adequadas, é possível personalizar o treino de acordo com as necessidades de cada indivíduo. Treinar os ombros não só melhora a postura, mas também reduz significativamente o risco de lesões”, comentou um dos melhores ortopedistas de ombro em Goiânia.

Benefícios do fortalecimento dos ombros

Fortalecer os ombros traz muitos benefícios. Melhora a força e a flexibilidade do corpo. Também ajuda a ganhar massa muscular e aumenta a amplitude de movimento.

Anatomia básica do ombro

A anatomia do ombro envolve músculos e articulações. Conhecer essa anatomia é crucial para fazer exercícios seguros e eficazes. Isso permite adaptar o treino para cada pessoa.

Por que treinar ombros em casa é eficaz?

O treino de ombros em casa é eficaz porque se ajusta a cada pessoa. Exercícios simples, como a elevação lateral com halteres, são muito eficazes. Com as dicas certas, é possível melhorar a saúde e a estética do corpo.

Como treinar ombro em casa: exercícios básicos sem equipamentos

Para começar o treino de ombro em casa, o ideal é iniciar com exercícios simples que não exigem equipamentos especiais.

Movimentos como elevações laterais, frontais e rotacionais são excelentes opções e podem ser realizados com pesos leves, como mochilas preenchidas com arroz ou feijão.

Por exemplo, a elevação lateral pode ser feita com pesos de 1 ou 2 kg, utilizando mochilas com arroz ou feijão. Já a elevação frontal pode ser executada com pacotes de 1 kg, como os de arroz ou feijão.

Para quem prefere um exercício sem peso, a prancha com elevação de braço é uma ótima alternativa, focando no fortalecimento dos deltoides.

Para um treino eficaz, recomenda-se realizar 2 a 3 séries de 10 a 12 repetições, de 2 a 3 vezes por semana. Escolha de 3 a 4 exercícios por sessão e ajuste a intensidade e o volume ao longo do tempo, conforme sua evolução.

Após o treino, não se esqueça de alongar os braços para relaxar a musculatura e prevenir tensões.

Com essas orientações, você pode montar um treino de ombro em casa, sem a necessidade de equipamentos específicos, contribuindo para o fortalecimento e a definição muscular.

Lembre-se sempre de manter a postura correta e priorizar a segurança durante a execução. Em caso de dúvidas, consulte um profissional de saúde ou um personal trainer para orientações personalizadas.

Técnicas avançadas para maximizar seus resultados

Para ter um treino de ombro eficaz em casa, é essencial usar técnicas avançadas. Isso inclui exercícios variados, ajustes de intensidade e progressão. Também é importante cuidar do tempo de descanso e recuperação.

Para mulheres, exercícios como o military press e o side raise são muito bons. Eles ajudam a fortalecer os deltoides.

Variações de exercícios para diferentes níveis

Exercícios como o military press e o side raise podem ser ajustados para todos. Para o military press, faça 4 séries de 10 repetições. Isso ajuda muito na hipertrofia.

O side raise é ótimo para trabalhar a cabeça medial do deltóide. Faça 4 séries de 10 repetições. Essas mudanças são cruciais para um treino de ombro bem-sucedido em casa.

Ajustes de intensidade e progressão

É muito importante ajustar a intensidade e a progressão do treino. Isso ajuda a evitar lesões e traz melhores resultados.

Para mulheres, um bom protocolo é fazer 4 séries de 10 repetições no military press e no side raise. Com o tempo, aumente a carga ou o número de repetições. Isso fará o treino mais eficaz.

Tempo de descanso e recuperação

O descanso e a recuperação são essenciais para um treino de ombro bem-sucedido. Deixe 1 a 2 minutos de descanso entre as séries. Evite usar técnicas avançadas demais para não sobrecarregar os músculos.

Além disso, faça o treino de ombro em dias diferentes do treino de peito. Isso ajuda a melhorar o desempenho.

Erros comuns e como evitá-los no treino de ombro

Para evitar lesões e fazer um treino de ombro bem em casa, é essencial saber os erros comuns. É importante não fazer mais de 4 séries de desenvolvimento e elevações frontais se fizer mais de 8 séries de supino/paralela.

Também é bom esperar pelo menos 3 dias para treinar ombros depois de fazer treino de peito.

Outro erro comum é não aquecer bem ou fazer os exercícios de forma errada. Para evitar isso, faça 8 a 12 repetições com uma cadência de 1 segundo subindo e 2 segundos descendo. Isso ajuda a isolar o deltoide médio corretamente.

Faça exercícios de rotação interna e externa para estabilizar o ombro e evite a ‘fatiga’ no final do exercício. Para encontrar os melhores exercícios para ombro em casa, mude os exercícios e não faça a mesma rotina.

Varie os métodos de desenvolvimento, como usar cabos e máquinas. Faça exercícios de rotação interna e externa. Com essas dicas, você evita lesões e faz um treino de ombro seguro e eficaz.

Montando sua rotina personalizada de treino

De acordo com especialistas em ortopedia da clínica COE, localizada em Goiânia, para fazer uma rotina de treino de ombro em casa, é importante pensar bem na frequência e nos exercícios. A rotina deve se ajustar ao seu nível de condicionamento e objetivos.

Exercícios como elevação lateral e remada aberta são bons para o ombro. Também é essencial fazer alongamentos para evitar lesões e melhorar a movimentação.

Frequência ideal de treinos

A frequência de treinos de ombro em casa varia conforme o seu nível e objetivos. Em geral, 2-3 treinos por semana são o suficiente para ver resultados.

Combinando exercícios efetivamente

Para combinar exercícios, várias opções que trabalhem diferentes músculos do ombro são necessárias. Também é crucial dar tempo de descanso e recuperação entre os treinos.

Adaptando o treino ao seu nível

Adaptar o treino ao seu nível envolve ajustar a intensidade e duração dos exercícios. Incluir exercícios de aquecimento e alongamento é fundamental para evitar lesões e melhorar a movimentação.

Transforme seus ombros com dedicação e consistência

Para melhorar seus ombros, é essencial ser dedicado e consistente. Faça os exercícios regularmente para ver resultados.

É importante fazer 2-3 sessões por semana, com um dia de descanso. Cada exercício deve ser feito em 3 séries. Faça 8-15 repetições em cada série.

O treino em casa pode ser tão bom quanto em academia. Mantenha-se motivado e focado. Defina metas alcançáveis e veja seu progresso.

Se necessário, mude o treino. Com esforço, seus ombros vão ficar fortes e definidos. Você vai se sentir mais elegante.

Não desista quando enfrentar desafios. Mantenha o foco e celebre cada pequena vitória. Seus ombros fortes mostram seu esforço e dedicação. Comece agora e veja seus ombros mudarem!

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