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AGRO & NEGÓCIO

Restaurante Maria Cuiabana Bistrô já está atendendo em Shopping

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Já está em funcionamento mais uma opção de restaurante no Goiabeiras Shopping, o Maria Cuiabana Bistrô, inaugurado nesta terça-feira (01.09). Localizado na praça de alimentação, o restaurante oferece um cardápio variado, com opções que vão dos tradicionais pratos típicos, aos grelhados e parmegianas.

Segundo a empresária Priscila Mohn de Abreu, o diferencial do Maria Cuiabana Bistrô, além do sabor e tempero, é a preparação diária dos pratos, com ingredientes frescos. “Não trabalhamos com nada pré-pronto, tudo é preparado no dia. Nossos cortes de carnes são entregues diariamente”, explica.

Ela conta que o restaurante trabalha com toda a culinária regional, como os pratos típicos Maria Izabel e farofa de banana da terra, mas também com todos os tipos de carnes grelhadas e parmegianas, estas, destaques da casa.

“Temos opções de picanha, alcatra, filé mignon, contra-filé, filé de frango, bisteca suína e bovina e os pratos parmegianas, que são uns dos nossos destaques”, frisou. O bife à parmegiana ou filé à parmegiana é feito com um pedaço de carne fatiado, empanado com farinha de trigo ou de rosca e ovos, coberto com queijo do tipo parmesão, presunto e bastante molho de tomate. “Quem frequentar o restaurante, estará consumindo comida de qualidade, feito no dia com muito carinho”, acrescentou Priscila.

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A gerente de Marketing do Goiabeiras Shopping, Aline Ferraz, comemora a abertura do novo restaurante no mall. “Estamos muito felizes, principalmente porque no primeiro dia de almoço o movimento superou as expectativas. Os clientes aprovaram os pratos que fazem parte da cultura cuiabana e contam a história de Cuiabá por meio da culinária regional”.

A Maria Cuiabana Bistrô funciona das  11h às 22h, de segunda a sábado e, das 11h às 16h, aos domingos e feriados. Clientes não pagam estacionamento de segunda a sexta-feira, das 11h30 às 14h, como cortesia do shopping na hora do almoço.

 

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AGRO & NEGÓCIO

Guerra Irã-EUA eleva preços de fertilizantes e já pressiona custos da safra 2026/2027

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A escalada do conflito entre Estados Unidos e Irã já provoca impacto direto sobre os custos do agro. Os preços da ureia subiram entre 33% e 48% nas últimas semanas, enquanto a amônia anidra avançou cerca de 39%, em um movimento puxado pela alta do gás natural e pelas restrições logísticas no Estreito de Ormuz, rota estratégica para exportação de insumos.

O Brasil, que importa cerca de 85% dos fertilizantes que consome, segundo a Associação Nacional para Difusão de Adubos (ANDA), sente o reflexo imediato. Parte relevante da ureia utilizada no País vem do Oriente Médio, o que amplia a exposição ao conflito e eleva o risco de novos aumentos no curto prazo.

O impacto ocorre justamente no momento de planejamento da safra 2026/27. Com custos mais altos, produtores começam a rever estratégias, postergar compras e buscar alternativas para reduzir o peso dos insumos no orçamento, especialmente em culturas como soja e milho, mais intensivas em fertilização.

Além da matéria-prima, o frete também entrou na equação. A tensão na região elevou o preço do petróleo e aumentou o custo do transporte marítimo, pressionando ainda mais o preço final dos fertilizantes no Brasil.

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Diante desse cenário, o governo federal discute medidas para amortecer o impacto. Entre as alternativas está a criação de um mecanismo de subvenção para fertilizantes dentro do Plano Safra 2026/27, com uso de crédito subsidiado para reduzir o custo ao produtor.

Outra frente envolve ações estruturais. O governo pretende ampliar a produção nacional por meio do Plano Nacional de Fertilizantes e de linhas de financiamento via Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), na tentativa de reduzir a dependência externa, considerada um dos principais gargalos do setor.

Do lado produtivo, a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) tem pressionado por medidas emergenciais, como a redução de custos logísticos e tributários, incluindo pedidos de isenção do Adicional de Frete para Renovação da Marinha Mercante (AFRMM), taxa cobrada sobre o transporte marítimo, que encarece a importação de fertilizantes.

Na prática, a combinação de alta dos insumos, frete mais caro e incerteza geopolítica cria um ambiente de maior risco para o produtor. A definição dos custos da próxima safra deve ocorrer sob volatilidade elevada, com impacto direto sobre margem e decisão de plantio.

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Fonte: Pensar Agro

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