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Restaurante Maria Cuiabana Bistrô já está atendendo em Shopping

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Já está em funcionamento mais uma opção de restaurante no Goiabeiras Shopping, o Maria Cuiabana Bistrô, inaugurado nesta terça-feira (01.09). Localizado na praça de alimentação, o restaurante oferece um cardápio variado, com opções que vão dos tradicionais pratos típicos, aos grelhados e parmegianas.

Segundo a empresária Priscila Mohn de Abreu, o diferencial do Maria Cuiabana Bistrô, além do sabor e tempero, é a preparação diária dos pratos, com ingredientes frescos. “Não trabalhamos com nada pré-pronto, tudo é preparado no dia. Nossos cortes de carnes são entregues diariamente”, explica.

Ela conta que o restaurante trabalha com toda a culinária regional, como os pratos típicos Maria Izabel e farofa de banana da terra, mas também com todos os tipos de carnes grelhadas e parmegianas, estas, destaques da casa.

“Temos opções de picanha, alcatra, filé mignon, contra-filé, filé de frango, bisteca suína e bovina e os pratos parmegianas, que são uns dos nossos destaques”, frisou. O bife à parmegiana ou filé à parmegiana é feito com um pedaço de carne fatiado, empanado com farinha de trigo ou de rosca e ovos, coberto com queijo do tipo parmesão, presunto e bastante molho de tomate. “Quem frequentar o restaurante, estará consumindo comida de qualidade, feito no dia com muito carinho”, acrescentou Priscila.

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A gerente de Marketing do Goiabeiras Shopping, Aline Ferraz, comemora a abertura do novo restaurante no mall. “Estamos muito felizes, principalmente porque no primeiro dia de almoço o movimento superou as expectativas. Os clientes aprovaram os pratos que fazem parte da cultura cuiabana e contam a história de Cuiabá por meio da culinária regional”.

A Maria Cuiabana Bistrô funciona das  11h às 22h, de segunda a sábado e, das 11h às 16h, aos domingos e feriados. Clientes não pagam estacionamento de segunda a sexta-feira, das 11h30 às 14h, como cortesia do shopping na hora do almoço.

 

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Programa que reduziu roubos no campo enfrenta gargalo de comunicação

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Responsável por um dos programas de policiamento rural mais abrangentes do País, o Paraná enfrenta um gargalo tecnológico que ameaça limitar os resultados obtidos nos últimos anos. Apesar da redução de 34,6% nos roubos em propriedades rurais desde 2022, as viaturas da Patrulha Rural da Polícia Militar ainda operam sem conexão via satélite em grande parte das áreas mais remotas do Estado, dificultando a comunicação em regiões sem cobertura de telefonia ou internet.

O problema afeta um programa que reúne 37.362 propriedades cadastradas e mais de 24,6 mil propriedades certificadas. Em 2025, testes realizados pelo próprio governo estadual em Londrina e Tamarana demonstraram a viabilidade do uso de internet via satélite nas viaturas, permitindo comunicação estável mesmo durante os deslocamentos por estradas rurais. Mais de um ano depois, porém, a tecnologia ainda não foi incorporada ao sistema.

A demora levou a Federação da Agricultura do Estado do Paraná (FAEP) a cobrar prioridade para a implantação do serviço nas equipes que atuam no campo. A entidade argumenta que a falta de conectividade compromete a capacidade de resposta da polícia justamente nas regiões mais afastadas dos centros urbanos.

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“O trabalho da Patrulha Rural é fundamental para a segurança no campo, mas ainda existe um problema que precisa ser resolvido. Em muitas regiões, o produtor não consegue contato com a polícia em situações de emergência porque não há sinal de telefonia ou internet. A tecnologia é indispensável para reduzir essa distância”, afirma o presidente do Sistema Faep, Ágide Eduardo Meneguette.

Segundo a Secretaria de Inovação e Inteligência Artificial do Paraná, os testes realizados em 2025 apresentaram resultados considerados positivos e o relatório técnico foi encaminhado à Secretaria de Segurança Pública (Sesp). Em nota, a pasta informou que a Polícia Militar realiza levantamentos para equipar as viaturas da Patrulha Rural, Polícia Ambiental, Batalhão de Fronteira e Polícia Rodoviária, entre outras unidades.

Para Meneguette, os investimentos em conectividade deveriam priorizar o meio rural, onde as limitações de comunicação são maiores.

“Pela própria dimensão territorial, é impossível manter equipes em todos os locais com rapidez. Por isso, a comunicação é uma ferramenta estratégica. O Paraná construiu um modelo de segurança rural que se tornou referência para outros Estados, mas é preciso avançar em tecnologia para garantir que esse sistema continue eficiente”, diz.

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A discussão ocorre em um momento em que a criminalidade no campo exige respostas cada vez mais rápidas e em que Estados produtores buscam ampliar o uso de tecnologias de monitoramento e comunicação nas áreas rurais. Especialistas em segurança pública avaliam que a conectividade tende a se tornar um dos principais pilares do policiamento rural nos próximos anos.

Fonte: Pensar Agro

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