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AGRO & NEGÓCIO

Restaurante de comida típica peruana chega a Cuiabá

O Nômade abre as portas com um cardápio repleto de surpresas. Na culinária peruana, a magia se faz entre o tradicional e o contemporâneo, nada se perde tudo se recria. Os alimentos são preparados explorando a fundo aromas, texturas, cores e sabores.

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Por Josana Salles

Cuiabá recebe pela primeira vez um restaurante e delivery de comida peruana. O Nômade abre as portas com um cardápio repleto de surpresas gastronômicas e pratos famosos em todo o mundo. Na culinária peruana, a magia se faz entre o tradicional e o contemporâneo, nada se perde tudo se recria. Os alimentos são preparados explorando a fundo aromas, texturas, cores e sabores.

A empresária Cristhiane Gerfi Bareiro, idealizadora do Restaurante Nômade conta que percebeu “um grande potencial para a comida peruana em Cuiabá. É uma comida exótica, com temperos deliciosas e perfeitamente adaptada para o clima e a cultura cuiabana” comentou. Por conta da pandemia do coronavírus o Restaurante Nômade vai funcionar das 11 horas até 14 horas no sistema delivery.

A comida peruana tem uma história cultural bem antiga onde a base do sabor é mérito dos incas e seus antecessores. Batata, milho, quinoa, pimenta e muito mais. Tudo começou com os incas e suas técnicas para cultivar os alimentos nas montanhas e nos mais variados tipos de clima. As pimentas utilizadas na gastronomia peruana são matéria prima essencial em cada prato. Entre elas podemos citar as pimentas, Aji Amarillo, Aji Mirassol, Rocoto e muitas outras utilizadas como insumo da gastronomia peruana.

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Um fator que se assemelha ao Brasil e a Mato Grosso é que o Peru é um dos países integrantes do bioma amazônico. Sua culinária remete a uma experiência única e perfeitamente adaptada ao clima tropical.

A gastronomia do Peru não é tão conhecida no Brasil, mas cada vez mais faz sucesso em todo o mundo. Outra característica interessante é que a culinária peruana apresenta grande diversificação e deriva de uma fusão da tradição peruana com a gastronomia espanhola, chinesa e costumes trazidos da África.

Entre os pratos mais conhecidos da gastronomia peruana será oferecido o Ceviche Peruano, baseado em peixe cru, cebolas, pimenta, milho choclo, batata doce e leite de tigre. É um prato refrescante com sabor muito característico e é muito procurado em outros países.

O Lombo Saltado é um prato que nasceu da mistura entre a cultura oriental trazida pelos imigrantes chineses com a culinária local. Trata-se de fatias de carne, legumes e batatas temperados com um caldo a base de shoyu. A carne é salteada numa panela chinesa especial de nome Wok, essencial para dar um sabor único ao Lombo Saltado.

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O Arroz Chaufa é um prato típico do Peru, uma fusão da gastronomia peruana e chinesa, e que possui mais de 150 anos de existência. É basicamente um ‘mexido’ de arroz com tiras de ovos, salsinha, cebolinha, e um molho especial nikkei.

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Guerra Irã-EUA eleva preços de fertilizantes e já pressiona custos da safra 2026/2027

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A escalada do conflito entre Estados Unidos e Irã já provoca impacto direto sobre os custos do agro. Os preços da ureia subiram entre 33% e 48% nas últimas semanas, enquanto a amônia anidra avançou cerca de 39%, em um movimento puxado pela alta do gás natural e pelas restrições logísticas no Estreito de Ormuz, rota estratégica para exportação de insumos.

O Brasil, que importa cerca de 85% dos fertilizantes que consome, segundo a Associação Nacional para Difusão de Adubos (ANDA), sente o reflexo imediato. Parte relevante da ureia utilizada no País vem do Oriente Médio, o que amplia a exposição ao conflito e eleva o risco de novos aumentos no curto prazo.

O impacto ocorre justamente no momento de planejamento da safra 2026/27. Com custos mais altos, produtores começam a rever estratégias, postergar compras e buscar alternativas para reduzir o peso dos insumos no orçamento, especialmente em culturas como soja e milho, mais intensivas em fertilização.

Além da matéria-prima, o frete também entrou na equação. A tensão na região elevou o preço do petróleo e aumentou o custo do transporte marítimo, pressionando ainda mais o preço final dos fertilizantes no Brasil.

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Diante desse cenário, o governo federal discute medidas para amortecer o impacto. Entre as alternativas está a criação de um mecanismo de subvenção para fertilizantes dentro do Plano Safra 2026/27, com uso de crédito subsidiado para reduzir o custo ao produtor.

Outra frente envolve ações estruturais. O governo pretende ampliar a produção nacional por meio do Plano Nacional de Fertilizantes e de linhas de financiamento via Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), na tentativa de reduzir a dependência externa, considerada um dos principais gargalos do setor.

Do lado produtivo, a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) tem pressionado por medidas emergenciais, como a redução de custos logísticos e tributários, incluindo pedidos de isenção do Adicional de Frete para Renovação da Marinha Mercante (AFRMM), taxa cobrada sobre o transporte marítimo, que encarece a importação de fertilizantes.

Na prática, a combinação de alta dos insumos, frete mais caro e incerteza geopolítica cria um ambiente de maior risco para o produtor. A definição dos custos da próxima safra deve ocorrer sob volatilidade elevada, com impacto direto sobre margem e decisão de plantio.

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Fonte: Pensar Agro

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