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Reportagem da Agência Brasil ganha Prêmio Andifes de Jornalismo 2020

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A reportagem Escola pública no DF atua para prevenir depressão e automutilação, publicada em março de 2019 pela Agência Brasil, é uma das vencedoras do Prêmio Andifes de Jornalismo 2020, na categoria Educação Básica. A Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) incentiva a participação da mídia nacional em produções de pautas que destaquem projetos, apontem caminhos e proponham mudanças positivas para o ensino do Brasil.

A matéria da jornalista da Empresa Brasil Comunicação (EBC) Mariana Tokarnia conta a experiência de alunos que participaram do projeto Projeto Asa, implantado em 2014 no Centro Educacional Gesner Teixeira, escola pública na Cidade Nova DVO, no Gama, a 42 quilômetros do centro de Brasília. O projeto acolhe estudantes em terapia de roda e os orienta a lidar com questões relacionadas à saúde emocional e à depressão e, dessa forma, a evitarem o isolamento e a automutilação.

Mariana lembra que a pauta foi sugestão de um colega, também da Agência Brasil, o repórter Alex Rodrigues, que conhecia o projeto. “Isso mostra que o nosso trabalho como jornalistas é também coletivo e feito muito com base nas sugestões e trocas diárias”. Ela destaca ainda a integração com o repórter fotográfico Fábio Pozzebom, responsável por traduzir o tema em imagens sensíveis.

Para ela, ser reconhecida pela Andifes, que representa os reitores das universidades federais, é motivo de felicidade. “Embora seja uma iniciativa local, acredito que muitas escolas possam se identificar com ela por terem que lidar diariamente com questões semelhantes. Eu aprendi muito com essa pauta, aprendi que não existe problema menos importante, que toda questão que aflige alguém precisa ser olhada.”

Leia aqui a reportagem completa.

A Agência Brasil também conquistou o Prêmio Andifes de Jornalismo 2012, na categoria Ensino Básico, com a série de matérias especiais Escolas de fé: a religião na sala de aula

O Prêmio Andifes de Jornalismo tem abrangência nacional e, em 20 anos, premiou diversos jornalistas, autores de matérias sobre as mais variadas pautas, regionalizadas ou de caráter universal, envolvendo a educação em vários níveis, apontando avanços e desafios.

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Educação

Professores municipais fazem manifestação no centro de São Paulo

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Professores da rede municipal de educação de São Paulo fazem um dia de luta e mobilização desde a manhã de hoje (6) no centro da capital paulista. Os professores fizeram uma caminhada pelas ruas do centro e protestaram em frente à sede da prefeitura paulistana, no Viaduto do Chá, e também em frente à Secretaria de Saúde.

Os professores municipais estão em greve desde o dia 10 de fevereiro e, entre suas reivindicações, estão o pedido de que seja estabelecido o trabalho remoto até que todos os professores da rede estejam vacinados.

Eles pedem também que a vacinação contra a covid-19 seja disponibilizada para todos os profissionais da Educação. Desde o dia 10 de abril, professores e profissionais da Educação com idade superior a 47 anos estão sendo vacinados no estado de São Paulo. No entanto, ainda não há previsão de quando serão vacinados os profissionais da Educação com menos de 47 anos.

As aulas presenciais da rede pública ou privada estão autorizadas na cidade de São Paulo desde o dia 12 de abril. A presença dos alunos é limitada a 35% da capacidade.

Os professores pedem também o estabelecimento de um plano de contingência, que estabeleça critérios objetivos para a volta ou suspensão de aulas presenciais, além da adequação do calendário e da compra de equipamentos de proteção individual aos profissionais da educação, entre outros.

Homenagem

Como forma de homenagem, durante o protesto, os manifestantes leram o nome de centenas de professores e funcionários da educação de São Paulo que teriam morrido em decorrência da covid-19.

O protesto foi organizado pelo Fórum das Entidades representativas da Educação, composto pelo Sindicato dos Professores e Funcionários Municipais de São Paulo (Profem), Sindicato dos Educadores da Infância (Sedin), Sindicato dos Trabalhadores na Administração Pública e Autarquias no município de São Paulo (Sindsep), Sindicato dos Especialistas de Educação do Ensino Público Municipal de São Paulo (Sinesp) e Sindicato dos Profissionais em Educação no Ensino Municipal (Sinpeem).

Procurada pela Agência Brasil, a prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal da Educação, informou que “segue a orientações e a autorização da saúde, com atendimento presencial [das aulas] de até 35% nas unidades”.

A secretaria informou ainda que, desde janeiro, já se reuniu com os sindicatos diversas vezes e vem “mantendo diálogo constante com o setor”. A secretaria disse ainda ter adquirido equipamentos de proteção como protetores faciais e máscara, além de produtos de higiene.

Ainda segundo a prefeitura, “as secretarias da Educação e da Saúde fazem um trabalho conjunto visando controle da transmissão da covid-19 na comunidade escolar” e a secretaria da Saúde “monitora todos os surtos de síndrome gripal ocorridos em unidades escolares”.

Edição: Denise Griesinger

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